sábado, 6 de agosto de 2016

Imagens e Superstição


As imagens dos santos devem ser utilizadas apenas para honrar a memória de quem as representa. Para informar sobre a vida dos santos. Infelizmente na religiosidade popular muitas vezes são vistas como objetos que possuem um poder próprio ou que confere poder aqueles que as possuem.  Possuir em casa uma imagem de São Miguel para alguns é como que ter o poder de se ver livre do maus espíritos; ter a imagem de santa Luzia é se ver livre de d e doença no olhos.  Virar o Santo Antonio de cabeça para baixo é conseguir ser atendido em algum pedido. Roubar o São José fará com que chova e muitas outras ações que indicam  uma crença supersticiosa. Oferecer velas e fitas como pagamento à imagem por alguma graça alcançada é como que oferecer uma espécie de sacrifício. Era assim que os pagãos faziam com os ídolos representados em estátuas. Faziam bolos e ofertavam a rainha dos céus.(Jer. 44,17-19)
 A Igreja considera legítimo o culto as imagens porque este se dirige à pessoa que esta representa e não a imagem enquanto objeto.  Quando rezamos diante de uma imagem elevamos nosso pensamento aquele que esta representa. Assim é que deve ser feito ao rezar perante o crucifixo. Ao pedir a intercessão de Maria perante sua imagem rogamos à própria virgem Maria,  pois acreditamos que ela está com Deus e que por vontade dede deus poderá conhecer nossos pedidos. Não falamos com uma imagem de barro ou outro material.
O concilio de Trento foi claro em determinar que não se deve crer que nenhuma imagem possua um poder próprio. Pode ser usadas e honradas unicamente porque indicam a memória de pessoas que amaram e serviram o único e verdadeiro Deus e porque creram em Jesus como Filho de Deus. A Igreja aceita que sejam expostas em altares nos templos e nas residências . Que  no dia em que se celebra a festa do santo sua imagem seja destacada e enfeitada e que sejam conduzidas em procissão. Mas esta é uma honra inferior à idolatria porque a mesma não consiste em oferecer sacrifícios de coisas vivas para os ídolos e suas estátuas, como faziam os pagãos e fazem no Candomblé, que oferecem comidas e animais aos orixás.  As sagradas imagens devem elevar nosso pensamento ao santo que esta representa estimular-nos  a conhecer suas vidas e a imitar suas virtudes e recusar toda foram de superstição e crendice em relação as mesmas.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

A REDENÇÃO DE MARIA NA CARTA AOS ROMANOS CAPITULO 3,23-25





Um trecho da carta de São Paulo aos romanos, precisamente o capitulo  3, versículo 23 a 25 sempre me deixaram insegura quanto à Imaculada Conceição de Maria. Eu da minha parte aceito e acredito com católico no dogma da Imaculada Conceição, mas nunca soube com conciliar este texto com a Imaculada Conceição quando são Paulo afirma categoricamente: "Todos pecaram e estão destituídos da gloria de Deus..." Observo que a afirmativa está no presente. Todos pecaram... estão destituídos...são salvos por sua graça mediante Jesus Cristo...” O texto não diz eram destituídos mas estão privados da gloria de Deus. Não há exceção. As explicações que li procuram exceções para esta regra mas não as há em todo Novo Testamento.



No que se refere a segunda  parte  São Paulo diz que todos obtiveram a graça em virtude da redenção realizada pro Jesus Cristo. Neste pondo a Igreja afirma com São Paulo que Maria fo salva por meio de Jesus e em virtude de sua redenção. Porem como responder ao todos pecaram se para salvar-se é preciso precisar de salvação? Pode se salvar quem não tem pecado? A afirmação de são Paulo





"A justificação se dá gratuitamente por sua graça" e



"Deus destinou Jesus Cristo a ser, por seu próprio sangue, instrumento de expiação  mediante a realidade da fé.





