segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Eis que renovo todas as coisas. (Ap 21,5)

       
        Reinai Senhor Jesus, Mestre;  sois o  verdadeiro caminho , a única Verdade e a verdadeira  Vida. Reinai sobre os governos do mundo, sobre as famílias, sobre as pessoas individualmente. Só vós sois o Senhor da história e o destino das nações está em vossas mãos.
       Concedei aos seguidores do Movimento dos Amigos da Realeza de Cristo (A vossa eterna e soberana Realeza), a seus familiares e amigos, um 20123 de verdadeira fé, entusiasmo e perseverança no amor à vossa absoluta e eterna soberania. Que triunfe a Igreja sobre todos os que a odeiam e que venha  a nós o Vosso eterno Reino.

sábado, 29 de dezembro de 2012

AFINAL DE CONTAS, O QUE ESPERAMOS?



            Estamos próximos ao inicio de um novo ciclo. repete-se as datas comemorativas, a rotina do trabalho, as festas, as dificuldades. Afinal o que esperamos  a cada novo ano? Os da esquerda esperam o paraíso marxista em que os pobres ficarem mais pobres e os ricos empobrecerem e só  Estado ficar rico. Os liberais esperam a permissividade sexual sem limites. Toda forma de prazer (e não de amor) deve ser permitida. Os capitalistas esperam que os pobres esperem cada vez mais o céu depois desta vida e se conformem com sua pobreza. Afinal para estes consumir é o primeiro e maior mandamento.
            Os progressistas modernistas continuarão falando de projeto de Deus, Reino de Deus (feito pelo homem  que fique bem claro). Reino sem um rei e sem autoridade absoluta sobre todos. Reino que indica um projeto político fracassado que trouxe mortes, misérias e perseguições. Como se Deus tivesse projetos e não desígnios Deus não precisa de nós para realizar os seus desígnios. Passarão o céu e aterra, com seus anos e novos calendários, mas suas palavras nunca passaram.
            Para o cristão fiel um novo ano e mais um oportunidade para nesta Terra amar e esperar pelo Reino de Deus que já estar no meio de nós e que virá apesar de seus inimigos. Competi aos cristãos viver como se já estivesse neste reino de verdade, justiça e paz. Verdade de que Deus é o Senhor da história. Que Deus tem desígnios que se tornarão realidades  e não projetos. Projetos quem tem são os homens e tem tantos projetos que mudam estes como mudam de roupa. O projeto do cristão é adorar e servir a Deus. Competi a este transformar esse propósito, melhor dizendo em realidade. Porque não se faz um ano novo. Não há nada de novo debaixo do sol, escreve o Eclesiástico.. Mas Deus faz novos nossos corações. Ele é o único que renova todas as coisas. Inclusive o mundo. O novo mundo que não virá por causa dos que lutam por implantar um reino do homem e para homem, sustentados e inspirados por ideologias dos homens. Um reino da foice e do martelo ou do dólar. Não queremos este reino. Já temos o Reino de Cristo e este nos basta.
Feliz vida nova no próximo ano. Vem Senhor Jesus.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

A PAZ SEGUNDO O PAPA BENTO XVI

Parte do discurso do Papa Bento XVI para o dia mundial da paz. 01 de janeiro de 2013.

"Obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida na sua integridade
4. Caminho para a consecução do bem comum e da paz é, antes de mais nada, o respeito pela vida humana, considerada na multiplicidade dos seus aspectos, a começar da concepção, passando pelo seu desenvolvimento até ao fim natural. Assim, os verdadeiros obreiros da paz são aqueles que amam, defendem e promovem a vida humana em todas as suas dimensões: pessoal, comunitária e transcendente. A vida em plenitude é o ápice da paz. Quem deseja a paz não pode tolerar atentados e crimes contra a vida.
Aqueles que não apreciam suficientemente o valor da vida humana, chegando a defender, por exemplo, a liberalização do aborto, talvez não se dêem conta de que assim estão a propor a prossecução duma paz ilusória. A fuga das responsabilidades, que deprecia a pessoa humana, e mais ainda o assassinato de um ser humano indefeso e inocente nunca poderão gerar felicidade nem a paz. Na verdade, como se pode pensar em realizar a paz, o desenvolvimento integral dos povos ou a própria salvaguarda do ambiente, sem estar tutelado o direito à vida dos mais frágeis, a começar pelos nascituros? Qualquer lesão à vida, de modo especial na sua origem, provoca inevitavelmente danos irreparáveis ao desenvolvimento, à paz, ao ambiente. Tão-pouco é justo codificar ardilosamente falsos direitos ou opções que, baseados numa visão redutiva e relativista do ser humano e com o hábil recurso a expressões ambíguas tendentes a favorecer um suposto direito ao aborto e à eutanásia, ameaçam o direito fundamental à vida.
Também a estrutura natural do matrimónio, como união entre um homem e uma mulher, deve ser reconhecida e promovida contra as tentativas de a tornar, juridicamente, equivalente a formas radicalmente diversas de união que, na realidade, a prejudicam e contribuem para a sua desestabilização, obscurecendo o seu carácter peculiar e a sua insubstituível função social.
Estes princípios não são verdades de fé, nem uma mera derivação do direito à liberdade religiosa; mas estão inscritos na própria natureza humana – sendo reconhecíveis pela razão – e consequentemente comuns a toda a humanidade. Por conseguinte, a acção da Igreja para os promover não tem carácter confessional, mas dirige-se a todas as pessoas, independentemente da sua filiação religiosa. Tal acção é ainda mais necessária quando estes princípios são negados ou mal entendidos, porque isso constitui uma ofensa contra a verdade da pessoa humana, uma ferida grave infligida à justiça e à paz.
Por isso, uma importante colaboração para a paz é dada também pelos ordenamentos jurídicos e a administração da justiça quando reconhecem o direito ao uso do princípio da objecção de consciência face a leis e medidas governamentais que atentem contra a dignidade humana, como o aborto e a eutanásia.
Entre os direitos humanos basilares mesmo para a vida pacífica dos povos, conta-se o direito dos indivíduos e comunidades à liberdade religiosa. Neste momento histórico, torna-se cada vez mais importante que este direito seja promovido não só negativamente, como liberdade de – por exemplo, de obrigações e coacções quanto à liberdade de escolher a própria religião –, mas também positivamente, nas suas várias articulações, como liberdade para: por exemplo, para testemunhar a própria religião, anunciar e comunicar a sua doutrina; para realizar actividades educativas, de beneficência e de assistência que permitem aplicar os preceitos religiosos; para existir e actuar como organismos sociais, estruturados de acordo com os princípios doutrinais e as finalidades institucionais que lhe são próprias. Infelizmente vão-se multiplicando, mesmo em países de antiga tradição cristã, os episódios de intolerância religiosa, especialmente contra o cristianismo e aqueles que se limitam a usar os sinais identificadores da própria religião.
O obreiro da paz deve ter presente também que as ideologias do liberalismo radical e da tecnocracia insinuam, numa percentagem cada vez maior da opinião pública, a convicção de que o crescimento económico se deve conseguir mesmo à custa da erosão da função social do Estado e das redes de solidariedade da sociedade civil, bem como dos direitos e deveres sociais. Ora, há que considerar que estes direitos e deveres são fundamentais para a plena realização de outros, a começar pelos direitos civis e políticos.
E, entre os direitos e deveres sociais actualmente mais ameaçados, conta-se o direito ao trabalho. Isto é devido ao facto, que se verifica cada vez mais, de o trabalho e o justo reconhecimento do estatuto jurídico dos trabalhadores não serem adequadamente valorizados, porque o crescimento económico dependeria sobretudo da liberdade total dos mercados. Assim o trabalho é considerado uma variável dependente dos mecanismos económicos e financeiros. A propósito disto, volto a afirmar que não só a dignidade do homem mas também razões económicas, sociais e políticas exigem que se continue « a perseguir como prioritário o objectivo do acesso ao trabalho para todos, ou da sua manutenção ».[4] Para se realizar este ambicioso objectivo, é condição preliminar uma renovada apreciação do trabalho, fundada em princípios éticos e valores espirituais, que revigore a sua concepção como bem fundamental para a pessoa, a família, a sociedade. A um tal bem corresponde um dever e um direito, que exigem novas e ousadas políticas de trabalho para todos."

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI AO JORNAL FINANCIAL TIMES


(...)Os Cristãos combatem a pobreza em virtude do reconhecimento da suprema dignidade de cada ser humano, criado à imagem de Deus e destinado à vida eterna. Os Cristãos se empenham por uma participação mais equitativa nos recursos da terra em virtude de que, como administradores da criação de Deus, temos o dever de cuidar dos mais fracos e vulneráveis. Os Cristãos se opõem à ganância e à exploração em virtude da convicção de que a generosidade e o amor desinteressado, como ensinado e vivido por Jesus de Nazaré, são o caminho que conduz à plenitude da vida. A fé cristã no destino transcendente de cada ser humano dá o sentido de urgência à tarefa de promover a paz e a justiça para todos.

