quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PRIMEIRAMENTE, CATOLICO

Antes de seguir um carisma, um movimento eclesial, uma espiritualidade, o católico deve saber o que é ser católico, o que há de especifico da doutrina católica, o que deve crer e seguir como um simples católico leigo. Sim , porque todos os batizados, antes de assumirem uma vocação na Igreja Católica, foram primeiramente leigos. 
E o que distingue um cristão católico de um protestante, ortodoxo ou anglicano?  A devoção aos santos e o culto a Maria? Não! As características fundamentais e especificas do catolicismo, sobre a qual se fundamenta todos os dogmas e a liturgia católica são as seguintes:
1. Crer que Cristo deixou uma Instituição com autoridades por ele instituídas e que a mesma é assistida pelo Espírito Santo; tem nos bispos os sucessores dos apóstolos e no  Bispo de Roma, o sucessor de São Pedro, o primeiro entre os apóstolos, indicado pelo próprio Cristo como pastor supremo da Igreja, tanto dos cordeiros (Leigos) como das ovelhas (Os bispos );
2. Crer que por meio da Igreja, através dos sacramentos, Cristo nos transmite tanto a Graça inicial que nos justifica, no batismo apagando o pecado original em nossas almas, como as graças atuais, que nos faz progredir na perfeição, e confessar que a Santa missa é verdadeiro sacrifício; que Nosso Jesus Cristo está pessoalmente realmente presente todo inteiro sob as especies de pão e vinho, que após consagradas pela autoridade das palavras de Cristo, se tornam, o pão, Corpo de Cristo e o Vinho, seu verdadeiro sangue;
3. Viver conforme determina a Igreja, por meio de suas autoridades constituídas por Cristo,o que esta manda obedecer questões éticas, morais e sociais.  Exemplo: Para a Igreja, relações sexuais pré-matrimonias são pecados e não podem ser praticadas. 
Como saber se uma pessoa é verdadeiramente católica ou passou a ser católica após encontrar um grupo ou movimento? Simples. Se esta pessoa enquanto estava num grupo ou como postulante ou noviça (o) mudou a forma de se vestir, guardou a castidade, mas depois de sair voltou a se comportar como era antes, sem guardar a castidade e se limitando a ir a missa aos domingos, porém fazendo tudo o que uma pessoa do mundo  faz, então ela nunca foi e nem se tornou catolica. Eis o motivo porque vemos tantos padres e freiras e vocacionados à vida religiosa,que depois que a deixam  agem como todo o restante do povo católico, sem vida de orações, sem obedecer aos mandamentos da lei de Deus e praticando apenas o catolicismo social que todos praticam. É por isso que a pastoral vocacional em nossa época é praticamente sem eficácia, Pelo Simples fato, de que a maioria dos católicos não o ser de coração e convicção e devido a deficiência da catequese, e ao apoio da comunidade católica, aos que desejam viver como católicos fiéis.

domingo, 25 de setembro de 2011

CATOLICISMO ESOTERICO E EXOTERICO

Entendendo bem as palavras esotérico,no sentido de  externo, para todos, praticado, e exotérico, apenas no sentido de pouco conhecido, não popular, observei que há estas duas características no catolicismo. Ou estes dois aspectos. O mais conhecido e praticado pelo povo, que  também  podemos chamar de religiosidade popular. (Mas não a sadia e ortodoxa religiosidade popular.  A que nasce de um devoção sincera e desinteressada. ) Este é  o  catolicismo esotérico. O que é conhecido e praticado por movimentos da Igreja, ordens religiosas e por  religiosos, padres e consagrados, é o exotérico. Não no sentido de que a Igreja tenha uma doutrina que é conhecida apenas por um grupo especial. Não é neste sentido que utilizo a palavra exotérico. Mas no sentido de que uma parte de católicos, o vivem em  seu aspecto mais interno.E outra parte, esta grande maioria, o  vive no aspecto externo, que consiste em  costumes e tradições, sem haver mesmo  a consciência de participar de uma Igreja. De pertencer a uma instituição. É o catolicismo das festas dos padroeiros, das romarias, das orações aos santos milagreiros e das imagens milagrosas. O Catolicismo exotérico, a que poucos tem acesso, é o das espiritualidades. Como exemplo a Franciscana, beneditina, e outras;  é o da lectio Divina, do ensino dos padres da Igreja e dos escritos dos santo; da formação continua na doutrina católica, dos retiros e celebrações litúrgicas, principalmente do oficio divino. 
O católico que se converte a protestante geralmente é parte do catolicismo esotérico.  Deste só conhece a devoção aos santos e as romarias,os terços e as  missas de sétimo dia, casamentos e das celebrações  da semana santa. É este o catolicismo que também é conhecido por quem nasce no protestantismo. Ver apenas procissões, promessas e imagens, que para eles não têm nenhuma diferença das imagens dos ídolos pagãos. Mesmo que sejam imagens que representem o próprio Jesus Cristo.
A solução para fazer o catolicismo esotérico atingir o catolicismo interno, pouco conhecido, é catequizar nas festas populares. Exemplo. Em outubro, muitas paróquias celebram um dos santos mais populares do mundo e  do Ceará; até mais do que o padroeiro São José, que por aqui só tem muitos devotos, em tempo de seca, pois o povo se apega a ele pra pedir chuva. Na festa de São Francisco os padres deveriam aproveitar para mostrar o catolicismo dos santos padres, da leitura orante da Bíblia, dos mandamentos da Igreja e por certo, também o  da vida do Santo. Francisco deixou muitos escritos. Estes expressam o catolicismo puro, de quem teve um grande amor a Jesus e à Igreja.Que bom seria e certamente muito melhor, se deixássemos São Francisco pregar ao povo, lendo na hora da homilia um escrito dele. Sem duvida seria bem melhor do que  certas homilias de muitos padres. Desta forma, se chegaria a conhecer o São Francisco de carne e osso, católico como um de nós, cheio de amor para com Cristo e a Igreja e teria bem menos importância,  o São Francisco milagreiro que serve apenas para atender pedidos e receber em troca, pagamento de promessas. Queira Deus que os católicos de fora, sejam conduzidos para dentro da Igreja e descubram os tesouros escondidos que há nesta.

sábado, 24 de setembro de 2011

CRISTO JESUS, O UNICO SENHOR!