Estas frases podem ser conciliadas com a redenção preventiva de Maria, ou seja, ela foi salva não do pecado, mas de contrair o pecado pela redenção de Cristo.  Como prova-lo? Se  compararmos estas afirmações com o texto da anunciação percebemos que o anjo no anuncio a Maria do nascimento de Jesus e afirmou que ela já tinha a graça e Isabel proclamou que ela tinha a fé.



Vemos isto em Lucas 1, 30





"Não temas Maria, encontrastes GRAÇA diante de Deus."



" Alegra-te, Cheia  da Graça!"  Lc 1, 28



Esta graça não indica um favor passageiro dado naquela ocasião. Não se identifica com o fato de conceber Jesus porque o anjo afirma isto antes de revelar que Maria ficará gravida. A maternidade biológica é por si inferior a fé  em Cristo como ele mesmo proclamou.  (Lc 11,27) Estas frases  revelam o caráter de Maria. A identifica. Ela é a A Agraciada de Deus de forma continua e permanente.



A graça excluiu o pecado. Como não está indicado o tempo se deduz que esta graça de Deus sempre esteve com Maria em sua concepção, no momento do anúncio do Anjo e até sua morte, ou seja em toda sua vida E a graça é dom de Deus em Cristo Jesus e por isto Maria esta incluída na afirmativa de são Paulo:



 "A justificação se dá gratuitamente por sua graça"







Isabel saudou Maria como aquele que acreditou:  "Feliz é aquela que acreditou!" Maria já tinha  o dom da fé antes de saber que Jesus era o redentor de todos. Sua resposta ao anjo é uma resposta de fé. “Eis a escrava do Senhor”. Cumpra-se em mim segundo a tua palavra e desta forma comprava-se que Maria estava antes de todos incluída entre aqueles que são salvos mediante a fé.



 “mediante a realidade da fé."





Deste  modo lendo o texto de Romanos em seu sentido completo entende-se que o todos pecaram remete à Redenção. E a Igreja nunca afirmou que Maria não foi redimida. Mas compreendeu  que sua redenção foi antecipada e se deu mediante os meios pelos qual nós também somos redimidos. Pela graça e pela fé. Graça e fé  obtida por Cristo  dada por Deus. Se Maria não pode arrependa-se do pecado, no entanto ela é a criatura mais grata e mais devedora a Deus do que todos nós. sua gratidão a deus ultrapassa a nós todos pois sem sua predestinação a afirmação de são Paulo " todos pecaram seria uma realidade também para ela.  A dignidade de sua filho, por ser ele uma pessoa divina,  e a ralação única entre ela e ele a redimiu do pecado antes de nele cair. Nesta perspectiva o texto de são Paulo em romanos não nega  a imaculada  Conceição mas a insere no mistério da redenção realizada de cristo na qual tanto nós como a Virgem Maria estamos incluídos.





segunda-feira, 18 de julho de 2016

Qual é a Igreja de Cristo?





Jesus Cristo, Nosso Salvador, fundou apenas uma Igreja, não várias, como é desejo dos hereges. Ele fundou a Igreja Católica Apostólica Romana: "Cabe ao Filho realizar, na plenitude dos tempos, o plano de salvação de seu Pai. Este é o motivo de sua missão. O Senhor Jesus iniciou sua Igreja pregando a Boa Nova, isto é, o advento do Reino de Deus prometido nas Escrituras havia séculos" (Catecismo da Igreja Católica, 763). Os pastores evangélicos, em geral, costumam apontar o dedo para o próprio peito dizendo serem eles a "pedra" sobre a qual Cristo Jesus fundou a Sua Igreja; outros bem mais "cultos" e "místicos", dizem que a "Igreja" está dentro do coração, e aquele que "aceitar" Jesus, pertence à Igreja de Nosso Senhor.

