sábado, 28 de maio de 2011

CATÓLICO PORQUE SOU CRISTÃO

Sob que forma o cristianismo dominou reinos, submeteu reis e senhores e  se estendeu sobre todo o acidente, senão sob a forma catolica e sob a autoridade unificadora do Bispo de Roma? Foi esta Igreja e seu Concílios que definiram o cânon biblico tanto do Novo como do Antigo Testamento. Foram os bispos em Niceia que definiram, apesar de Ário, fundamentar sua heresia com a própria palavra de Deus, que Jesus Cristo é verdadeiro Deus, Incriado, Eterno e tendo a mesma e unica natureza divina do Pai; que definiu a divindade do Espírito Santo; que estabeleceu normas liturgias e morais. Por mais de mil anos, até a chegada de Lutero, ele mesmo que saiu desta Igreja.Foi apenas sob esta forma que  o cristianismo foi forte, ininterrupto, universal. Formaram-se igrejas nacionais e étnicas, fechadas sobre si mesmas e voltadados para o seu povo; Surgiram milhares de homens, que apegados a uma frase biblica, a uma forma de vida, ou crendo que igreja traiu Cristo e sonhando com uma igreja segundo a sua vontade, conseguiram alguns seguidores, porem em nenhum destes homens ou destes movimentos reformadores se  pode ver a força histórica, sob pessoas e povos, se não na Igreja Católica. Elas nos deu os sacremntos, as nomas litrugicas, uma orgazniação forte e definida, capaz de enfretar as mais poderosas instituições e sujeitou a si o própria o Estado e os seus chefes, reis, imperadores. Foi dela que os ditos evangélicos receberam os livros da bilbia, a divindade de Cristo, pois se não fosse pela coragem e perseverança  seus bipos e patriarcas contra  tantas  heresias, provalvelmente hoje os cristãos estariam divididos entre arianistas, monofisistas ou nestorianos, que dividiam Cristo, sendo o carnal de Maria e o Verbo filho de Deus e muitos outros.
Ser cristão até o século XVI, o tempo de Lutero era ser católico. Termos estes, sinonimos. Um não poderia seguir sem o outro.Ou melhor nem se quer se precisaria dizer. Sou católico para ser da Igreja. Bastava apenas afirmar: sou cristão. Os que saiam da Igreja católica tampouco eram identificados como cristãos, mas antes como luteranos, calvinistas, Anabastistas, e apenas secundariamente cristãos; são com galhos cortados ou separados da grande arvore. Para ser de fato verdadeiro cristão só sndo catolico porque foi a Igreja catolico que sustentou, defendeu e e espalhou  ocristiansimo por todo o mundo. Negar a autenticidade da Igreja, sua instituição divina é afirmar que Deus permitiu que durante muito tempo, em quase todos os lugares, e para milhares de povos, um cristianismo adulterado, falso e herético, houvesse dominado o mundo. Neste caso onde estavam os verdadeiros cristãos? Deus pode permitir uma heresia por certo período de tempo e para determinados povos a fim de prova-los. Porem nunca durante um tempo muito tempo para todas as épocas e povos.

Que resta a nós perante a realidade histórica senão reconhecer que sem a Igreja católica não teria existindo civilização cristã. Imperfeita, sim? Jesus nunca prometeu uma igreja de membros perfeitos, mas uma igreja que permaneceria até o fim dos tempos e que jamais seria vencida por maiores que fossem os poderes do inferno que se levantassem contra ela. Então ser católica é o mesmo que ser cristão; e cabe a nós, imitando santa Joana d´Arc amar a Igreja com todas as nossas forças, tendo consciência de que é esta o sustentáculo de nossa fé cristã.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

