domingo, 29 de junho de 2014

A Nova Joana d´Arc



           Assim como são João Batista veio no espírito e poder de Elias, Teresinha de Liseux veio no Espírito e poder de Santa Joana d´Arc. Na verdade ela veio para nos revelar a verdadeira Joana d´Arc que estava escondida devida à sua missão guerreira durante a Guerra dos Cem anos. voltada para um missão específica, Joana não teve como mostrar a sua espiritualidade da confiança e do abandono à vontade de Deus.


          Em todas as referencias que Teresinha faz sobre Joana ou sobre a militância Católica há expressão semelhantes à de santa Joana d´Arc. Teresinha sentia-se um guerreiro. Queria ter combatido nas cruzadas para defender a fé cristã. Joanna disse o mesmo em seu julgamento. "Quanto à Igreja eu a amo e queria defende-la com todas as minhas forças para  bem de nossa fé cristã" Manifesta-se corajosa em meio as dificuldades e afirma lembrando Joana " No meio do fogo ninguém tinha mais coragem do que eu."

         Mas sob outro aspecto Teresinha como que aperfeiçoa Joana e por meio dela Joana mostra mais perfeição a vontade Deus. Uma dos fatos que a Santa guerreira menos aceitou de boa vontade foi sua prisão. ela mesma disse. "Nunca tive presa em lugar algum que não tivesse a imensa vontade de fugir." Teresinha ao contrario, aos 15 anos faz-se prisioneira de Jesus. E deste modo  quiçá tenha sido para revelar a prisão voluntaria no Carmelo pro amor a Jesus que Teresinha tenha vindo por intercessão de Santa Joana d´Arc?  A mesma Teresinha diz na História de uma alma que talvez deva toda a sua vontade de amar a Deus e servi-lo e as graças que recebe à intercessão de uma alma desconhecida. Na época de Teresinha Joana não era canonizada. Pode bem ser que a sua irmã de nação e fé, Santa Joana tenha sido a padroeira principal da carmelita de Liseux, com a qual ela se identifica formando com ela um mesmo esprito no sentido de Lucas 1,17, em referencia a João Batista  e Elias.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Separação entre a Igreja e Estado





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Quando Jesus diz “Dai a César o que é de César e a Deus oque é de Deus” não estava de forma alguma separando a Religião do Estado. Pelo contrário apenas definido os deveres do cidadão em relação a um e outro. No caso, cabe ao Estado receber impostos e Deus adoração absoluta, INCLUSIVE DO ESTADO. Pois toda autoridade vem de Deus como afirma São Paulo e o próprio Jesus a Pilatos: “Nenhum poder teria sobre mim se do Alto não te fosse dado.” É obrigação do Estado católico defender e incentivar Religião revelado por Deus, no caso a Católica. Por isto todos os papas até Pio X condenaram um Estado indiferente à verdadeira religião. A separação entre Igreja e Estado criou uma situação terrível para um governante cristão. Ele deve agir como se fosse duas pessoas. Sancionar a lei do Aborto ou casamento gay como governante e ir a missa como católico. Desta forma se condenar, pois um Estado de maioria católica pode eleger um governante cristão e seu deve como católico e cristão governar conforme as leis da Igreja. Não deve o Estado perseguir as outras religiões, mas tolerar estas tendo em vista evitar um mal maior, ou seja, a perseguição religiosa de pessoas individuais por causa de sua religião. Mas nunca favorecer de forma absoluta doutrinas falsas. No caso a educação deve sim ser Católica nas Escolas de um Estado Cristão, garantindo-se apenas aos alunos de outras religiões a não assistir as aulas de religião. Mas nunca um Estado Católico deve contratar um professor espirita ou umbandista para ensinar erro dentro de sus Escolas. Que os pais destes alunos ensinem sua religião em casa ou em sues templos. É desta forma que o Estado adora a D na pessoa de seus governantes e cumpre a ordem d Jesus dando a Deus o que é de Deus. A adoração absoluta na Religião revelada por Deus. - See more at: http://ocatequista.com.br/archives/13282#comments
Quando Jesus diz “Dai a César o que é de César e a Deus oque é de Deus” não estava de forma alguma separando a Religião do Estado. Pelo contrário apenas definido os deveres do cidadão em relação a um e outro. No caso, cabe ao Estado receber impostos e Deus adoração absoluta, INCLUSIVE DO ESTADO. Pois toda autoridade vem de Deus como afirma São Paulo e o próprio Jesus a Pilatos: “Nenhum poder teria sobre mim se do Alto não te fosse dado.” É obrigação do Estado católico defender e incentivar Religião revelado por Deus, no caso a Católica. Por isto todos os papas até Pio X condenaram um Estado indiferente à verdadeira religião. A separação entre Igreja e Estado criou uma situação terrível para um governante cristão. Ele deve agir como se fosse duas pessoas. Sancionar a lei do Aborto ou casamento gay como governante e ir a missa como católico. Desta forma se condenar, pois um Estado de maioria católica pode eleger um governante cristão e seu deve como católico e cristão governar conforme as leis da Igreja. Não deve o Estado perseguir as outras religiões, mas tolerar estas tendo em vista evitar um mal maior, ou seja, a perseguição religiosa de pessoas individuais por causa de sua religião. Mas nunca favorecer de forma absoluta doutrinas falsas. No caso a educação deve sim ser Católica nas Escolas de um Estado Cristão, garantindo-se apenas aos alunos de outras religiões a não assistir as aulas de religião. Mas nunca um Estado Católico deve contratar um professor espirita ou umbandista para ensinar erro dentro de sus Escolas. Que os pais destes alunos ensinem sua religião em casa ou em sues templos. É desta forma que o Estado adora a D na pessoa de seus governantes e cumpre a ordem d Jesus dando a Deus o que é de Deus. A adoração absoluta na Religião revelada por Deus. - See more at: http://ocatequista.com.br/archives/13282#comments

sábado, 7 de junho de 2014

Maria, Rainha dos Apóstolos?