Porque estes objetivos são compartilhados com tantos, uma maior e frutuosa cooperação é possível entre os Cristãos e os outros. Mas os Cristãos dão a César somente o que é de César, não o que é de Deus. Ao longo da história, nem sempre os Cristãos puderam atender às exigências feitas por César. Do culto ao Imperador da antiga Roma aos regimes totalitários do século passado, César tentou tomar o lugar de Deus. Quando os Cristãos recusam-se à submissão aos falsos deuses propostos hodiernamente, não é por conta de uma visão de mundo antiquada. Pelo contrário, é porque eles estão livres das amarras da ideologia e inspirados por uma tão nobre visão do destino humano que não podem compactuar com qualquer coisa que o ameace.

Na Itália, muitos presépios têm como fundo de cena as ruínas dos edifícios da Roma antiga. Isto mostra que o nascimento do menino Jesus marcou o fim de uma velha ordem, o mundo pagão, no qual as pretensões de César eram virtualmente incontestáveis. Agora há um novo rei, que se apoia, não na força das armas, mas no poder do amor. Ele traz esperança a todos aqueles que, como ele próprio, vivem às margens da sociedade. Ele traz esperança a todos aqueles que são vulneráveis às mutações desfavoráveis de um mundo precário. Da manjedoura, Cristo nos chama a viver como cidadãos do seu reino celeste, um reino que todas as pessoas de boa vontade podem ajudar a construir aqui na terra. (grifos ausentes no original)

Papa Bento XVI

Tradução: OBLATVS Texto completo no blog OBLATVS)

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

UM FILHO NOS FOI DADO. SEU NOME É DEUS FORTE.PRÍNCIPE DA PAZ.


Aos seguidores do MARC, seus familiares e amigos um Feliz e Santo  Natal na paz do Senhor e na esperança feliz, de sua vitória sobre todo o mal. 
Vinde Senhor Jesus.

sábado, 22 de dezembro de 2012

A ANALFABETA QUE ENTENDIA A MISSA E EM LATIM


         Existiu esta mulher? Sim e viveu na parte final da Idade Média. Era analfabeta em sua própria língua, a francesa. Nunca leu uma parte das Sagradas Escrituras. Mas sem dúvida, ouviu muitas vezes em forma de histórias contadas por sua mãe, fatos da Bíblia e ouviu com muita atenção. Guardou o essencial. Ela ansiava por assistir uma missa. E não era porque entedia o que o padre dizia. A missa em sua época era toda em latim, até mesmo as leituras bíblicas. Muitas missas nem sermão tinham. Eram celebradas  sem fieis. Esta mulher viveu no final da Idade Média, quando esta já não havia a mentalidade  cristã do tempo de são Francisco de Assis e de Santo Tomás de Aquino. Quando os reis já não queria uma federação de Países cristãos, comprometidos a adorar e servir a Jesus Cristo, sob a autoridade da Igreja na pessoa do papa. Eles queriam era  terras, poder... e alguns queriam ser o papa em seus países.
         Ela não tinha tradução simultânea das palavras da missa. De forma alguma. E como poderia entender a missa? Ela entendia e muito bem. Muito mais do que muitos católicos de hoje que leem, cantam nas igrejas aos domingos e ficam sem entender nada, mesmo quando a missa é adaptada à língua moderna, com os bons dias e olá tudo  bem?  Porque o que esta mulher entendia era que a missa tornava presente o mistério de sua redenção. Ela acreditava que Jesus Cristo HAVIA SOFRIDO PAIXÃO E MORTER PARA Livrá-la das penas do inferno E QUE NA MISSA,  ELA ASSISTIA AO VIVO,  A PAIXÃO E MORTE DE CRISTO. Ela também acredita que ao receber a hóstia, não recebia uma parte do corpo de Cristo, um pedaço de carne disfarçada de pão. Em suas próprias palavras ela disse que "não a permitiram receber “O MEU SALVADOR" O seu salvador vinha até ela na missa. A sua maior angustia, quando ficou três meses presa, foi não receber na missa, o seu salvador.
         ]
         Quando padres e agentes de pastoral falam hoje, que o povo, se afasta da Igreja porque na missa ainda se uma linguagem que não é popular e porque não entendem nada, que  esta ainda não imita o mundo chamando as pessoas de galera e aí moçada, todo mundo tá feliz e outras palavras moderninhas, houve uma mulher, que não era um senhora beata e velha, que não era uma esposa oprimida, que buscava refugio na religião, mas que entendia a missa. E o que é preciso para o povo entender a missa? Saber latim, saber as orações da missa decoradas? Não. O essencial é: saber que Jesus sofreu paixão e morte na cruz para salvar os pecadores. Saber que é pecador e foi libertado do pecado pela morte de Jesus. Saber que na missa, por meio de sua morte e ressureição Cristo, se entra em comunhão com o Cristo ressuscitado. Isto é o essencial para entender a missa: reconhecer que foi libertado do pecado pela morte de Cristo. Saber que Cristo entra em comunhão conosco como pessoa por seu corpo e sangue, sob as aparências materiais de pão e vinho  E isto  é o que e a missa. Esta é a missa que Santa Joana d´Arc entendia e que muitos clérigos não aceitam hoje. Porque quando entendemos e aceitamos o verdadeiro e único sentido da missa, não é preciso saber  latim, ler as Escrituras, cantar ,agitar os braços na Igreja e bater palmas. O Essencial é crer e saber que Jesus Cristo veio ao mundo, para salvar os pecadores dos quais eu sou o primeiro. Que recebo sob as aparências de pão e vinho o meu Salvador  Jesus Cristo, que guarda a minha pessoa para a Vida Eterna.  É ter a plena certeza interior de haver sido santificado e livre do pecado pela paixão e morte de Cristo e confessar que fomos salvos das penas eternas do inferno, pela cruz de Cristo; que ficamos unidos a Ele, por seu corpo e sangue, oferecidos para a remissão ode nossos pecados.
Prof. Francisco Silva de Castro
Em 22 de dezembro de 2012