A MISTICA DO APOSTOLADO

 Santa Joana d´Arc pela mística de suas visões de anjos e santos agiu por amor a Deus em favor de um nação prestes a desaparecer sem que ainda houvesse se formado.  Em breves palavras ele assim definiu sua missão: "Agradou a Deus assim desse modo: por uma simples virgem expulsar os inimigos do rei." Tal como Deus quis servir-se de Davi para salvar o povo hebreus dos filisteus eliminando a força destes. O gigante Golias. Só que joana não se entende enviada para matar. Não ! Ela mesmo diz que seu unico e grande desejo era que o rei tivesse recuperado  o seu reino. Se os ingleses tem a morte é porque eles insistem em ficar na França que não é o pais deles. "Se houvessem acreditado no carta que lhes mandei teriam agindo como pessoas prudentes. Eles terão a guerra..." É o que diz Joana em relação aos ingleses. Sua ação apostólica também porque mostra que Cristo é o rei dos reis e que interessa a ele, sim , os destinos das nações da terra, e que ele deve reinar neste mundo. Mesmo não sendo o seu reino igual aos reinos deste mundo. Todo o poder foi dado a ele na terra também. Santa Joana d´Arc é a primeira apóstola da Realeza social de Nosso Senhor Jesus Cristo.

terça-feira, 24 de maio de 2011

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJECTOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS - FINAL

IV. COMPORTAMENTOS DOS POLÍTICOS CATÓLICOS
PERANTE LEGISLAÇÕES FAVORÁVEIS
ÀS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

10. Se todos os fiéis são obrigados a opor-se ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, os políticos católicos são-no de modo especial, na linha da responsabilidade que lhes é própria. Na presença de projectos de lei favoráveis às uniões homossexuais, há que ter presentes as seguintes indicações éticas. No caso que se proponha pela primeira vez à Assembleia legislativa um projecto de lei favorável ao reconhecimento legal das uniões homossexuais, o parlamentar católico tem o dever moral de manifestar clara e publicamente o seu desacordo e votar contra esse projecto de lei. Conceder o sufrágio do próprio voto a um texto legislativo tão nocivo ao bem comum da sociedade é um acto gravemente imoral. No caso de o parlamentar católico se encontrar perante uma lei favorável às uniões homossexuais já em vigor, deve opor-se-lhe, nos modos que lhe forem possíveis, e tornar conhecida a sua oposição: trata-se de um acto devido de testemunho da verdade. Se não for possível revogar completamente uma lei desse género, o parlamentar católico, atendo-se às orientações dadas pela Encíclica Evangelium vitae, «  poderia dar licitamente o seu apoio a propostas destinadas a limitar os danos de uma tal lei e diminuir os seus efeitos negativos no plano da cultura e da moralidade pública  », com a condição de ser «  clara e por todos conhecida  » a sua «  pessoal e absoluta oposição  » a tais leis, e que se evite o perigo de escândalo.(18) Isso não significa que, nesta matéria, uma lei mais restritiva possa considerar-se uma lei justa ou, pelo menos, aceitável; trata-se, pelo contrário, da tentativa legítima e obrigatória de proceder à revogação, pelo menos parcial, de uma lei injusta, quando a revogação total não é por enquanto possível.
CONCLUSÃO
11. A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade actual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade. O Sumo Pontífice João Paulo II, na Audiência concedida a 28 de Março de 2003 ao abaixo-assinado Cardeal Prefeito, aprovou as presentes Considerações, decididas na Sessão Ordinária desta Congregação, e mandou que fossem publicadas.
Roma, sede da Congregação para a Doutrina da Fé, 3 de Junho de 2003, memória de São Carlos Lwanga e companheiros, mártires.
Joseph Card. Ratzinger