O cristianismo não é apenas adesão a uma doutrina. O que diferencia o cristianismo das outras religiões é que este é o relacionamento com uma pessoa. E não com um mestre, um sábio, um professor, ou alguem que veio para nos mostrar o caminho. É a relação com uma pessoa que se apresentou como o único caminho para Deus e que afirmou ser um só com o próprio Deus. Por isso o cristão não pode de forma alguma limitar a sua vida apenas aos valores humanistas de solidariedade, confraternização universal, paz, tolerância absoluta em nome de uma paz mundana, se para isto ela deixa Cristo enquanto pessoa de lado. Alguns poderão dizer: Mas Jesus disse: "Nem todo aquele que me chama Senhor, Senhor entrará no reino dos céus." Observemos porem, que Jesus diz isto para cristãos, ou seja para aqueles que já o reconhecem como Senhor. Quem não reconhece Jesus como Senhor não iriam dizer Senhor, Senhor. É uma alerta de Jesus para os que se dizem seus discípulos.  Pois a prova concreta do reconhecimento da autoridade de uma pessoa é pronta obediência. Cumprimos os mandamentos de Jesus porque o reconhecemos como uma pessoa de autoridade e somos seus servos. 
O Cristianismo em vista do que é Jesus, de sua própria pessoa, é sectário por si mesmo, se entendermos por sectarismo, separação, seção, rompimento com o mundo e os senhores do mundo. O sectarismo nocivo, maléfico, e anti cristão é aquele que visa a destruição do outro, que pretende elimina-lo, que não admite de forma alguma, pelo menos, um pouco da verdade em outras religiões.  O verdadeiro sectarismo tem como  objetivo tudo unificar em Cristo, trazer para Jesus as outras  ovelhas, que de boa vontade o seguem mesmo sem o conhecer. Expressa o desejo de Paulo diante do rei Agripa. "Quisera eu, que todos se tornassem cristãos. como eu, mas sem estas correntes."At 26, 29 O fervor missionário de conduzir almas a Cristo, este é o verdadeiro e legitimo sectarismo. Não é ecumenismo, cujo o objetivo é tornar o hindu, um hindu mais fervoroso, o muçulmano, um muçulmano mais fiel, Não! De forma alguma.  O cristão em nome do humanismo, da concórdia e convivência fraternal humana, nunca deixará ou poderá deixar de anunciar, como  o fez São Pedro: "Sob o céu, nenhum outro nome nos foi dado pelo qual possamos ser salvos."At 4,12 Jesus veio para dividir no sentido, de que depois dele, haverá os que o aceitam como Senhor e salvador e os que o rejeitam quer por não se converterem ou porque não o  obedecem.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

JESUS MAIS QUE UM MESTRE!