São Cipriano que não era herege, ambicioso nem enganador diz: "Cristo edifica a Igreja sobre Pedro. Encarrega-o de apascentar-lhe as ovelhas. A Pedro é entregue o primado para que seja uma Igreja e uma cátedra de Cristo. Quem abandona a cátedra de Pedro, sobre a qual foi fundada a Igreja, não pode pensar em pertencer à Igreja de Cristo" (De un. Eccl. cap. IV), e: "Pedro é o vértice, o chefe dos Apóstolos" (I Concílio de Nicéia). Por mais que os hereges gritem, apontem o dedo e mentem, não dá para enganar o católico bem instruído; só escorregam em suas salivas, aqueles que se dizem católicos e vivem às margens da Igreja. Quando Jesus Cristo diz: “Tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei A MINHA IGREJA, e as portas do inferno não prevalecerão contra ELA” (Mt 16, 18), a que Igreja se refere? Não é ao Protestantismo ou qualquer igreja protestante em particular, porque as Igrejas protestantes só começaram a existir no século XVI.

Refere-se, sem dúvida alguma, à IGREJA CATÓLICA; é fácil demonstrá-lo.

Logo nos inícios da Igreja, os seguidores de Cristo foram designados com o nome de cristãos. Assim podiam distinguir-se dos filósofos pagãos e dos judeus ou seguidores da sinagoga. Este nome de cristãos como se sabe vem na própria Bíblia, e tal denominação começou em Antioquia: “Em Antioquia é que foram os discípulos denominados CRISTÃOS pela primeira vez” (At 11, 26), e: “Então Agripa disse a Paulo: Por pouco me não persuade a fazer-me CRISTÃO” (At 26, 28), e também: “Se padece como CRISTÃO, não se envergonhe; mas glorifique a Deus neste nome” (1Pd 4, 16). Aconteceu, porém que, tão logo a Igreja começou a propagar-se, começaram a aparecer os hereges seguindo doutrinas diversas daquela que tinha sido recebida dos Apóstolos, tomando também o nome de cristãos, pois acreditavam em Jesus Cristo e d’Ele se diziam discípulos. Era preciso, portanto, um novo nome para designar a verdadeira Igreja, distinguindo-a dos hereges. E desde tempos antiquíssimos, desde os tempos dos Apóstolos, a Igreja começou a ser designada como IGREJA CATÓLICA, isto é, UNIVERSAL, a Igreja que está espalhada por toda a parte, para diferençá-la dos hereges, pertencentes à igrejinhas isoladas que existiam aqui e acolá. Assim é que já Santo Inácio de Antioquia, - que foi contemporâneo dos Apóstolos, pois nasceu mais ou menos no ano 35 da era cristã e, segundo Eusébio de Cesaréia no seu Chrónicon, foi bispo de Antioquia, entre os anos 70 e 107 - nos fala abertamente da Igreja Católica na sua Epístola aos Esmirnenses: “Onde comparecer o Bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que, onde estiver Jesus Cristo, aí está a IGREJA CATÓLICA” (Epístola aos Esmirnenses c 8, 2). Outro contemporâneo dos Apóstolos foi São Policarpo, bispo de Esmirna; nasceu no ano 69 e foi discípulo de São João Evangelista. Quando São Policarpo recebeu a palma do martírio, a Igreja de Esmirna escreveu uma carta que é assim endereçada: “A Igreja de Deus que peregrina em Esmirna à Igreja de Deus que peregrina em Filomélio e a todas as paróquias da IGREJA SANTA E CATÓLICA em todo o mundo”. Nessa mesma Epístola se fala de uma oração feita por São Policarpo, na qual ele “fez menção de todos quantos em sua vida tiveram trato com ele, pequenos e grandes, ilustres e humildes, e especialmente de toda a IGREJA CATÓLICA, espalhada por toda a terra” (c. 8). O Fragmento Muratoriano que é uma lista feita no segundo século, dos livros do Cânon do Novo Testamento, fala em livros apócrifos que “não podem ser recebidos na IGREJA CATÓLICA”. São Clemente de Alexandria (também do século segundo) responde à objeção dos infiéis que perguntam: “Como se pode crer se há tanta divergência de heresias? A própria verdade nos distrai e cansa, porque outras pessoas estabelecem vários dogmas.” Depois de mostrar vários sinais pelos quais se distingue a verdadeira Igreja das heresias, assim conclui São Clemente: “Não só pela essência, mas também pela opinião, pelo princípio, pela excelência, só há uma Igreja antiga e é a IGREJA CATÓLICA. Das heresias, umas se chamam pelo nome de um homem, como as que são  chamadas por Valentino, Marcião e Basílides; outras, pelo lugar donde vieram, como os Peráticos; outras do povo, como a heresia dos Frígios; outras, de alguma operação, como os Encratistas; outras, de seus próprios ensinos, como os Docetas e Hematistas". (Stromata 1.7. c. 15). O mesmo argumento podemos formular hoje. Há uma só Igreja que vem do princípio: é a IGREJA CATÓLICA. As seitas protestantes, umas são chamadas pelos nomes dos homens que as fundaram, ou cujas opiniões seguem, como: Luteranos (de Lutero), Calvinistas (de Calvino), Zuinglianos (de Zuínglio), etc.