domingo, 22 de maio de 2011

O FILME JOANA D´ARC DE LUC BESSON: UMA OFENSA À MEMORIA DE JOANA




No mês de maio, em que se comemora o martírio de Santa Joana d´Arc, tive um nova oportunidade de "casualmente" rever o desastrado, mentiroso,  filme de Luc Besson, no canal Universal, ontem, as 22 horas. Sem exageros possa afirmar que este filme, pelas distorções, alterações, má intenções, chega a ter nuances diabólicos em relação à missão e memória de Joana. Nada, nem mesmo licença poética, criatividade, releitura, justifica as alternações históricas feitas maliciosamente pelo diretor, que é mais traidor da França do que o fora os borgonheses, já que este é um indigno francês.
A vida de Joana d´Arc por certo oferece material de sobra, por causa de suas visões, para que muitos a considerem histérica, neurastênica, enfim uma louca varrida. E muitos são  os psicólogos, psiquiatra que pensam assim. Mas Besson foi muito mais longe. Alem de louca, para ele Joana é vingativa, cruel, egoísta e mentirosa. E para apresentar a donzela desta forma, inventa a morte de sua irmã mais velha por um soldado inglês. para criar o motivo da missão guerreira de Joana. Uma banal vingança.Caluniando os próprios ingleses, que nunca chegara a invadir a aldeia de Joana, E inventando um assassinato que nunca houve, já que a irmã de Joana morreu de morte natural ou das consequências de um parto. Inventa para ela, talvez para dar um papel de maior destaque a Dustin Hoffman , uma espécie de alter- ego, consciência ou seja la o que for, que o povo em sua percepção, identificou com acerto como o diabo. Este é o porta voz do próprio diretor. Do que ele pensa sobre Joana. O mesmo homem de preto aparece  sempre pra ela questionando sua missão, sua fé.As vezes é uma criança. outras vezes dar a entender que é Jesus, a quem Joana faz sofrer por atribuir a ele sua missão guerreira.Esquecendo aliás, que Jesus, que tanto falou de amor, nunca questionou o seu Pai, por haver este mandando os judeus tomarem à força a terra de Canaã para eles. Chega ao ponto de dizer que Joana tinha prazer em matar. Faz ela reviver cenas em que se delicia numa com a morte de um inimigo. Tudo isto para desmenti-la porque ela disse no processo que nunca matara ninguém. E  o disse com naturalidade quando perguntara se ela amava mais o estandarte do que a espada e a Donzela responde  que amava muito mais ao estandarte. A cena chega ao ridículo quando um dos juízes pergunta o motivo e a Joana do filme diz: porque a espada é uma arma. Bingo! Luc Besson descobriu que Joana sabia que a espada era uma arma. E esquece que ela, a verdadeira, no processo afirmou que queria sim, que suas as armas fossem bem afortunadas e que se fosse libertada, logo estaria novamente armada para lutar pela França.  Também faz esta falsa Joana, neurótica, visivelmente desequilibrada, (Aliás em todo o filme ela a única maluca entre todos) dizer que nunca aceitou que a paz poderia ser trazida matando as pessoas, ao que o homem abutre diz: Concordo. Mas depois relembra que ela disse que a paz com a Borgonha só seria conquistada na ponta da lança. E esquece que a verdadeira Joana disse que primeiro pedia que se fizesse a paz e só quando não se fazia a paz era que estava pronta para o combate. Que se os ingleses queriam de verdade a paz, bastava deixar a França e voltar para o país deles. Chega ao ponto de dizer que Joana matava as pessoas na guerra porque estas mereciam e silencia, de que os ingleses também matavam os franceses...será que era porque estes tombem mereciam. E numa guerra qual o objetivo, se não viver o maior tempo possível, para deixar mais baixas no lado inimigo a fim de conseguir vence-lo? Até parece que   o diretor pensa que Joana armou-se e foi contra o inglês que estavam em paz na França, felizes e cantando quando  chegou esta louca matando todo mundo, tomando os seus bens e disposta a conquistar até a Inglaterra. Quando a historia nos diz, que eles, os ingleses, foram os que deixaram o pais deles para matar, conquistar e trazer a violência para um outro reino só porque  o rei deles queria ser rei também da França. Muito inglês este Luc Besson! Péssimo francês!  