Se Jesus, houvesse apenas se limitado a ensinar sobre o amor ao próximo,o  perdão, misericórdia, compreensão,etc, não haveria problemas em relação a outros credo e religiões. Afinal, nossa época daqueles que pregam  tolerância e a paz entre todos. Mas Jesus não veio apenas para ensinar o que devemos fazer. Jesus também nos ensinou sobre a sua pessoa. Sobre quem ele é. E afirmou que deveríamos o aceitar como Senhor e não apenas como mestre. Que nossa obediência a ele se deve muito mais ao fato dele ser mestre e Senhor do que dele ser um grande sábio; Jesus ultrapassa a sua própria doutrina enquanto pessoa. Se houvesse ficado apenas no amai-vos uns aos outros" seria aceito, por judeus, ateus, descrentes, espíritas; aliás como o é por muitos destes. Mas estes aceitam Jesus pela metade. O Cristão aceita não só o que Cristo disse para que nós o fizéssemos, mas o que ele revelou sobre a sua pessoa. E Jesus afirmou que era o Filho,o único capaz d nos revelar Deus; o único caminho para Deus. Que aquele que o rejeita não pode ter Deus. Que toda a autoridade lhe foi dada no céu e na Terra. Que era o caminho, a verdade e a vida. (São tão fortes estas palavras que espíritas tentam atenua-las afirmando que Jesus quis dizer na verdade: Eu sou o caminho DA  verdade e da vida." Jesus nunca escondeu a plena consciência pessoal de ser mais do que um mestre. Um Rabi, um sábio. Por isso ele não pode ficar ao lado de Buda, de Confuncio, de Platão e outros. Estes foram grandes sábios e ensinaram condutas importantes para a humanidade. Mas Jesus apresentou-se como o Filho de Deus e com autoridade; autoridade vinda de sua natureza e consciência de ser Um com Deus. De ser o mediador entre a Divindade e os homens. Ele condicionou a obediência aos seu preceitos com a  aceitação da verdade sobre ele mesmo. "Quem me rejeita, rejeita aquele me enviou." Ora, segundo Jesus, aquele que enviou foi o Deus dos Judeus, o Deus único, a quem ele reconhece como  Pai dele. Apenas dele mesmo. Com quem ele tem uma relação jamais compartilhada por nenhuma outra criatura. Pois ninguém conhece o Pai (DEUS) a não ser Ele, o Filho, e só conhecerão, também o Pai aqueles a quem o filho quiser revelar. Jesus não acatou todas as religiões como certas. Nem mesmo a lei judaica, estabelecida pelo próprio Deus, foi para Jesus um empecilho em sua ação. Ele se diz Senhor do Sábado. Ele declara puros alimentos que eram considerados impuros pela lei dos Judeus. Se ele veio para cumprir a lei, estava  acima da lei , naquilo em que se referia a ritos e tradições. Certo, que reforçou a justiça, a misericórdia e a fidelidade, como essenciais frente a todo ritual. Mas também afirmou com absoluta certeza: Quem amar pai, mãe, irmãos e parentes MAIS do que A MIM  não é DIGNO DE MIM. Jesus estabeleceu para  ele mesmo o culto a sua pessoa. Se não fosse realmente quem diz ser, o Filho único de Deus sobre a terra, terá sido a pessoa MAIS megalomaníaca do mundo. 
Por isso o cristianismo, não é por si mesma, embora pregue o amor e a misericórdia, uma religião ecuménica. Porque a misericórdia e amor só tem sentido unidos a Jesus, fundamentadas na autoridade de Jesus. Aceitar a doutrina de Jesus e não acreditar no que Jesus disse sobre ele mesmo não é ser cristão. É ser humanista, eclético, esoterista, porem nunca cristão. A pessoa de Cristo, a sua natureza, está cima de toda sabedoria ou autoridade religiosa e esta impede por si mesma, de reunir Cristo no mesmo altar de Buda, Maomé, Confuncio e outros lideres religiosos. Cristo  é o único Senhor e  devemos por amor, e no amor a Cristo, pregar o que Jesus disse dele mesmo e não apenas a sua doutrina, que alguns selecionam, ficando só com o aspecto humanitário da mensagem de Cristo.
 Faz isto certos livros de auto ajuda ou que comentam sobre o mestre, dizendo que Jesus rompeu tabus, eliminou preconceitos. Que de certa forma   é verdade. Mas mesmo quando Jesus estabelece uma conversa com a Samaritana (conversa e não diálogo porque a Samaritana nada acrescentou ao que disse Jesus) ele elogia sua sinceridade, porem ao mesmo tempo diz: "Se soubessem que está aqui e quem te diz da-me de beber, Tu lhe pedirias uma água viva." Jesus se proclama para a samaritana maior que Jacó como o fizera antes em relação a Moisés e Abraão, os grandes lideres do povo Judeu. Ele jamais deixou de associar à sua pregação  a plena consciência do que era: Senhor e Filho de Deus. É o próprio Jesus, a sua pessoa e a sua consciência de si mesmo,  (a quem tantos anunciam como o mestre do amor, ) que impede qualquer forma de ecumenismo com religiões não cristãos. Qualquer convivência religiosa em que Jesus seja reduzido apenas a mais um mestre de sabedoria.. Perante a pessoa de Jesus, devem todos os mestres estarem curvados. Pois ele é realmente o que dele disse Tomé: SENHOR E DEUS!

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Para honra e gloria da Santissima Virgem , mãe de Deus!

Tenhamos para com a Santíssima Virgem um amor filial e a veneremos como manda a Igreja. Prestemos à Virgem Maria,  culto litúrgico da Igreja. Pois como já afirmei antes, o demônio, anjo astuto e enganador, tem como objetivo desviar nossa atenção da Bendita Virgem Maria e transferi-lo para uma imagem e um nome, que só muito remotamente, é ligado à pessoa da Virgem. Ao ponto de chegarmos ao cumulo de que toda a América Latina, ter como padroeira, várias imagens de Nossa Senhora, cada uma como  seu nome. E não a pessoa da própria Virgem. E o mesmo continente, ter como padroeira Nossa Senhora de Guadalupe. Que não é a padroeira do Brasil, pois deste país é Nossa Senhora Aparecida; que não é a padroeira do Chile, pois deste país é Nossa Senhora do Carmo, que não é a padroeira da Argentina, pois deste país é Nossa Senhora de Lujan; que não é a padroeira da Colômbia, pois deste país é Nossa Senhora de Chiquinquirá  e muitas outras; ao  ponto de acontecer, que se houver uma guerra entre o Brasil e a Argentina, o exercito brasileiro leva a imagem de Nossa Senhora Aparecida, e os Argentinos levariam a  de Lujan. Maria contra Maria? Não! Por que na cabeça dos soldados e dos brasileiros, a padroeira no caso é a imagem com aquele nome. Valendo o mesmo para os Argentinos. Se fossem conscientes de que ambos tem como padreira a mesma pessoa, a mãe de Deus, jamais fariam isto; Os títulos e as milhares de imagens que representam a Virgem ,devem ser atrelados, amarrados, vinculados, associados,  sempre com a pessoa da mãe de Jesus, em nossas orações, palavras e culto. De tal modo que se possa chamar de Nossa Senhora Aparecida ou da Conceição uma imagem de  Nossa Senhora do milagre de Cobre,a de Cuba,  já que ambas representam a mesma pessoa. Mas fazem isto? Não. E por que ? Porque a imagem é outra, o nome é outro e a história é outra; fica como se fosse uma outra santa. Isto é um evidente  resquício do culto  pagão deusas,  em que cada povo tinha as suas deusas. O Espírito Santo inspirou permitiu os títulos da Virgem, para que o culto as deusas fossem esquecido e resplandecesse apenas a  pessoa da mãe do Senhor. Há títulos litúrgicos, como Anunciação, Visitação e Assunção e outros com fundamento bíblico, mas são os menos populares.E  mais uma vez, o inimigo se aproveitando da ignorância e má intenção dos povos, fez com que o povo, novamente se voltasse para uma imagem especifica, um nome especifico e a lembrança e o amor à Virgem ficasse em segundo plano. Quase não sendo percebido. De modo que há na Igreja, o culto a Maria em si mesmo, e as milhares de devoções às imagens com seus nomes, a tal ponto que um devoto de Nossa Senhora da Penha, não sentir-se  devoto da Virgem Maria, mãe de Deus. O devoto gosta da imagem, associa o nome unicamente àquela imagem. E quando ouve falar na mãe de Deus Ele  lembra da Maria da Bíblia. Mas não o liga à sua devoção pela Nossa Senhora que ele gosta. Porem seu predileção é pela imagem que ele de certa forma nem entende como sendo apenas uma invocação, um nome para a mesma mãe de Jesus. É por isso que quase não ha conversão nestas festas populares ou romarias. O povo não se volta para Maria. E quando esquecemos a Mãe nos afastamos do Filho. O verdadeiro culto a Maria sempre nos lembra Jesus. Sempre nos mostra Jesus, o bendito fruto de seu ventre. Amemos Maria,  e honremos Maria. Isto é o essencial. Suas imagens e títulos deveriam ser o que menos importa. Ou melhor, sempre se deveria referir a uma imagem de Maria, como o maior e mais importante de todos os seus títulos: Esta é a imagem de Nossa Senhora, Mãe de Deus.