Outras, do lugar donde vieram: Igreja Livre Evangélica Sueca, Irmão de Plymouth;

Outras, de um povo: Anglicanos (da Inglaterra), Irmãos Moravos (da Morávia);

No século III, Firmiliano, bispo de Capadócia, diz assim: “Há uma só esposa de Cristo que é a IGREJA CATÓLICA” (Ep. De Firmiliano nº 14).

Na história do martírio de São Piônio (morto em 251) se lê que Polemon o interroga:
— Como és chamado?
— Cristão.
— De que igreja?
— Católica (Ruinart. Acta martyrum pág. 122 nº 9).
São Frutuoso, martirizado no ano 259, diz: “É necessário que eu tenha em mente a IGREJA CATÓLICA, difundida desde o Oriente até o Ocidente” (Ruinart. Acta martyrum pág 192 nº 3). Lactâncio, convertido ao cristianismo no ano 300, diz: “Só a IGREJA CATÓLICA é que conserva o verdadeiro culto. Esta é a fonte da verdade; este o domicílio da fé, o templo de Deus, no qual se alguém não entrar, do qual se alguém sair, está privado da esperança de vida e salvação eterna” (Livro 4º cap. III). São Paciano de Barcelona (morto no ano 392) escreve na epístola a Simprônio: “Como, depois dos Apóstolos, apareceram as heresias e com nomes diversos procuraram cindir e dilacerar em partes aquela que é a rainha, a pomba de Deus, não exigia um sobrenome o povo apostólico, para que se distinguisse a unidade do povo que não se corrompeu pelo erro?... Portanto, entrando por acaso hoje numa cidade populosa e encontrando marcionistas, apolinarianos, catafrígios, novacianos e outros deste gênero, que se chamam cristãos, com que sobrenome eu reconheceria a congregação de meu povo, se não se chamasse CATÓLICA?” (Epístola a Simprônio nº 3). E mais adiante, na mesma epístola: “Cristão é o meu nome; CATÓLICO, o sobrenome” (idem nº 4). São Cirilo de Jerusalém (do mesmo século IV) assim instruiu os catecúmenos “Se algum dia peregrinares pelas cidades, não indagues simplesmente onde está a casa do Senhor, porque também as seitas dos ímpios e as heresias querem coonestar (dar aparência de honesta) com o nome de casa do Senhor às suas espeluncas; nem perguntes simplesmente onde está a igreja, mas onde está a IGREJA CATÓLICA; este é o NOME PRÓPRIO desta SANTA MÃE de todos nós, que é também a ESPOSA de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO” (Instrução Catequética c. 18; nº 26).