E contrariando o pensamento do abutre  de  Dustin Hoffman, que aparece no filme, a paz se fez sim pela guerra. Se não fosse as  vitórias de Joana e o avanço dos franceses sobre os territórios tomados, os ingleses nunca teriam deixando a França. Esta esta foi a única guerra que terminou sem um tratado de paz. Simplesmente quando os ingleses perderam tudo na França desistiram de toma-la de novo. Embora seus monarcas, ainda no tempo de Henrique VIII se referissem a si mesmos como Reis da França e da Inglaterra. título este renunciado por Elizabethe I quando se referiu apenas como rainha de todos os britânicos.
Outro fato mentiroso, é encontro da espada de Joana, já que o diretor mentiroso apresenta uma espada encontrada no campo, é com  esta espada com  o inglês mata a irmã desta falsa Joana no filme. Em todos os documentos, nos processo, nas cronicas, se diz sempre que a espada de Joana foi retirada da igreja de Santa Catarina a pedido dela, em uma carta que escreveu para os padres, onde estava enterrada debaixo do altar. Mas Besson, sem duvida sabia disto. Mas seu intento é enganar, deturpar, destruir.
Outra mentira é que em todo o julgamento Joana está de vestido quando ficou com roupas de homem ate ser enganada com a falsa promessa de liberdade. Alias, é este o único ponto em que Besson faz justiça à Donzela. O bispo promete a Joana liberdade e que esta vai ouvir a missa e então ela concorda a assinar  um papel que na verdade é uma abjuração. E ela sem saber  o que é pensando em ficar livre assina.  Os outros filmes mostram Joana negando consciente suas vozes e depois se arrependendo.O que nunca ocorreu.  Mas mesmo neste ponto Besson  distorce os fatos. Joana tem suas roupas de mulher rasgadas por guerreiros ingleses. Outra mentira é que a donzela pediu muito para confessar-se e Cauchon sempre nega. Joana foi sim ouvida em confissão por frei Isambard de La Pierre no antes de morrer. E não pela personagem fabricado que nem padre era. Este um fruto da mente maliciosa do  diretor, de sua imaginação, talvez a única personagem  sadia, já que mostra, segundo ele a verdadeira Joana. A louca. A cruel, a Egoísta... e não a santa, a enviada, a heroína. Realmente o filme todo só tem um objetivo destruir a imagem da Joana por completo. Se em efeitos especiais, em tecnologia cinematográfica é bom ,em conteúdo e fidelidade histórica, está abaixo do péssimo.. Quem quiser comprovar as grandes mentiras do filme, basta consultar a bibliografia apresentada abaixo.
O Processo de Joana d´Arc, Sabastião Meirelles Teixeira, Redeel, 1996
Os grandes julgamentos da Historia, O Processo de Joana d´Arc
Joana d´Arc uma biografia, Planeta, 2009.
Que a memória de nossa grande heroína possa ser calcada em seu devido lugar e que seja desmascarada a farsa deste filme que é só mentira, desprezo pela memória daqueles, que lutam sim e lutam por grandes ideais. daqueles que lutam por um grande ideal. A França  deve lamentar e muito ser a pátria deste Luc Besson  pois esta nação é o que é hoje  por causa da verdadeira Joana d´Arc e não da Joana d´Arc da modelo atriz Milla Jovovich que  como atriz  não é lá essas coisas.

