segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A MULHER E O FRUTO PROIBIDO





        Como podem defender e entender o aborto, como um direito humano? Um direito da mulher. Porque eliminar uma vida humana em potência seria um direito? Numa época em que se faz mobilização pela defesa  de animais em extinção, pela preservação dos ovos da tartaruga marinha, se exige e defende que a mulher tenha o dito direito de determinar quem deve viver e quem deve morrer.  O presidente dos  Estados Unidos da América chegou a afirmar que queria que suas filhas, se acaso errassem fossem punidas com um bebe. Ele não teve a coragem de afirmar o outro lado da questão. A de que acharia justo um bebe ser punido pelo erro de suas filhas.
        Os defensores do aborto ainda tem a coragem de afirmar que em pleno século XXI não é possível,  que  ainda se defenda o direito de nascer. Que defender a vida desde a concepção é conservador e reacionário. Como se o mundo velho não houvesse praticado abortos, infanticídios. Um mundo moderno seria o mundo sem aborto, sem adultério, divórcio e sem promiscuidade sexual. Porque isto é tão velho, quanto a humanidade. Um mundo de famílias unidas, de povos obedientes à lei de Deus, da verdadeira e sólida paz. 
        Toda mulher que admite como direito  matar um ser humano em seu ventre faz o mesmo que Eva. Aceita a sedução do demônio de comer do fruto proibido. Porque o fruto proibido nada mais do que é determinar por si mesmo o que é bom e  oque mal. A mulher que defende o aborto  está determinando que punir um ser humano vivo e em desenvolvimento, pelo seu erro ou irresponsabilidade é bom que mantar uma gravidez indesejada (que poderia ter  sido evitada, diga-se de passagem) é mal. Sabemos que comer do fruto proibido traz a morte para  quem o consume. A mulher  que mata o pequenino corpo de seu filho deve pensar nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar alma. Temei sim, aquele que pode lançar corpo e alma no inferno." A  mulher que defende e faz aborto, está matando a si mesma diante de Deus. Se não se arrepender e continuar obstinada em seu erro,  terá a  morte eterna, a única  que deve ser temida. Ficará  longe  da glória de Deus e da felicidade, que poderia  ter aceitado, ao ter alegria de trazer ao mundo mais um filho de Deus, e que esta mesma mulher, descartou como se fosse um pedaço  de  carne sem vida e maléfico.

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