Santo Agostinho (do século V) dizia: “Deve ser seguida por nós aquela religião cristã, a comunhão daquela Igreja que é a CATÓLICA, e CATÓLICA é chamada não só pelos seus, mas também por todos os seus inimigos” (Verdadeira religião c 7; nº 12). E quando o Concílio de Constantinopla, no ano de 381, colocou no seu Símbolo estas palavras: “Cremos na Igreja Una, Santa, CATÓLICA e Apostólica”, isto não constituía novidade alguma, pois já desde tempo antiquíssimo se vinha recitando no Credo ou Símbolo dos Apóstolos: creio na Santa Igreja CATÓLICA. Vemos, portanto, na história do Cristianismo, o CONTRASTE EVIDENTE entre aquela Igreja que veio desde o princípio e logo se espalhou por toda a parte: "Ide, pois, e ensinai todas as gentes" (Mt 28, 19), e que desde o começo foi chamada CATÓLICA, segundo o que acabamos de demonstrar, e as heresias que foram aparecendo no decorrer dos séculos, discordando deste ou daquele ponto, inventadas por um homem qualquer, mas todas vencidas pela Igreja, pois ou desapareceram por completo ou ficaram reduzidas em número de adeptos que logo mergulharam no esquecimento. Chega esta Igreja ao século XVI. Aparece então Martinho Lutero (monge católico: beberrão, mulherengo, revoltado e caluniador), pretendendo afirmar que esta Igreja está completamente afogada no erro e é preciso fazer uma reforma doutrinária. Queremos aqui fazer apenas uma pergunta ao “inspirado” e “esclarecido” Lutero: “Como é que Cristo deixou durante tantos séculos a sua Igreja mergulhada completamente no erro, e só no século XVI fez aparecer os 'inspirados' e 'esclarecidos' doutrinários da verdade? Onde está a Providência Divina com relação à obra de Deus que é a sua Igreja?” Se tal desastre se tivesse verificado, então teria falhado completamente a promessa de Cristo: “E as portas do inferno não prevalecerão CONTRA ELA” (Mt 16, 18). Foi uma VERDADEIRA DESGRAÇA o que fez Martinho Lutero. O seu amigo Melanchton escreve: “Nem toda a água do rio Elba daria lágrimas bastante para chorar a desgraça da Reforma”.

Católico, tampe os ouvidos diante dos uivos dos lobos que trabalham furiosamente para arrancar-te do seio da Verdadeira Igreja, não lhes dê ouvidos, mas lembre-se com frequência de que Cristo Jesus é o Santo Fundador da Única Igreja, e por mais que lancem pedras sobre ela, jamais a destruirão: "Cristo é o único Senhor da Igreja. Ela lhe pertence, pois é ele quem a edifica. É Pedro, porém, quem lhe guarda as chaves para abrir, fechar, cerrar e excluir. Inimigos ardilosos que a não conseguiram suplantar em campo aberto, tentarão introduzir-se disfarçadamente em seu seio, procurando combatê-la e destruí-la pelo interno" (Alfred Barth, Enciclopédia Catequética, Vol. II). Católico, AME, SIRVA e DEFENDA a Igreja Católica... Cristo Jesus deu a vida por ela: "Com a vitória da cruz, ele adquiriu para si o poder e o domínio sobre todas as gentes" (Santo Tomás de Aquino, Summa Theol., III, 42, 1), e: "Aquele que, feito homem, se tornara cabeça e senhor da humanidade, ora resgatou seu povo com seu Sangue, libertou-o, remiu-o e o fez seu. O véu do templo - a antiga aliança - rasgou-se" (Leão I, Serm., 68, 3), e também: "Amem esta Igreja, sejam essa Igreja, fiquem na Igreja! E amem o Esposo!" (Santo Agostinho).

Pe. Divino Antônio Lopes FP.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Estado Laico, Nação Católica?




A Constituição do Brasil o define como um Estado laico. No sentido de que não adota uma religião oficial e nem privilegia nenhuma e considera todas iguais.  No entanto o cristianismo se define como a revelação do Deus único em seu único filho: Jesus. E sendo revelada pelo próprio Filho de deus jamais admite ser igual às outras, pois Deus quis e revelou-se no filho, o estabelecendo como único caminho  para se chegar a ele. Agradar a Deus é ouvir o filho, crer nele e obedecê-lo. Jesus tornar-se assim a verdadeira e única religião, em seu verdadeiro sentido de nos religar a Deus. E Jesus nos conduz ao seu corpo místico e também visível que é a Igreja Católica, apostólica e também romana em seu aspecto institucional porque tem o Bispo de Roma como sucessor de São Pedro, o primeiro dos apóstolos, a Pedra estabelecida por Cristo para assentar sua Igreja. Quem não aceita a Igreja, não aceita Cristo, assim com que rejeita Cristo rejeita Deus.