sábado, 21 de maio de 2011

JESUS E O ECUMENISMO


"Todos honrem o Pai, assim como honram o Filho." Jo 5,23
"Que crer no Filho tem a vida eterna, mas quem não crer no Filho, pesa sobre ele  a ira de Deus."

O Evangelho apresenta Jesus, não como mais um mestre da sabedoria, ao lado de outros,ou igual a Zoroastro, a Buda e Confúncio. Não! Jesus é apresentado como a plena e absoluta revelação de Deus. Nele e por Ele Deus se manifesta aos homens e só por ele os homens podem ter acesso a Deus. Daí a razão do cristianismo ser intolerante com outros doutrinas. E o é não por ódio aos outros mestres ou aos seguidores destas religiões. Sua intolerância nasce da plena convicção de que Jesus é o único meio pelo qual Deus vem a nós e pelo qual todos vão a Deus. Na verdade, a verdadeira intolerância do cristianismo é um impulso de amor de  fazer conhecer a Cristo, libertar dos falsas doutrinas e das superstições, aqueles que desconhecem o Senhor. É o natural desejo de compartilhar a alegria de ser cristão e não de aumentar o numero de seguidores de Cristo, apenas de nome,  e não de fato.
No que refere ao ecumenismo, se o entendermos, como uma mistura de credos, em que Jesus é reduzido a mais um grande mestre da humanidade, se ele é admirável apenas pela sua doutrina de amor recíproco, e esta doutrina  é maior do que a pessoa dele mesmo, em sua natureza de Deus feito homem, então este jamais pode ser aceitado por um cristão. Ecumenismo que visa fazer um hindu mais hindu, um muçulmano mais muçulmano, deixou  há muito tempo de se cristianismo. Se tornou a religão do homem e dos valores do homem. 
O único ecumenismo aceitável é o da esperança e o  da fraternidade cristã. E como o significado deste dito ecumenismo da esperança. consiste no verdadeiro  anseio de que todos os homens reconheçam Cristo como o enviado pelo único Deus verdadeiro, como o filho de Deus, que nos amou e se entregou por nós, como o nosso unico Redentor. A ação deste ecumenismo é rezar para que Deus realize esta unidade sob o reinado de seu amado filho. O Ecumenismo de fraternidade é não perseguir, não impor Cristo à força, e naquilo em que não envolver atos religiosos, mas o serviço sociais, em favor dos irmãos necessitados, trabalhar  em conjunto, onde os cristãos  devem mostrar  muito mais alegria a força do amor ao próximo. Não é se misturar para rezar pela paz com quem não acredita no príncipe da paz. E na serenidade de sua fé mostrar que crer em Cristo; é não quer que os outros o amem pela força mas o amem pelo testemunho o de amor de cristãos fervorosos. Este é o ecumenismo fraternal. Não tem como objetivo uma nova mentalidade religiosa que rebaixa Cristo a mais um líder espiritual da humanidade e nem reduz o cristianismo à doutrina de amor fraterno. É sim o testemunho de fé à pessoa de Jesus e a certeza de obedece-lo e ama-lo acima de tudo porque ele é o Deus que os amou e ama e a quem devemos adorar.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

A ECLESIOLOGIA CATÓLICA

Eclesiologia é a parte da Teologia sobre a Igreja. Seu conceito,  origem, organização e atuação no mundo. A Igreja deve ser entendida em dois aspectos inseparáveis. Como corpo místico de Cristo e como instituição visível e continua na História. Para aqueles que recusam a Igreja como Instituição não uma Igreja visível que iniciou com os apóstolos e se desenvolveu até aos nossos dias. Tanto na compreensão da fé como na forma de organização estes desenvolvimento foi continuo e em conformidade com a época e as necessidades dos povos. Para os luteranos e todos as comunidades surgidas após o luteranismo a Igreja é invisível. Significa a somo de todos os crentes de qualquer denominação e na verdade não constitui uma organização com lideranças autorizadas a defeinr dogmas de fé, ja´que estes estão todos definidos na Bíblia. Eles newgam a sucessã opsotolica e dizem que a igreja se correopeu dai sugindo o catoliciscmo romano. Este postura cria enormes dificuldades. A primeria consiste em negar que o Espiriot Santo conduziu a Igreja e esta sucumbeu perante os pdoeres do mundo se deixando correpoer pelo pdoer. Desta forma tambem cria difuclasdes para eles mesmos, já que o principal dogma da fé cristã, ou seja, a divindade de Cristo, não foi defein od pela Biblia, pois Ário usava a propria bilbia para ensianr que Criusto não era Deus; mas por concilio renido em Niceia. Alem do canon dos livros do novo Testamento que tambem foram definodso peo cum concilio já que no no Novo Testmaneto não a relação dos livros inspiradso. O coneto de igreja dos protestantes é contraditoria em si mesmo. Tomado em sentido estrio o sginficad da palavra grega ecllesia, que referems-e a uma Assembleia, entedne que a igreja, está onde estejam reunidos crentres em Cristo e com a biblia debaixo do Braço. Daó estes não se inocmodaram com as inumeras denominaçõs que surgem dia após dia.
Já os padres da Igreja e toda a tradição ocidental e oriental entende que a Igreja em seu aspecto místico é a esposa de Cristo e o seu corpo e reúne tantos seus membros visíveis como os invisíveis. Ate mesmo aqueles que de boa vontade se esforçam pro fazer o bem e sem culpa nunca conheceram o Cristo. Estes pertencem ao corpo da Igreja. E os seus membros pecadores, incluindo aí, muitos de seus lideres, papas, bispos e padres, que embora façam parte do corpo visível da Igreja não estão em sua alma; embora membros , são como  galhos murchos da videira que se não rejuvenescerem pela fé e o amor serão cortados pelo divino jardineiro.  Infelizmente hoje está se infiltrado discreta mente na Igreja visível, a doutrinas de um membro da Igreja é a Igreja. Nunca um membro da Igreja pode ser entendido como a Igreja. Esta é a reunião de todos os que creram e crêem. Assim como uma parte do corpo não é o  corpo todo, embora pertença ao corpo. Esta compreensão se aproxima muito da visão protestante que ver a Igreja com a reunião de crentes individuais  e este, mesmo estando sozinho é a Igreja. Por isso há paredes entende que a Igreja é santa e pecadora ao mesmo tempo. Coisa impossível. A Igreja é apenas santa embora muitos de seus membros sejam pecadores.Cremos na Igreja que os apóstolos receberam e deixaram. Na Igreja como  sociedade visível liderada por Pedro pelos seus sucessores; e é bom crer que a Igreja presente no mundo, apesar dos pecados de muitos de seus filhos é assistida pelo Espírito Santo e nunca será destruída. Irá perdurará até a volta de seu amado esposo Jesus. Creio na Igreja Católica!

