segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Católcio de Verdade



Não é fácil ser católico de verdade. Certo estava o ditado que a piedade popular afirmava quando se perguntava. "Você é católico?" Sim, Graças a Deus. ” Respondiam. Realmente é pura graça de deus ser u um Católico fiel e praticante. Nascer numa família que se diz católica, porque seus avós e pais foram batizados é fácil, principalmente no Brasil. Ser batizado é fácil. Mas assumir o Catolicismo e o que ele ordena é pura graça de Deus. Ser católico de verdade é humanamente impossível.
O Católico fiel deve conviver com milhares de católicos de IBGE. Estes mesmos que criticam ele chamando-o de beato, fundamentalista e até mesmo com líderes da Igreja que já não creem e nem dão testemunho com suas palavras e obras da fé Católica. E só pode rezar por eles e não despreza-los julgando-se melhor do que estes. Só para um Católico o pecado não é um segredo entre ele Deus. Mas ele deve reconhecer publicamente que é pecador perante a Igreja. Pois é por meio do Sacramento da Penitencia confiado por Cristo à Igreja que este é absolvido dos seus pecados.
O verdadeiro Católico não pode corrigir a natureza evitando filhos por meios de métodos artificias como pílulas e preservativos. Porque a natureza criada por Deus não cometeu um erro ao ligar o ato sexual à procriação. Por isto um homem e potencialmente pai 24 horas por dia o dia inteiro e semeando uma terra fértil, no caso a mulher, há produção. Só num período infértil é que não há procriação e a natureza providenciou estes períodos manifestando a sabedoria de Deus. Por este motivo a Igreja só admite meios naturais para regularizar o número de filhos e em casos muito especiais. O Católico de verdade sabe que o Casamento é mil vezes mais que um evento social. Que é para sempre porque manifesta a união de Cristo com sua Igreja e Cristo jamais vai abandonar a Igreja, sua eterna noiva e esposa. Por isto ele capaz de renunciar a si mesmo e abraçar a crua de casamento difícil para ser fiel ao Reino de Deus e por amor a Cristo.
Um Católico fiel não peca apenas quando faz o mal, mas também quando sabe o bem que deve fazer e não faz. E nisto se fundamenta a necessidade de boas obras.  Não para comprar a salvação mas para não perde-la. Porque a verdadeira caridade e manifesta em atos e não em palavras.
E finalmente o Católico fiel crê que a Igreja não é invisível, mas é como uma lâmpada sobre monte. E fundada por Cristo e não por homens e santa imaculada apesar de haver em seu meio filhos maus. Crer que as portas do inferno jamais a vencerão e ama esta Igreja com toas as suas forças mesmo não sendo amado por àqueles que se dizem seus irmãos. Tal e qual a Santa virgem Joana d´Arc para o Católico de verdade Cristo e a Igreja são uma coisa só e tem para com a Igreja o mesmo sentimento desta Filha de Deus e da Igreja. ”Quanto a Igreja eu a amo e desejaria sustenta-la com todas as minhas forças para o bem de nossa fé cristã. ”
(Francisco Silva de Castro)

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Quando o Verbo se tornou Jesus?


      O homem Jesus de Nazaré, o Verbo feito carne, começou a existir a partir do momento em que foi concebido no seio materno de Maria. Este nome Jesus pertence ao homem e não ao Verbo em sua eternidade como Deus único. Por isto, por haver gerado o homem, que desde o primeiríssimo instante de sua existência, o Verbo eterno assumiu, Maria deve e pode chamar-se mãe de Deus.
    Em Maria e a partir de Maria o Verbo eterno iniciou uma nova forma de existência. Unido de maneira perfeita e indissolúvel a um homem gerado de uma mulher e tendo uma alma imortal criada por Deus, tornou-se Jesus, conforme havia anunciado o Anjo Gabriel. A segunda Pessoa da Trindade não tinha este nome no seio do Pai. Jesus é o nome do Filho de Maria que foi assumido de forma perfeita pela segunda Pessoa da Santíssima Trindade, o filho de Deus.
  De forma que o Verbo a partir de encarnação tem consciência de sua humanidade e o homem Jesus tem plena consciência de sua divindade. Nisto consiste o mistério da união de uma pessoa à natureza humana. Esta união não constituiu duas pessoas distintas. Mas só uma pessoa divina que assumiu duas natureza completas e distintas. Isto se deu no ventre de Maria. Por isto, sob este aspecto Maria é sim Mãe de Deus porque a vinda de Deus como homem fez com que uma mulher pudesse se tornar mãe da própria pessoa do verbo a partir do momento em que este assumiu esta natureza criada dela e nela.
   Todos os que não admitem chamar a Virgem Maria de mãe de Deus ou reconhecem dois Filhos, um homem e o outro Filho  de Deus, ou então  não creem no mistério da encarnação e veem o ventre de Maria apenas como  se uma pessoa  houvesse passado por ela e que o Verbo já era Jesus antes de ser concebido no ventre materno; confundido o homem com o Verbo, no seio do Pai que não tinha este nome, pois como diz o Evangelho de São Lucas foi o Anjo que disse que ele se chamaria Jesus. (Lc 1,21.) Maria é sim, verdadeira mãe de Deus porque nela a segunda pessoa da Santíssima Trindade assumiu  uma nova realidade. Sem deixar de ser Deus passou a ser verdadeiro homem pela união em sua pessoa de uma natureza completa e perfeita tornando-se entre os homens, Jesus de Nazaré, o Filho de Maria, o mesmo Filho eterno de Deus Pai.