domingo, 18 de setembro de 2011

"...DE COSTAS PARA O POVO!"

A crítica mais comum de uma pessoa que ouvia a missa antes da reforma é esta. "O padre ficava de costas para o povo." Eu não sou do tempo da missa em latim e do padre de costas para o povo, como dizem. Mas fiquei me perguntando: Era esta critica feita pelas pessoas no tempo em que a missa era celebrada desta forma? Acredito que não. Todos sabiam na época que o padre ficava de costas porque era a forma em que era celebrada a missa. Além de esta ser em latim. E era em latim, também porque era missa. Se fosse um culto protestante ou de crente, como diz o nosso povão, seria em português.
            Compreendo, que o que fez o povo perceber. ou ficar indignado, com a o padre de costas, foi a missa nova. Foi o padre colocar-se para a assembleia e ficar frente a frente com o povo. Isto parece que despertou nos católicos, algo que eles não sabiam por que era daquela forma. Foi como se descobrissem. “Nossa! Eles davam as costas para a gente e nós nem percebíamos esta falta de educação.” Ou no dizer de um bispo: "O padre falava para uma parede" (só lembrando, que na frente da parede, ficava o sacrário, com o Cristo realmente presente, como pão que desceu do céu) Se não fosse pela reforma de Paulo VI, o povo sempre iria entender que o padre estava de costa, porque celebrava uma missa católica romana. E celebrava em latim, porque era uma missa católica romana. Com a radical reforma litúrgica, foi como se este tempo todo o povo não houvesse descoberto a verdadeira missa ou esta estivesse no mínimo equivocada. Agora o  padre pode falar para povo e o povo olha para o padre. Este não fica de costas e de frente para o santo, como eu ouvi um guia explicando na Igreja em Petrópolis. Então, a reforma litúrgica para muitos católicos, veio para corrigir um aparente  erro de mil e poucos anos. Um gesto para o qual talvez não houvesse explicação. O catecismo afirmava sem dúvida que a missa era o sacrifício incruento da cruz. Sacrifico sem morte ou efusão de sangue. Mas não é do meu conhecimento que tenham explicado  o porque do latim e o padre ficar de costas para o povo na celebração da missa. Estão explicando agora, com o retorno da missa antiga. Porem no tempo em que se rezava numa língua em que ninguém entendia, e o padre mal educadamente dava as costas para o povo creio que não houve explicação sobre isto. Foi desta forma que foi recebida a reforma litúrgica. Como uma correção. Comprova isto, que são os que eram do tempo da missa antiga, os que mais a criticam. Minhas tias e meus conhecidos nunca se esquecem da famosa frase. "O padre de costas para o povo." É até mais falada do que a questão do latim. Embora este também  seja agora considerado pelos mais antigos, e pelos novos padres como um absurdo. Uma língua para ninguém entender. Nem lembram que Deus entende todas as línguas.
            Todas estas criticas, estas descobertas para muitos, absurdos no rito de Igreja católica antigo, vieram a ser percebidas depois novo missal. Antes, não! Antes era missa. Sim, havia movimentos por uma reforma litúrgica antes do Vaticano II. Mas restrita a alguns bispos e padres e a certos países e esta não chegou  as paróquias mais distantes e  ao povo de forma geral. A ausência, na época de uma explicação do rito da missa e a descoberta de que certas atitudes do padre não foram explicadas foram esclarecidas pelo novo missal. Era desrespeito para com o povo. "Ele ficava de costas para a gente... e nós nem nos demos conta disso. Só agora, só depois de 1970, a Igreja mostrou que o padre deveria ficar de frente para povo. Encarando o povo." Não foi esta a mensagem e talvez  provavelmente o  objetivo dos que fizeram a reforma da missa? Denegrir ou no mínimo deixar duvidas na mente dos fiéis sobre certas atitudes na missa que aparentemente  não faziam sentido? O  que a reforma da missa do Vaticano II passou ao povo,  foi que o padre de costas e o latim não eram conveniente, não faziam sentido. Foi desta foram o povo entendeu. Sim esta foi a mensagem do novo modo de celebrar a missa.
            Mas tudo isto acontece depenado da compreensão do que seja missa. O que é a missa? Se for uma palestra sobre Deus, uma exortação para o povo de Deus, realmente seria muita falta de educação falar de costas para esta assembleia reunida. Mas é a missa uma palestra, um discurso sobre Deus e um grupo, que se reúne para rezar juntos a Deus com o padre? Não! Se a missa for o ato de culto a Deus, o oferecimento de um sacrifício perfeito, em que a oferta maior é o próprio Jesus; se a missa for como uma comitiva, que tendo o padre a frente, vai oferecer a Deus, o cordeiro imaculado, não teria sentido o padre ficar de frente para o povo, e de costas para aquele a quem vai se oferecido o sacrifício. Que comitiva que se dirige a uma autoridade, fica de costas para esta, quando o representante desta, se comunica com ela? Nesta terra nenhuma. Este sim, seria o verdadeiro desrespeito do povo para com Deus, ao fazer a  oferta a Deus da hóstia pura, o próprio Cristo Jesus. Ficar de costas para Ele. Fica aí a  reflexão!
            Entendi que mudar a posição do sacerdote no rito novo trouxe muitos mais problemas do que o uso da língua nacional ou português. O missal poderia muito ter sido traduzido para o português e a missa ser celebrada na língua do povo no rito antigo sem mudar uma palavra. Teríamos bem menos abusos e confusões. Infelizmente, quiseram ir muito, além disso. Os frutos desta mudança estão patentes: confusão, incompreensão do rito anterior, explicações do antigo rito no fora do tempo em que fora necessário e só em virtude da volta deste; ou por causa da missa nova. Invenções dos padres, que de certa forma, se tornaram os donos da missa e fabricam a cada dia o seu ritozinho pessoal.  A missa é para Deus. É culto de Adoração exclusivo a Deus. Eis o que transmitia a posição do padre rito  Gregoriano ou em latim.  Hoje a missa é uma reunião festiva da comunidade que louva a Deus, em que o padre valoriza o povo e fala para o povo SOBRE DEUS E NÃO COM DEUS;  eis o que trouxe o novo rito do Vaticano II.
Queira Deus que voltemos a unidade litúrgica na Santa Igreja Católica. E que Deus, por seu poder e amor, faça que a missa seja apenas o que deve ser: Missa! Sacrifício, Adoração ao Pai pelo Filho, no Espírito Santo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A GLORIA DE CRISTO VEIO PELA CRUZ!

