segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

O Eterno e único Sacrifício




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         A Missa não é uma oração para Deus dentre outras. Não é um mero encontro da comunidade para adorar a Deus. Uma reunião onde o padre pode dizer o que pensa e fazer o que quer. A Missa é o único e supremo culto de adoração a Deus realizado pela Igreja Católica. Esta não é oferecida nem a Virgem Maria e nem a nenhum santo,, mas só a Deus Pai. Porque é o  oferecimento único e eterno de Nossos Senhor Jesus Cristo a Deus, pela remissão ode nossos pecados.

         Por isto a necessidade de um rito fixo que foi se firmando através do tempo para celebrar Sacrifício do Senhor. Iniciada em uma ceia judaica por Cristo, quando ofereceu sua vida a Deus, já no primeiro século foi percebido o inconveniente de fazer parte de uma ceia fraterna (Ágape) Quando vos reunis no mesmo lugar, não é possível comer a ceia do Senhor, porque cada um, no comer, toma de antemão sua própria ceia; um tem fome, e outro está embriagado. Porventura não tendes casas onde podeis comer e beber? ou menosprezais a igreja de Deus, e envergonhais aos que não têm? Que vos direi? louvar-vos-ei? Nisto não vos louvo. (1Cor 11,20-22)
Como atesta o apóstolo Paulo. Desta forma surgiram diversos Ritos ou formas de celebrar este perpetuo sacrifício da Nova e Eterna aliança. E a liturgia mais perfeita é aquela que manifesta de forma clara, perene, este real significado da Santa Missa. Sacrifício de Cristo pro nós para nos redimir das penas eternas do inferno. Nesta o padre não preside nada, mas age  misticamente como o  próprio Cristo. Empresta a Cristo sua voz e suas mães, para que este mesmo Cristo, de forma visível se oferte a si mesmo a Deus Pai. O padre integra o rito. Faz parte dele e não o manipula. Só no rito romano antigo isto acontece. Talvez seja por causa disto que a maioria dos padres o rejeitam. Porque eles não podem aparecer com suas ideias, com suas criações rituais neste rito.

         Infelizmente há uma grande alteração no novo rito da missa. Se todos os padres seguissem as rubricas do novo missal não teríamos a missa animada do padre Zé e a missa parada do padre Zezinho. Mas cada um quer inventar a sua missa e esquece que a missa não é sua. É de Cristo, porque é dom de Cristo ao pai por nós. Para quem não entende a Santa Missa como o único e eterno Sacrifício de Cristo jamais entenderá o Rito Antigo. Não é pelo latim. Se esta fosse toda em português também não o entenderia. Porque estão transformando a liturgia católica num culto de santa ceia protestante. E a missa nunca foi ou é uma santa ceia. A ceia é decorrência do oferecimento sacrificial de Cristo, mas não é o motivo da missa. O motivo é morte redentora de Cristo por nós.  "Toda Vez que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, celebrais a  morte do Senhor até que Ele venha." ( 1Cor. 11,26 ) E isto é tudo.


sábado, 22 de fevereiro de 2014

Mateus 1,25



"E  não a tocou durante o tempo em que ela estava gravida do filho, a quem Ele chamou Jesus, quando este nasceu."

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Este é o verdadeiro sentido do versículo 25 do capitulo 1 do Evangelho de Mateus. Para o autor do Evangelho não há nenhuma preocupação em afirmar que Maria e José tiveram relações após o nascimento de Jesus.  De forma que qualquer tradução que transcreva este versículo desta forma: " ele só teve relações com ela depois que esta deu à luz um filho"  está errada.

O Evangelho reforça com esta frase que Jesus não só foi concebido de forma milgarosa mas que tambem veio ao mundo de forma diferente. Está desta modo implicita a virgindade de Maria no parto. Ele  é um reforço a profecia de Isaias 7,14 em que uma virgem não só conceberia um filho, mas que tambem daria à luz a um Filho, continuando Virgem. Por isto para a concepção do Evangelista, embora José, tenha sido autorizado a receber Maria como esposa e tivesse direito de ter com ela uam vida conjugal normal não fez porque entendeu a profecia de que ela deveria ter Jesus como Virgem.