     À primeira vista este título parece forçado. A Mãe de Jesus não pregou sobre Jesus e nem foi enviada para pregar. Nem se quer acompanhava Jesus com as santas mulheres que o assistiam. (Lc 8,2-3) Como poderia ser a mais importante e a maior de todos os Apóstolos? Considerando as narrativas da Encarnação do filho de Deus nos Evangelhos de Mateus e Lucas, entendemos que Maria foi a primeira, a saber, quem era Jesus e para  o que ele tinha sido enviado por Deus. Conforme Mateus ele, concebido pelo Espírito santo havia sido mandado por Deus para salvar o povo de Israel de seus pecados.(Mt 1,21) Em Lucas é anunciado a Maria que ele é o Messias herdeiro do trono de Davi, o Filho de deus, o Santo, o Rei de u reinado eterno.(Lc. 1,26-38) Embora Ela não soubesse de que forma ele iria desempenhar sua missão e ainda não fosse claro como seria a sua vitória sobre o pecado   e como ele receberia o seu Reino de Deus. Isto Maria soube aos poucos, iluminada pelo Espírito Santo.
         Considerado à luz do mistério da Encarnação do Verbo Eterno, o titulo Rainha dos Apóstolos tem um grande significado. Deus quis enviar o seu Filho feito de mulher, (Gl. 4,4) para que por meio dela o desse ao mundo. Quis que por meio dela João  o profeta, fosse cheio do Espírito Santo desde o ventre materno (Lc. 1,15.41) e que através dela os pastores e os magos adorassem Jesus. Nas bodas de Caná Maria se torna Eco da voz do Pai e como este na transfiguração (Mc 9,7) diz aos apóstolos “Fazei tudo o que ele vos disser,”(Jo. 2,5) antecipado desta forma a hora de Jesus e induzindo este a manifestar a sua glória para que os discípulos cressem.
         Este título indica que Maria não ordem do tempo foi a primeira apóstola de Jesus no sentido de trazê-lo aos homens. Dá-lo ao mundo. E a primeira a anunciar Jesus por sua fé obediência, a todos aos homens. Por isto ela está entre apóstolos e é a única pessoa mencionada nominalmente, além dos 12 no dia de pentecostes. (At 1,14) Os mesmos se encontravam com a as mulheres e com Maria, a mãe de Jesus amais fervorosa a e a mais dedicada de todos eles à causa de sue Filho. Por isto a Igreja a invoca com Rainha dos apóstolos na ladainha Mariana. Que a seu exemplo e sustentado por sua intercessão sejamos verdadeiros apóstolos de Cristo.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Filhos de Deus no Filho


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            Dentre todas as religiões, o Cristianismo é a única que nos eleva da situação de meras criaturas de Deus, à dignidade de Filhos de Deus. E não simplesmente por havermos sido criados por Deus. Mas por participarmos da própria vida de Deus em nós. Como afirma o apóstolo São Pedro em sua carta “somos participantes da natureza divina”. 1 Pd 1,4
            A modernidade entende que para ser filho de Deus basta haver sido criado por ele. Mas isto não é verdade segundo as Sagradas Escrituras. A criação de um homem, um invento, um robô, não o faz filho do seu inventor porque não participa de sua natureza humana. Mesmo que os homens não tenham sido feitos como deuses, como afirmam certas religiões pagãs, Deus as elevou pelo seu único Filho por natureza-Cristo- a uma dignidade superior a qualquer outra na Terra. A de sermos filhos adotivos em Cristo,
            O fato de se considerar o pagão, o herege, o ateu e todos os homens da Terra como Filho de Deus retira a originalidade do Cristianismo. E faz pensar que ser filho de Deus é algo comum. Corriqueiro. Mas nem mesmo o papa pode ter uma dignidade maior do que a de filho de Deus. Nem o homem mais poderoso do mundo é maior do que o Filho de Deus em Cristo. E não nascemos filhos de Deus. Nascemos mortos em nossos pecado e filhos da Ira. Ef. 2,3-4. Pelo batismo mediante a fé em Cristo nos tornarmos filho de Deus. Por isto o absoluto empenho dos missionários católicos em propiciar aos pagãos a conversão a Cristo. Pois o Filho de Deus se faz filho do Homem para nos fazer participar de sua dignidade de filho de Deus. Como afirma o apóstolo são João “... eis o grande amor de Deus por nós, em querer que sejamos de fato seus filhos”1 Jo 3,1 e o somos apenas por Cristo Nosso Senhor que sendo o unigênito de Deus nos enviou  o seu Espírito   para por Ele podermos dizer Abba Pai. (Gl. 4,4)
            A Atividade missionária tão intensa  antes na Igreja católica, que  levou a conquistar até os confins da terra para Cristo e a Igreja, não consistia em fazer proselitismo em vista de  aumentar o numero de católicos. Muitos santos deram a vida para oferecer o mais importante a todos os povos e fundamental aos homens. Torna-los Filhos de Deus pela graça mediante a fé. E foi isto que motivou os apóstolos a anunciarem em meios a sofrimentos e perseguições que em Cristo e por Cristo, temos a filiação divina. Que o mesmo Espírito inflame de novo a Igreja e a faça ter a coragem hoje,  de proclamar que os pagãos e não são filhos de Deus no pleno sentido cristão, mas meras criaturas de Deus, destinadas  a se tornarem filhos no Filho. Jo 1,12