terça-feira, 25 de novembro de 2014

Missa: O Rito do Sacrificio de Cristo




         A Missa é a renovação do Sacrifício do Calvário. Tudo na missa tem como objetivo manifestar o que Deus fez por nós em Cristo Jesus e não  o que somos  capazes de fazer por Ele.(palmas, danças, coreografias, etc.) Por isto a missa é um Rito, não no sentido de gestos e palavras vazias, de formulas sem sentido, mas de gestos que tem com objetivo transmitirem uma mensagem e vinculados ao sentido de sacrifício e não de festa ou evento da comunidade. Jesus também usou certos ritos ou gestos como colocar os dedos nos ouvidos de um surdo para que ouvisse; saliva e terra nos olhos de um cego para que enxergasse e mandou que os leprosos cumprissem a lei de Moisés mostrando-se- aos sacerdotes. Por isto a Igreja desenvolveu no decorrer da história formas para celebrar o Sacrifício do Senhor. Tudo na Missa, vestes, posição, gestos indicam a grandeza do sacrifício da cruz.
         Na missa o padre é servo e não o protagonista. Não cria, não inventa, não altera e nada acrescenta. Não se faz o centro. Porque ele não é o dono do rito para muda-lo conforme sua vontade. O rito pertence à Igreja. Não é para ele que deve se dirigir todos os olhares, mas para  o Altar,  Para Deus. Pois na missa queremos ver é Jesus e com os olhas da fé.  Cristo usa o padre, sua voz, seus sentidos, pois este age como se fosse Cristo. “In persona Christ”.

         O povo não sabia latim na Europa da Idade Média, mas  sabia o que era Missa mil veze mais do que os católicos de hoje. Santa Joana d´Arc, analfabeta, sabia que a Missa era o sacrifício que Jesus fez para nos libertar das penas eternas do inferno. Sabia que recebia o seu Salvador na comunhão e não só ela, mas todos os santos medievais, inclusive São  Francisco de Assis. Porque não basta saber a língua é preciso assimilar o sentido, o mistério. E quando se assimila o mistério da Missa, esta  pode ser em mandarim que o fiel entende. Porque a linguagem do amor é única e universal. E isto é a Missa . A Comunicação  de Amor de Deus por nós pelo seu Filho  Cristo  Jesus.

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Maria, quarta pessoa da Santíssima Trindade?








 





            Grosseria, ignorância, a afirmação dos protestantes que entendem que amar, celebrar, louvar, respeitar e  proclamar a santidade de Maria seja eleva-la a ser uma quarta pessoa da Santíssima Trindade.  Maria, de fato é a pessoa mais próxima de cada uma das pessoas da Santíssima Trindade; pois é a Filha predestinada por Deus Pai a gerar a semente da Mulher, Nosso Senhor Jesus Cristo. (Gn. 3,15); É a virgem que concebeu e deu à Luz o Verbo o Deus conosco (Is. 7,14) É a nova Criação em Cristo, pois sobre ela repousou o Espírito Santo assim como este mesmo Espírito, no Principio da primeira criação pairava sobre as águas. (Gn. 1,2) De modo que nenhuma outra pessoa humana deste mundo teve ralação mais próxima com cada uma das pessoas da Santíssima Trindade do que Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo.

domingo, 9 de novembro de 2014

Missa: O Rito e os novos ritos


 A Missa sob qualquer Rito é a memoria ou atualização do único e eterno sacrifico de Nosso Senhor Jesus Cristo no Calvário para remissão do pecado. Compete ao rito tornar mais evidente, o mais claro possível esta ideia de Sacrifício. Quanto mais aparecer o Calvário, o sacrifico, mas o rito é fiel ao significado da Santa Missa.

            Porem se por missa entender-se o encontro da comunidade para louvar, cantar e rezar compreende-se a variação do rito. Porque não se oferece a Deus um sacrifico, mas se propicia aos homens um encontro em comum com Deus. E esta é a ideia da Santa Ceia protestante; se reúnem pra recordar um ceia que Cristo realizou no passado. O Centro é a Assembleia e não Cristo que se doa e oferece ao Pai.  Por isto não há Santa ceia sem povo. Mas poderá haver sacrifício sem povo. Para haver uma missa basta o sacerdote que oferece a missa e a vitima. No caso a Igreja Católica sempre ensinou que o Sacerdote único é Cristo que age pelo sacerdote ou pelo padre e a vitima é também o próprio Cristo. Não havia necessidade de haver plateia no calvário para que houvesse o sacrifício de Cristo; bastava ele mesmo e Deus. Por isto, no passado havia a missa sem povo.

            Outra questão é a língua da missa.  Se a missa é para Deus não importa que seja num idioma entendido por todos. É ate mais conveniente que não seja assim  pois se evita dos padres colocarem tantas papalvas  desnecessárias na hora da missa. Cristo quando quis se dirigir ao Pai na hora de sua morte falou em uma língua que só Deus entendia. (Mt 27,46;Mc 15,34;) Porque Deus entende todas as línguas e o  que importa não é entender as palavras mas compreender o sentido. Os santos do passado  entediam  muito mais o sentido da missa, celebrada em latim,  do que muitas pessoas de hoje.

            Se a missa é oferenda de uma vítima a Deus não podem estar todos voltados para uma pessoa que prega. Isto é culto protestante não é missa. Devem estar todos voltados para a mesma direção. Não é para uma parede. Mas para o Altar.  De frente para Deus. O judeu quando queria orar a Deus ficava de frente  para o templo e não para o seu vizinho.( A comitiva quando vai falar com a autoridade  dá as costas para o povo e fala de frente para a autoridade. Ou será o povo, mas importante que Deus?

            Por isto a Igreja estabeleceu um Rito que deixa bem claro a ideia do sacrifício do Cristo. O Rito Damaso Gregoriano, erradamente chamado de missa em latim.  Porque a missa não é o  lugar para shows, para criatividade do celebrante ou da dita equipe celebrativa. É o culto da Adoração da Igreja, oferecida unicamente a Deus Pai. Pois é Cristo que se oferece ao Pai da mesma forma e com os mesmos sentimentos que fez no  calvário. Pular, dançar, bater palmas na missa é agir como os soldados e os fariseus aos pés da cruz que debochavam de Cristo e os soldados que faziam apostas com suas vestes. (Lc 23,34-38) Devemos ter na missa os sentimentos da Santa mãe de Cristo ao pé da cruz, do discípulo amado, das santas mulheres (Jo 19,25-27) e a confiança do bom ladrão (Lc 23,40-43) que ganhou o paraíso. Esta é sim a única e salutar foram de participar da santa Missa.