O Brasil se orgulha de ser o país de maioria católica. Mas, no entanto vive como se católica não fosse. Não adianta aparecida esta cheia de romeiros. Haver muitos feriados religiosos de padroeiros e ate litúrgicas como páscoa e Natal. Se o Brasil de fato fosse Católico o Estado mesmo laico poderia promulgar leis anticristãs como o divorcio, a descriminalização do aborto e o casamento gay e estas leis não teriam efeito. Pois os católicos não iriam aderir a elas; iriam recusa-las e lutar para que fossem abolidas. Infelizmente os mesmos católicos que se dizem devotos de Nossa Senhora Aparecida defendem esta leis e muitos se beneficiam delas. Então de nada adianta chamar Jesus de Senhor, Senhor e não obedecer a seus mandamentos. Se o Brasil fosse de fato católico não haveria corrupção generalizada, violência gritante contra os indefesos e os pobres seriam amados e defendidos. Jesus seria adorado publicamente e obedecido como rei da Nação. Nenhum governante mesmo ateu seria capaz de impor leis contra os mandamentos de Deus. Mas o catolicismo brasileiro é folclórico. É o de romarias e promessas e este catolicismo não incomoda. Não interferem na política, na economia, na arte enfim na vida social. Este tipo de fé e rejeitada pelo Senhor, pois ele mesmo diz. Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mi. Ser católico é ter amor a Igreja e obedecer ao que esta ensina e nenhum Estado laico esta acima da Lei de Deus. Se a o Estado se diz laico uma nação que se diz católica persevera em obedecer primeiro a Deus do  que aos homens.

terça-feira, 7 de junho de 2016

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Santa Joana: Mensagem de Deus


Hoje, 30 de maio, há 585 anos a Virgem Santa Joana d´Arc sai da história e deste tempo para entrar no reino do Paraíso. 30 de maio é  o dia da festa, na Igreja, de Santa Joana d´Arc.
Sua missão local, política e militar foi a mais evidente manifestação da intervenção de Deus no mundo da política humana.  Comparável que a ação de Deus realizou em favor inúmeras vezes do povo eleito, o povo de Israel. Por sua missão em favor de um rei terreno e de uma nação desta Terra Deus envia uma mensagem as nações do mundo:

"…7Porque Deus é o Rei de toda a terra, cantai louvores com harmonia e arte! 8Deus reina sobre as nações, Deus está assentado em seu santo trono."  Salmo 47, 7-9

Santa Joana é pois o apóstolo do Reinado socvial de Cristo. Não pela teoria e nem por meio de uma família religiosa as pela própria ação conduzida sob o comando de Deus;  esta manifesta que Cristo é o soberano dos reis da Terra. (Ap 1,5)
 Nossa época recusa terminante em render-se ao Rei dos céus, assim como os ingleses se recusaram a obedecer a Deus e a deixar a França  quando a donzela os intimou; seu próprio sacrifício, morrendo cruelmente queimada viva numa fogueira, evidencia que os homens recusam Deus e seus enviados, Uns pela indiferença, no caso a do rei ajudado por ela que nada fez para salva-la e outros pela perseguição, neste caso os ingleses, que tudo fizeram para mata-la e silenciar sua voz que a mando de Deus dizia. Deus quer que volteis para seu próprio pais. No centro  está o servo de Deus que se sacrifica e doa sua vida para manter-se fiel ao Senhor.  E desta forma permanece fiel e proclama Deus é rei e a ele me submeto até mesmo  doando a  minha vida. Eis  o que fez Santa Joana d´Arc.


 Ó Santa Joana, Virgem Filha de Deus, rogai hoje e sempre, por nós e por todas as nações da Terra,
para que se rendam por amor, ao Rei dos céus!

sábado, 14 de maio de 2016

O Misterio da Divindade

          Há um só Deus o Pai, o seu eterno e unigênito Filho e o Espírito Santo, que procede eternamente do Pai e do Filho.


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AMIGOS DA REALEZA DE CRISTO