quarta-feira, 18 de maio de 2011

APOSTÓLO DA REALEZA DE CRISTO

Tendo como exemplo evidente, ativo, da doutrina da realeza de Nosso Senhor Jesus Cristo, a Virgem Santa, Joana d´Arc, nós também queremos ser apóstolos, anunciadores, da realeza de Cristo em nosso mundo.
O Mês de maio dedicada à Santíssima mãe de Nosso Deus e Senhor, é também o mês do martírio de Santa Joana d´Arc, acontecido em 30 de maio de 1431. Durante este honremos também a Donzela, que foi a única dentre todas as santas a se apresentar como a VIRGEM. Mesmo não sendo consagrada em um mosteiro e nem mesmo em alguma ordem terceira como o foi Santa Catarina de Sena, que pertencia à ordem terceira dominicana. Deus uniu à pátria celeste no mês da Virgem, esta outra virgem, que embora não tendo sido mãe, deu à luz espiritualmente à uma nação, a um Estado. A França. E isto ela o fez porque consciente de que Jesus é o Senhor na terra de todos os povos de todo o governo e que ele está sempre interferindo, muitas vezes de forma discreto e nem se quer percebida e outras vezes de forma evidente, clara, como  o fez por meio de Santa joana d´´ Arc em realçao ao reino da França.
Ser apóstolo da Realeza de Cristo, como o foi a nossa santa, é confessar Jesus como Senhor dos governos, dos povos e não apenas como o Senhor de nossas alma. É viver como se já estivéssemos em seu reino eterno e obedece-lo primeiramente em tudo. Foi isto que nossa irmã e amiga, Joana d´Arc o fez em sua curta e admirável vida. Santa Virgem, Filha de Deus, rogai por nós!

segunda-feira, 16 de maio de 2011

"O SENHOR FEZ POR MIM GRANDES COISAS."