Hoje é o dia da exaltação da Santa Cruz. Só o amor absoluto e redentor de Deus, poderia fazer de um instrumento de morte e condenação, o simbolo da vitória da vida sobre a morte, e sobre o pecado. Só Jesus, aceitando morrer como um criminoso na cruz, poderia fazer da cruz, o maior símbolo de amor e doação, que  nenhuma outra religião  da terra tem. Nós nos gloriamos na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! Pois foi por meio dela, que ele quis entrar em sua eterna glória, e por ela nos retirar do império das trevas e nos levar para o reino de Deus. A cruz foi o conforto dos mártires na hora da morte. E Santa Joana d´Arc, conforme várias testemunhas, no dia se sua morte no fogo, pediu um cruz para ter sempre diante dos olhos; antes que esta chegasse, um guerreiro inglês, fez uma pequena cruz, amarrando, dois gravetos da lenha da fogueira e a entregou. Ela beijou esta cruz improvisada e a colocou no seio. Eu tenho uma imitação desta cruz em meu pescoço, pois mandei que um artesão a fizesse. Ela é pequena e frágil e amarrada, como há outras por aí de metal ou prata, em que os cordões são desenhados. Santa Joana tinha uma grande devoção à paixão de Cristo. E morreu gritando o nome de Jesus, o grito do nome que foi vitorioso na cruz. Tal como ela, mais vitoriosa na fogueira, do que nos campos de batalhas, na luta pela França.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

IRA SANTA E IRA PECADO

"Se vos irardes não pequeis..." Ef  4,26

Como podemos nos irar e não pecar, como escreveu em sua carta São Paulo aos Efésios? Não é a ira um dos pecados capitais? Entendendo a Ira como ódio ou desejo de destruição do próximo  como raiva alimentanda e o propósito de vingança, esta é sempre pecado. Mas a ira que nasce do zelo por Deus, tal como a de Elias e dos profestas; a Ira que é a expressão de indignação perante um terrível injustiça, esta não conduz ao pecado. Nosso Senhor Jesus Cristo, manso e humilde coração, em certas ocasiões manifestou este zelo santo, esta santa indignação. Na expulsão dos vendedores no templo e perante a dureza de coração dos fariseus quando da cura do homem da mão seca. O Evangelista afirma que Cristo revoltou-se por dentro, frente a tanta falta de caridade, porque o dia era sábado. Marcos 3,5
Esta santa Ira, esteve presente entre os santos que pelo zelo da fé pregaram cruzadas , como São Bernardo, São João de Capistrano. Mas de uma forma mais evidente e unida à própria missão, ao amor, ela mostrou-se na guerreira  Santa Joana d´Arc. A unica dentre todos os santos católicos que teve a coragem e a firmeza de dizer fora mandada à guerra pelo próprio príncipe da Paz, por Cristo. A Igreja canonizou muitos santos guerreiros, entre estes São Luis, rei da França e São Fernando rei da Espanha recentemente, São Nunes alvares, um português que lutou por questões apenas  politicas  contra a Espanha.. Mas só Santa Joana d´Arc santificou-se pela obediência à vontade de Deus na guerra, sua missão foi fazer justiça pela guerra, para expulsar os invasores de sua terra oprimida. De certo que não foi por se guerreira que a Igreja a canonizou ou pela a guerra em si. Mas lembremos de que não haveria a Santa Joana d´Arc, que na fogueira perdoou os inimigos, se antes não houvesse existindo a Donzela, a Virgem Guerreira, enviada pelo Altíssimo. Perante a vontade de Deus, que para ela consistia em que os invasores saíssem da França, ela se tornara guerreira. A sua ira é santa na pois não  visa não a morte do inimigo. Mas que tenha a sua vida salva, saindo sem demora da França como ela mesma disse, porque tudo eles haveriam de perder ficando por lá. Inclusive a vida. Esta ira, que nada mais é que o zelo pela justiça e pela glória de Deus, não é pecado. Mas pode se tornar pecado se o foco for a destruição do outro por ódio à sua pessoa. Se for alimentada pela vingança e pelo desprezo. Por isto, São Paulo em sua carta continua:" Não se ponha o sol sobre a vossa ira." Ef. 4,26 Peçamos ao Senhor o zelo santo e a indignação frente a injustiça e o mal, mas que também nos livre da Ira como pecado. Que não se ponho o sol, ou seja, esta vida, estando o nosso coração cheio de rancor.