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

CULTO A MARIA MÃE DO SENHOR



         Por que nós, os católicos, cultuamos Maria, a mãe de Jesus? Porque aceitamos e cremos que ela é a Favorecida por Deus, como nenhuma outra criatura, redimida por Cristo. Lucas 1,28. Cremos que ela é a Serva do Senhor. Lucas 1, 38. Cremos que é a Mãe do Senhor Jesus Cristo, verdadeiro homem concebido dela e nela, pelo poder do Espírito Santo. Lucas 1,31.35; Lc. 2, 21. Cremos que só ela é a Bendita acima de todas as mulheres que existiram, existem e existirão. Lc. 1,45.  E também porque acreditamos que não é  discípulo amado por Jesus, quem não aceita Maria como sua mãe, entregue por Jesus do alto da cruz, ao discípulo amado, que a acolheu entre o que este tinha de mais querido. João 19,25-27. E porque obedecemos ao que Deus fez Maria proclamar. “Que todas as gerações haveriam de proclamá-la Bem-aventurada porque o Senhor fez grandes coisas por Ela”. Lucas 1,48.
         Quem se escandaliza com o culto católico prestado a Maria, não crer que Jesus é tão filho dela quanto nós o somos de nossas mães. Não adoram o mesmo Jesus que nasceu de Maria, mas apenas o Jesus Deus, pré-existente, eterno, meu salvador pessoal, que segundo estes, não têm e nem pode ter mãe. Cometem o mesmo erro dos conhecidos de Nazaré, que se escandalizaram de Jesus e se admiraram de sua sabedoria, por saber que ele, era o Filho de Maria, a simples dona de casa de Nazaré. (Marcos 6, 3).  Fazem como os judeus, que recusavam crer em Jesus porque conheciam o pai e a mãe dele. (Jo. 6,42.) Nós adoramos o Jesus feito de Maria, (Gálatas 4,4)  concebido no ventre de Maria, nascido de Maria, da carne de sua carne e ossos de seus ossos, muito mais do que foi Eva para Adão. Sem Maria, o mistério da encarnação seria uma farsa. Sem uma mãe verdadeira, Jesus não seria o filho do Homem. Não teria parte com a carne e o sangue de nossa natureza humana. (Hebreus 2,14)  Por certo Deus poderia ter formado o corpo de Jesus do nada. Porem se assim o houvesse feito, ele não estaria ligado à humanidade. Seria uma recriação do homem e ele não seria o primogênito de muitos irmãos. Maria é a garantia de que o Verbo realmente se fez carne e habitou entre nós. (João 1,14)
         Os textos em que Jesus parece recusar a maternidade de  sua mãe (Mat. 12, 48-49; Mc 3, 33-35; Lucas 8,19-21) devem ser lidos à luz de Lucas capítulos 1 e 2 e não o inverso. Quando Jesus diz Minha mãe e meus irmãos são os que ouvem a palavra de Deus e a praticam, está agindo como profeta. Está cumprindo o primeiro mandamento: Amar a Deus acima de todas as coisas, de todo o seu coração de toda a sua alma e de toda sua vontade. (Mateus 22,37) E perante o amor a Deus, o amor até mesmo à própria mãe deve vir depois. Observem que Jesus não  indica a sua pessoa, mas o Pai, mesmo quando afirma que sua mãe são os que ouvem e praticam a palavra de Deus,  ou que são bem-aventurados os que praticam a vontade de Deus. Ele confronta Maria com Deus Pai. Com o seu Pai que é Deus. Mostra que devemos colocar o amor a Deus acima do amor aos nossos pais. Jesus não rejeita ser filho de Maria, apenas coloca Deus acima do amor filial por sua mãe. E indiretamente, convida sua própria mãe a amar a Deus mais do ao seu próprio Filho. Se Jesus agiu assim é porque sabia que sua  mãe não ficaria magoada. Novamente ela guardaria suas palavras tirando conclusões em seu coração. (Lucas, 2,51) Porque ela mesma se declarou a Escrava de Deus e deste modo está muito mais unida a Jesus por seu amor Deus Pai, do que por sua maternidade carnal.
         Maria concebeu Jesus pela fé e por isto foi declarada pelo Espírito Santo, através de Isabel, a Bem-aventurada porque acreditou, que seriam realizadas as coisas que lhe foram ditas pelo Senhor. (Lucas 1,45).  O culto a Maria nada mais é do que a expressão publica desta certeza. Maria é verdadeiramente a mãe de Jesus, a Mãe dos que são amados por Jesus  e a Serva maior de Deus.
Francisco Silva de Castro
Na Festa da Expectação do parto de Nossa Senhora.
18 de dezembro de 2012