Estamos no mês de maio. Este mês na religiosidade popular é dedicado a Bendita Virgem Maria, Mãe de Nosso Deus e Senhor Jesus. Mês das coroações, das novenas. O povo tem uma profunda devoção à Mãe de Jesus, a quem chama com naturalidade de Nossa Senhora. Milhares e milhares de suas imagens são veneradas em diversos títulos. Nossa Senhor Aparecida. Nossa Senhora de Fátima, cuja a  festa aconteceu no ultimo dia 13. alguns com pouca formação católica, ver em cada imagem e nome uma outra Nossa Senhora. É como se fosse outra pessoa por quem este tem devoção. Uma outra santa. Mesmo que em nossos dias haja mais possibilidade de conhecimento e várias vezes a Igreja tenha dito que veneramos sempre a mesma e única Virgem Maria sob qualquer título e imagem com a qual ela apresentada.
O culto à Bem-aventurada mãe de Nosso Senhor, verdadeiro e correto, consiste primeiramente em reconhecer nela a mais perfeita dentre os redimidos por Cristo. Sim! A virgem Maria foi redimida, assim como todos nós o fomos, por Cristo. Havia a necessidade de uma salvador para ela tanto quando para nós. Nascida  da raça de Adão, concebida por seus próprios pais, tinha  o débito do pecado. Porem ,para  com ela manifestou-se toda a força redentora da Graça de Cristo. Graça, esta, que a inundou no primeiríssimo instante de sua existência. Por isso cremos que a mesma Virgem foi concebida em Graça e sem mancha do pecado original. Eis em que consiste a doutrina da Concepção Imaculada de Maria.  Na verdade tudo o que Maria é, relacionada à sua perfeição e privilégios, tudo isto, é em vista de sua maternidade divina. Esta criatura, humana e mulher, fora criada para se tornar na plenitude do tempo a mãe do Filho de Deus. Sendo Deus onisciente,  a faz digna desta grandiosa maternidade. Não por ela mesma. Não devida à sua própria pessoa, mas devida à pessoa do Filho, do Cristo, que iria ser gerado dela. Tudo o que Maria é diante de Deus, ela o é por pura  Graça e mediante a fé. Pois como anunciou o Espírito Santo pelas palavras de Santa Isabel, "Bendita é aquela que acreditou." Foi por esta fé que Maria tornou-se a primeira entre os servos de Deus. A Serva do Senhor. A primeira a servir a Deus na pessoa do seu próprio Filho.
Não há perigo em se colocar Maria no centro da fé, e deixar Cristo em segundo plano, quando a vemos à luz da fé e da Graça. Se a contemplamos sempre unida ao filho, de onde vem como de uma fonte, todos os seus privilégios, aliás, melhor dizendo, todos os dons, com os quais ela foi favorecida, para ser uma digna mãe do Deus feito homem. Se rendemos graça a Deus, assim como ela o fez, confessando: Realmente grandes coisas fez por ti o Senhor, Ó Virgem Maria. Santo é o seu nome. Agindo assim, o culto a Maria é inserido no mistério da Redenção e a mesma mãe de Cristo não é isolada da Igreja, comunidade de todos os redimidos. Sendo ela  o primeiro e mais perfeito fruto da Redenção. Nisto consiste a verdadeira devoção a Nossa Senhora; em contempla-la à luz de Cristo, o seu Filho. Sempre unida a ele como Salvador e Senhor de todos. E a recebendo como mãe pois o  Cristo a quis entregar como nossa mãe. Ele já nos tinha dado o direito de que o seu Pai fosse nosso Pai Também; quis que a sua mãe se tornasse também a nossa mãe. E como filhos obedientes ouçamos esta mãe que ainda nos diz hoje:" Façam tudo o que ele (Cristo) vos disser."
Queria Deus, que o mês de maio não fique apenas nas coroações, procissões e novenas. Que o Espírito Santo nos faça descobrir o verdadeiro rosto de Maria. Que a proclamemos bem aventurada, porque como ela mesmo disse: "O senhor pôs os olhos na pequenez de sua serva. Por isso me chamarão bem-aventurada todas as gerações."

domingo, 15 de maio de 2011

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJECTOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS - Parte III(continua)