sábado, 10 de setembro de 2011

FIÉIS NA PROVAÇÃO

Perante leis que vão de encontro aos princípios cristãos e católicos, se realmente somos católicos de verdade, não há outra alternativa a não ser a dos primeiros mártires cristãos perante o Império romano pagão: desobediência civil. Um médico católico mesmo com o perigo de perder o emprego jamais fará um aborto; um juiz católicos nunca realizará o casamento de um para de homens ou de mulheres, um professor não irá estimular seus alunos a pegarem camisinhas na Escola em maquinas para isto e até se colocará prontamente contra apologia ao sexo liberado.. Estejamos preparados porque o mundo caminha cada vez mais para um secularização radical em que a religião cristã e a Igreja Católica será poderá ser praticado entre quatro paredes sem direitos à voz politica. Certamente haverá espaço para apoio aos católicos que lideram gritos de excluídos e marchas pela terra, chamando-as de romaria. Porque estes católicos incluem todos os que são inimigos da Igreja de Cristo e como tais são falsos apóstolos, como diz São Paulo:"Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo."2 Cor 11,13. Foi justamente por não se misturar, ou aceitar os costumes, do Império romano pagão, que os cristãos foram perseguidos. Por não admitirem adorar outro Senhor a não ser Cristo Jesus. Esta é a doutrina e a pratica da Realeza Social de Jesus Cristo. Dizer que Jesus reina no meu coração é fácil. Deixar ele reinar em minha vida é um ato de heroísmo, e que só pela força da graça que ele nos dar, se formos sinceros neste propósito, havermos de conseguir. Viva o Cristo, Rei!