Não interessa ao evangelista  o que houve depois. Até porque para os judeus que  conheciam José e Maria eles tinham uma vida de casal   normal. Ela era a mãe de Jesus. E não a Virgem Maria. Mesmo que fosse a mãe só de Jesus, com o cremos, todos tinham Jesus como  filho carnal de José.

Mas por certo, se José respeitou a virgindade de Maria até o parto, porque a deixaria de respeitar depois? O próprio Anjo do Senhor chama Maria de mãe do menino e nunca de mulher de José, após o nascimento de Jesus. (Cf.Mt 2, 13-16 ) E José sabendo que Jesus é o Filho de Deus não olharia para Maria como apenas a sua mulher porém como a mãe virgem de seu Senhor. Isto é natural se cremos na concepção  e no nascimento virginal de Jesus.

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O AUTENTICO APOSTOLADO


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O verdadeiro apostolado consiste em querer que Jesus seja amado e conhecido como nós o amamos e  conhecemos. em desejar que todos se façam cristãos, seguidores de Cristo.

Não consiste em disponibilizar material religioso para ser comercializado. Nem em realizar shows pagos, palestras, cursos, mesmo que nestes ações se anuncie também o Evangelho, porem Cristo fica num lugar secundário.  A comercialização fica mais evidente. 

Recebemos de graça, sem merecimento algum a fé em Cristo. Ele foi quem nos conquistou por amor. devemos também anunciar de graça Cristo Jesus sem segundas intenções. Disponibilizar artigos religiosos na maioria das vezes consiste apenas em um comercio para atender pessoas carentes de sentido da vida, presas a meras crendices e até mesmo superstições. E sito vale para todas as correntes do cristianismo. Não é o CDs que evangeliza,  cantos gospel, o padre cantor. Somos evangelizados pelo fervor de quem anuncia Jesus, pelo testemunho de quem o ama acima de tudo, De quem reconhece que a fé não tem preço.

O Maior dos missionarismos foi o apostolado Paulo. E ele tirou  o menor proveito do Evangelho. Suas cartas não eram vendidas, suas palestras não eram pagas. Mas ele converteu milhares e pessoas a Cristo porque todos percebiam que Cristo era verdadeiramente o centro de sua vida,O seu tesouro. Mesmo entre perseguições jamais desistiu porque não visava o poder e a gloria pessoal mas o triunfo de cristo. eis o maior exemplo de evangelizador.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

CONDUZIR A JESUS É SALVAR



Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.
1 Coríntios 9:22


Tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.
1 Timóteo 4:16

20. Saiba: aquele que fizer um pecador retroceder do seu erro salvará sua alma da morte e fará desaparecer uma multidão de pecados.
Tg. 5,20

 A Virgem deu à Luz permanecendo Virgem e adora a quem ela gerou. ( Antífona do dia 02 de fevereiro - Apresentação do Senhor no Templo)





          Só Jesus é o salvador e a salvação, mas todo aquele que conduz a  Jesus salva . Dentre todas as pessoas,  quem mais tem interesse em conduzir a Jesus do que Maria Santíssima, A Cheia da de Graça, a Mãe do Cristo? Ela o ama  como filho e  o adora como seu Senhor. Foi ela quem conduziu os servos em Caná, a Jesus. Foi ela quem o apresentou a Simeão e a Ana, quem o apresentou aos pastores e Magos. Foi em seu Ventre que Jesus encontrou João, o batista e foi por sua saudação que Isabel ficou Repleta do Espírito Santo. Maria nos salva com Cristo, Por Cristo e Em Cristo. Assim como Jesus quis unir a si os apóstolos para que cressem por meio deles, também une a si os seus servos para que estes  conduzam a Jesus e orem por seus irmãos na fé.
          Separar Maria de Jesus ou coloca-la contra Jesus é obra demoníaca. Só o diabo deseja colocar ódio entre o filho e mãe, entre os que adoram o Filho e desprezam a mãe dele, ou a  ignoraram, como se nenhuma importância tivesse.

         A Igreja jamais, seja por documentos ou palavras, colocou Maria no lugar de Cristo. Nunca! Nem em Concílios, nem em documentos, nem nos escritos dos santos padres a Igreja colocou Maria no lugar de Cristo ou deu a Maria um lugar indevido. Sempre a colocou unida a Jesus como unida ela está na maioria de suas imagens ou ícones. Com Jesus nos Braços. Sempre Jesus com Maria e nunca Maria sem Jesus. Eis a síntese da fé Católica.