segunda-feira, 23 de junho de 2014

Separação entre a Igreja e Estado





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Quando Jesus diz “Dai a César o que é de César e a Deus oque é de Deus” não estava de forma alguma separando a Religião do Estado. Pelo contrário apenas definido os deveres do cidadão em relação a um e outro. No caso, cabe ao Estado receber impostos e Deus adoração absoluta, INCLUSIVE DO ESTADO. Pois toda autoridade vem de Deus como afirma São Paulo e o próprio Jesus a Pilatos: “Nenhum poder teria sobre mim se do Alto não te fosse dado.” É obrigação do Estado católico defender e incentivar Religião revelado por Deus, no caso a Católica. Por isto todos os papas até Pio X condenaram um Estado indiferente à verdadeira religião. A separação entre Igreja e Estado criou uma situação terrível para um governante cristão. Ele deve agir como se fosse duas pessoas. Sancionar a lei do Aborto ou casamento gay como governante e ir a missa como católico. Desta forma se condenar, pois um Estado de maioria católica pode eleger um governante cristão e seu deve como católico e cristão governar conforme as leis da Igreja. Não deve o Estado perseguir as outras religiões, mas tolerar estas tendo em vista evitar um mal maior, ou seja, a perseguição religiosa de pessoas individuais por causa de sua religião. Mas nunca favorecer de forma absoluta doutrinas falsas. No caso a educação deve sim ser Católica nas Escolas de um Estado Cristão, garantindo-se apenas aos alunos de outras religiões a não assistir as aulas de religião. Mas nunca um Estado Católico deve contratar um professor espirita ou umbandista para ensinar erro dentro de sus Escolas. Que os pais destes alunos ensinem sua religião em casa ou em sues templos. É desta forma que o Estado adora a D na pessoa de seus governantes e cumpre a ordem d Jesus dando a Deus o que é de Deus. A adoração absoluta na Religião revelada por Deus. - See more at: http://ocatequista.com.br/archives/13282#comments
Quando Jesus diz “Dai a César o que é de César e a Deus oque é de Deus” não estava de forma alguma separando a Religião do Estado. Pelo contrário apenas definido os deveres do cidadão em relação a um e outro. No caso, cabe ao Estado receber impostos e Deus adoração absoluta, INCLUSIVE DO ESTADO. Pois toda autoridade vem de Deus como afirma São Paulo e o próprio Jesus a Pilatos: “Nenhum poder teria sobre mim se do Alto não te fosse dado.” É obrigação do Estado católico defender e incentivar Religião revelado por Deus, no caso a Católica. Por isto todos os papas até Pio X condenaram um Estado indiferente à verdadeira religião. A separação entre Igreja e Estado criou uma situação terrível para um governante cristão. Ele deve agir como se fosse duas pessoas. Sancionar a lei do Aborto ou casamento gay como governante e ir a missa como católico. Desta forma se condenar, pois um Estado de maioria católica pode eleger um governante cristão e seu deve como católico e cristão governar conforme as leis da Igreja. Não deve o Estado perseguir as outras religiões, mas tolerar estas tendo em vista evitar um mal maior, ou seja, a perseguição religiosa de pessoas individuais por causa de sua religião. Mas nunca favorecer de forma absoluta doutrinas falsas. No caso a educação deve sim ser Católica nas Escolas de um Estado Cristão, garantindo-se apenas aos alunos de outras religiões a não assistir as aulas de religião. Mas nunca um Estado Católico deve contratar um professor espirita ou umbandista para ensinar erro dentro de sus Escolas. Que os pais destes alunos ensinem sua religião em casa ou em sues templos. É desta forma que o Estado adora a D na pessoa de seus governantes e cumpre a ordem d Jesus dando a Deus o que é de Deus. A adoração absoluta na Religião revelada por Deus. - See more at: http://ocatequista.com.br/archives/13282#comments

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