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

ARTIMANHAS DO DEMÔNIO PARA NOS AFASTAR DA VERDADEIRA DEVOÇÃO A VIRGEM MARIA

No dia que a Igreja de Cristo celebra a vinda a este mundo, daquela que fora profetizada e predestinada a ser a mãe do Salvador (08 de setembro) eu os convido a uma reflexão séria sobre a religiosidade popular em relação à Santíssima Virgem Maria. Deixo antes, bem claro, que não recuso a devoção sincera e carinhosa do nosso povo por nomes e certas imagens de Nossa Senhora. Aceito o culto à santíssima Virgem como o ensina e o recomenda a Igreja. Apenas, desejo alertar para as artimanhas do espírito maligno, que se aproveitando da ignorância religiosa e do apego ao mundo, de certos ditos devotos da mãe santíssima, os desvirtua e as separa da pessoa da própria Virgem. Não sou um devoto escrupuloso, apontado por São Luís de Montfort, que ver como exagero ou diminuição do culto ao Filho, qualquer invocação ou oração à Bendita mãe de Deus. De forma alguma! Tenho para com Maria Santíssima uma relação filial, pois a reconheço como minha mãe em particular, e a venero como a mais perfeita dentre todos os salvos por Cristo. A mais elevada das criaturas, abaixo somente da santa e real humanidade de Jesus de Nazaré, verdadeiramente homem. Fico horrorizado quando protestantes escrevem e pregam que o próprio demônio se disfarça de Maria e aparece as pessoas para desvia-las de Jesus. Como o filho permitira que a sua própria mãe fosse causa de perdição eterna para milhares de almas que a amam tanto? Mas o próprio São Luís reconhece que este espírito do mal usa de artimanhas para favorecer uma falsa devoção a Nossa Senhora. E o que faz para que isto aconteça? Primeiramente ele procura separar da pessoa da Santa Virgem os títulos e imagens que os representam. Explico: Muitas pessoas são devotas de Nossa Senhora da Cabeça. Invocam Nossa Senhora da Cabeça para se curar de dores de cabeça e compram a imagem para poder ter mais força de alcançar esta graça; outras se declaram devotas de Nossa Senhora de Loretto e só pede a ela que os proteja em viagens de avião; Já outras, são devotas de Nossa Senhora desatadora dos nós e se apegam à sua imagem para resolver problemas pessoais, os tais nós da vida. E a lista é infindável. Porem, dentre estas pessoas poucas  associam à devoção a Santa Mãe de Jesus.  Quando se referem a Nossa Senhora sem determinação de um título, lembram-se da mãe do Senhor, mas quando se dizem devotas de um nome ou invocação tem em mente a imagem que o representa, ou a proteção que este nome oferece. É assim que se separa o culto à Santa Mãe de Deus de sua pessoa e o direcionam para uma imagem com tal nome, ou poder de resolver determinado problema, geralmente de ordem material. Vejam que as aparições da Virgem em Fátima, levou o povo a venerar a imagem e a se vestir de branco todo dia 13 de cada mês e ir a missa as 12 horas. Faltam a missa no domingo, mas uma vez no mês,  vão a missa às 12 horas. Veneram a imagem da Senhora de Branco e a   veem como se fosse outra santa, se esta imagem estiver ao lado da imagem Aparecida, que é uma imagem de Nossa Senhora da conceição; não tão bonita e bela artisticamente como a representação da Virgem em Fátima. Estas pessoas são devotas de uma imagem e de um nome que "acidentalmente" está ligado à Santa Virgem. Digo, acidentalmente, no sentido de que não é feita esta associação com a Virgem Maria de forma constante e clara; até porque o mais importante, a mensagem deixada por Nossa Senhora, é esquecida. Ela não pediu para que se vestissem de branco todo dia 13 e fossem a missa só uma vez no mês e neste dia as doze horas. Esta foi a artimanha do demônio para deixar em segundo plano a mensagem que foi de oração e conversão. Nossa Senhora pediu em Fátima para que rezassem pelos pecadores e não ofendêssemos mais o Nosso Senhor. E isto não é lembrado. O que mais há são atos externos como procissões, recitações mecânicas de terços e mais terços e nada mais. E porque não ocorrem conversões? Simplesmente porque foi separado da pessoa da Virgem o culto ao titulo. É como se este fosse outra pessoa. O mesmo acontece com o culto à Nossa Senhora Aparecida. Quando o Brasil está com problemas nos dirigimos a Nossa Senhora Aparecida. Só que na cabeça do povo, Nossa Senhora Aparecida, é uma imagem que apareceu nas águas de um rio. Não há uma ligação clara e explicita com a mãe de Deus.  Esta foi uma forma que o demônio encontrou de separar novamente o culto do titulo do pessoa que o representa. Saibamos que geralmente os pedidos e as invocações as imagens de Nossa Senhora são para arranjar emprego, dinheiro, marido, saúde e trabalho; poucos pedem a conversão e o perdão dos pecados ou se firmam no propósito de mudar de vida. Romeiros vão pagar suas promessas, ouvem missas e depois vão aos bares e festas beber e até se entregar à luxuria.  Esta é a falsa devoção e o falso culto a Santíssima Virgem. Porem, é isto  que é o mais popular. É preciso sempre vincular as invocações a Santa Virgem à sua pessoa. E nem é preciso recorrer a um nome especifico dado à Virgem para pedir pelo Brasil. Peçamos, Santa Virgem Maria, padroeira do Brasil proteja nossa pátria que no dia 07 de setembro, completou 189 anos de independência. A imagem aparecida não foi outra santa que nos foi dada e nem outra padroeira. Foi um sinal de que o culto à imaculada conceição era agradável a Maria, e ela quis mostrar esta gratidão nos dado uma simples imagem que representa o mistério de sua imaculada conceição. Mas este culto foi totalmente desviado para imagem, como se ela tivesse um poder em si mesma. Neste blog foi escolhida esta imagem para representar Nossa Senhora, não porque esta imagem seja a padroeira do Brasil. Não! A padroeira do Brasil é a pessoa da Santíssima Virgem. A imagem apenas mostra que ela quer ser venerada sob esta representação por nós brasileiros. Mas ele foi desligado da pessoa de Maria na devoção popular e do seu titulo original: Nossa Senhora da conceição. O Brasil sempre teve para com Nossa Senhora da Conceição um culto especial. O  titulo superava qualquer imagem que o representava. Isto deveria ter continuado, bastando para isso que a imagem aparecida nas águas, fosse oficialmente o símbolo desta invocação no Brasil e que em cada paróquia dedicada a Nossa Senhora da Conceição,  houvesse uma replica desta imagem aparecida. Assim ficaria unido titulo e imagem com a pessoa da Santíssima virgem. O mesmo vale para todos os outros títulos e representações. Tenhamos cuidado, pois é desta forma sutil, que o inimigo, se aproveitando de nossos defeitos, procura separar de Maria o culto prestado aos seu títulos e imagens; porque ele sabe, que a verdadeira devoção a Maria, sempre irá nos conduzir à Jesus, nosso Salvador.

EXPLICANDO

Peço desculpas aos leitores do Blog pelo atraso na publicação dos comentários.  É que eu havia esquecido que os coloquei para moderação e só os o li casualmente,  pois não vi nenhum aviso para os ler e liberar. Agradeço a compreensão.