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

A MULHER E O FRUTO PROIBIDO





        Como podem defender e entender o aborto, como um direito humano? Um direito da mulher. Porque eliminar uma vida humana em potência seria um direito? Numa época em que se faz mobilização pela defesa  de animais em extinção, pela preservação dos ovos da tartaruga marinha, se exige e defende que a mulher tenha o dito direito de determinar quem deve viver e quem deve morrer.  O presidente dos  Estados Unidos da América chegou a afirmar que queria que suas filhas, se acaso errassem fossem punidas com um bebe. Ele não teve a coragem de afirmar o outro lado da questão. A de que acharia justo um bebe ser punido pelo erro de suas filhas.
        Os defensores do aborto ainda tem a coragem de afirmar que em pleno século XXI não é possível,  que  ainda se defenda o direito de nascer. Que defender a vida desde a concepção é conservador e reacionário. Como se o mundo velho não houvesse praticado abortos, infanticídios. Um mundo moderno seria o mundo sem aborto, sem adultério, divórcio e sem promiscuidade sexual. Porque isto é tão velho, quanto a humanidade. Um mundo de famílias unidas, de povos obedientes à lei de Deus, da verdadeira e sólida paz. 
        Toda mulher que admite como direito  matar um ser humano em seu ventre faz o mesmo que Eva. Aceita a sedução do demônio de comer do fruto proibido. Porque o fruto proibido nada mais do que é determinar por si mesmo o que é bom e  oque mal. A mulher que defende o aborto  está determinando que punir um ser humano vivo e em desenvolvimento, pelo seu erro ou irresponsabilidade é bom que mantar uma gravidez indesejada (que poderia ter  sido evitada, diga-se de passagem) é mal. Sabemos que comer do fruto proibido traz a morte para  quem o consume. A mulher  que mata o pequenino corpo de seu filho deve pensar nas palavras de Nosso Senhor Jesus Cristo: "Não temais os que matam o corpo, mas não podem matar alma. Temei sim, aquele que pode lançar corpo e alma no inferno." A  mulher que defende e faz aborto, está matando a si mesma diante de Deus. Se não se arrepender e continuar obstinada em seu erro,  terá a  morte eterna, a única  que deve ser temida. Ficará  longe  da glória de Deus e da felicidade, que poderia  ter aceitado, ao ter alegria de trazer ao mundo mais um filho de Deus, e que esta mesma mulher, descartou como se fosse um pedaço  de  carne sem vida e maléfico.