ORAÇÃO SEMANAL COM A FAMILIA - UM MODELO


INVOCAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO
 LEITOR: Vinde, Ó  Espírito Santo, enchei os corações dos vossos fiéis e acendei neles o fogo do Vosso amor.
TODOS:   Enviai, Senhor, o Vosso Espírito, e tudo será criado, e renovareis a face da terra. 
Oremos
TODOS: Ó Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis com a luz do Espírito Santo,
fazei que apreciemos corretamente todas as coisas e gozemos sempre de sua consolação.
Por Cristo, Senhor nosso.
TODOS: Amém.
PROFISSÃO DA FÉ CATÓLICA
Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os séculos, Deus de Deus, Luz da luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, gerado, não feito, e da mesma substância do Pai. Por Ele todas as coisas foram feitas. E, por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus: Se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem. Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou dos mortos ao terceiro dia, conforme as Escrituras; E subiu aos céus, onde está assentado à direita de Deus Pai. Donde há de vir, em glória, para julgar os vivos e os mortos; e o Seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor e fonte de vida, que procede do Pai (e do Filho);e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: Ele falou pelos profetas. Creio na Igreja Una, Santa, Católica e Apostólica. Confesso um só batismo para remissão dos pecados. Espero a ressurreição dos mortos; E a vida do mundo vindouro. Amém.
RECITAR A ORAÇÃO DO SENHOR: (O pai Nosso)
LEITURA DA PALAVRA DE DEUS (Um versículo apenas do Evangelho ou das Cartas dos apóstolos.)
01 MINUTO DE SILENCIO (Pedir no coração, para que o Espírito Santo nos ilumine e faça a palavra de Deus produzir em nós, bons frutos.)
RECITAR A SAUDAÇÃO DO ANJO A MARIA ( Conhecida Ave-Maria)
Ave, Maria cheia de graça!   O Senhor é convosco.  Bendita sois Vós entre as mulheres,  e bendito é o fruto de vosso ventre, Jesus.  Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte.
Todos: Mãe de Deus e da Igreja abençoai nossa família. Nossos irmãos, santos de devoção das pessoas desta casa, roguem por nossa família, para que a exemplo vosso sejamos fiéis a Cristo Nosso Senhor.  Amém.
LEITOR: Que o Senhor nos abençoe nos livre de todo mal proteja as pessoas que moram nesta casa e nos conduza todos juntos à Vida Eterna.
TODOS: AMÉM

terça-feira, 6 de setembro de 2011

AMIGOS DE CRISTO REI

Sejamos amigos da Realeza de Cristo. Como? Obedecendo a ele por amor e gratidão. "Vocês sereis os meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando."
Por amor ao reconhecermos que, sem que tivéssemos feitos antes nenhuma boa obra, apenas por sua obediência ao Pai Eterno, Ele nos retirou do poder do pecado e da morte e nos livrou das penas eternas do inferno. E por gratidão, por ele nos dar todos os meios necessários para nos mantermos na salvação e frutificar em boas obras. Mesmo pecando, pelo sacramento da confissão, Jesus nos perdoa e purifica, e nos fortalece pelo sacramento de seu Santíssimo corpo e sangue na Santa missa.
"...e em tudo aquilo que nossa natureza tiver menor possibilidades, roguemos ao Senhor que ordene à sua graça que nos preste auxilio." Regra de São Bento prólogo, 41
'Penso que faço melhor, obedecendo e servindo ao meu soberano Senhor, isto é, a Deus." Santa Joana d´Arc

domingo, 4 de setembro de 2011

UM TEMPINHO PARA DEUS

Cada família deste país, que se declara católica, separa um tempo em família para a oração? Ou se limita a ir a missa aos domingos, ou domingo sim e outro não, sem as disposições interiores para a santa missa? Por que embora a  missa tenha valor infinito em si mesma, por ser o mesmo sacrifício de Cristo ao Pai Eterno,sem estarmos conscientes deste significado, esta pode ser mais um evento social da semana. É preciso uma vida de oração individual e familiar. Não seria possível, pelo menos uma vez na semana (aos domingos antes da missa ou no sábado anterior) reunir só as pessoas da casa, invocar o Espírito Santo, rezar o Credo Niceno constantinopolitano, o credo maior, 1 Pai-Nosso,  ler para guardar no coração, um versículo da Palavra de Deus, seja dos Evangelhos ou cartas dos apóstolos, e silenciar, pedindo ao Espírito Santo, que faça esta palavra produzir frutos em nós? Nada de comentários. Nada de catequese. Apenas silencio e oração. E entrega total a Deus de nossa vontade. Da nossa Semana. Tentarei fazer isto junto aos meus parentes. Fica a sugestão. Espero que alguém inicie e compartilhe com todos o seu pequeno apostolado, que sendo sincero, e de reta intenção, será grande aos olhos de Deus. Já que para nossos familiares somos inteiramente conhecidos, eles sabem todos nossos defeitos; a única forma de apostolado entre familiares  é pelo  exemplo e a oração. Fica a sugestão. Peçam a Deus por mim e por esta. Amém.

sábado, 3 de setembro de 2011

São Gregório Papa (590-604)

Hoje no calendário litúrgico a Igreja convida a celebrar a memória de São Gregório Magno. Ele escreveu o Livro os Diálogos e no segundo livro desta obra nos conta os milagres de São Bento de Nursia. É ele também quem informa que São Bento escreveu uma regra para os monges. São estas as suas palavras: “Apraz-me, Pedro, narrar ainda muitas coisas deste venerável Pai; algumas, porém, de propósito as omito, pois devo apressar-me a relatar os efeitos de outros. Todavia, uma coisa não quero que ignores, isto é, que o homem de Deus, entre tantas coisas maravilhosas com que luziu no mundo, também não pouco brilhou pelo verbo da doutrina. Escreveu, com efeito, uma Regra de Monges, notável pelo espírito de discernimento e clara pela linguagem. Se, pois, alguém quiser conhecer mais exatamente os costumes e a vida do santo Pai, poderá encontrar nos preceitos dessa Regra todas as ações que ele praticou como Mestre, pois o santo varão de modo nenhum pôde ensinar outra coisa que o que ele mesmo viveu.” Então para conhecer melhor são Bento é preciso ler a regra que o mesmo escreveu. Esta pode ser encontrada neste endereço: http://www.osb.org.br/regra.html Que são gregório Magno, que soube viver no espírito de Serviço e de autoridade o ministério pastoral, confiado por Jesus ao apóstolo Pedro, alcance do Espírito Santo luz e firmeza ao Papa Bento atualmente, o servo dos servos de Deus,  na sé Apostólica de Roma.