7. A Igreja, obediente ao Senhor que a fundou e a enriqueceu com a dádiva da vida sacramental, celebra no sacramento do matrimónio o desígnio divino da união do homem e da mulher, união de amor e capaz de dar a vida. Somente na relação conjugal o uso da faculdade sexual pode ser moralmente reto. Portanto, uma pessoa que se comporta de modo homossexual, age imoralmente. Optar por uma atividade sexual com uma pessoa do mesmo sexo equivale a anular o rico simbolismo e o significado, para não falar dos fins, do desígnio do Criador a respeito da realidade sexual. A atividade homossexual não exprime uma união complementar, capaz de transmitir a vida e, portanto, contradiz a vocação a uma existência vivida naquela forma de auto-doação que, segundo o Evangelho, é a essência mesma da vida cristã. Não quer dizer que as pessoas homossexuais não sejam frequentemente generosas e não se doem, mas quando se entregam a uma atividade homossexual, elas reforçam dentro delas mesmas uma inclinação sexual desordenada, caracterizada em si mesma pela auto-complacência.Como acontece com qualquer outra desordem moral, a atividade homossexual impede a auto-realização e a felicidade porque contrária à sabedoria criadora de Deus. Refutando as doutrinas erróneas acerca do homossexualismo, a Igreja não limita, antes pelo contrário, defende a liberdade e a dignidade da pessoa, compreendidas de um modo realista e autêntico.

8. O ensinamento da Igreja de hoje encontra-se, portanto, em continuidade orgânica com a visão contida na Sagrada Escritura e com a constante tradição. Embora o mundo de hoje seja, sob diversos pontos de vista, realmente mudado, a comunidade cristã é consciente do vínculo profundo e duradouro que a une às gerações que a precederam « no sinal da fé ».

No entanto, um número cada vez mais largo de pessoas, mesmo dentro da Igreja, exerce fortíssima pressão para levá-la a aceitar a condição homossexual como se não fosse desordenada e a legitimar os atos homossexuais. Os que, no interior da Igreja, pressionam nesta direção, frequentemente mantêm estreita ligação com os que agem fora dela. Ora, tais grupos externos são movidos por uma visão oposta à verdade acerca da pessoa humana, verdade que nos foi revelada plenamente no mistério de Cristo. Embora de modo não de todo consciente, eles manifestam uma ideologia materialista, que nega a natureza transcendente da pessoa humana bem como a vocação sobrenatural de cada indivíduo.Os ministros da Igreja devem agir de tal modo que as pessoas homossexuais confiadas aos seus cuidados não sejam desencaminhadas por estas opiniões, tão profundamente opostas ao ensino da Igreja. Contudo o risco é grande e existem muitos que procuram criar confusão quanto à posição da Igreja e aproveitar-se de tal confusão em favor de seus próprios objetivos.
9. Mesmo dentro da Igreja formou-se uma corrente, constituída por grupos de pressão com denominações diferentes e diferente amplitude, que tenta impôr-se como representante de todas as pessoas homossexuais que são católicas. Na realidade, seus adeptos são, na maioria dos casos, pessoas que, ou desconhecem o ensinamento da Igreja, ou procuram subvertê-lo de alguma maneira. Tenta-se reunir sob a égide do catolicismo pessoas homossexuais que não têm a mínima intenção de abandonar o seu comportamento homossexual. Uma das táticas usadas é a de afirmar, em tom de protesto, que qualquer crítica ou reserva às pessoas homossexuais, à sua atitude ou ao seu estilo de vida, é simplesmente uma forma de injusta discriminação.Em algumas nações funciona, como consequência, uma tentativa de pura e simples manipulação da Igreja, conquistando-se o apoio dos pastores, frequentemente em boa fé, no esforço que visa mudar as normas da legislação civil. Finalidade de tal ação é ajustar esta legislação à concepção própria de tais grupos de pressão, para a qual o homossexualismo é, pelo menos, uma realidade perfeitamente inócua, quando não totalmente boa. Embora a prática do homossexualismo esteja ameaçando seriamente a vida e o bem-estar de grande número de pessoas, os fautores desta corrente não desistem da sua ação e recusam levar em consideração as proporções do risco que ela implica.A Igreja não pode despreocupar-se de tudo isto e por conseguinte mantém firme a sua posição clara a respeito, posição que não pode, certamente, modificar-se sob a pressão da legislação civil ou da moda do momento. Ela se preocupa também, sinceramente, pelos muitos que não se sentem representados pelos movimentos pró-homossexuais e por aqueles que poderiam ser tentados a crer em sua propaganda enganadora. Ela é consciente de que a opinião segundo a qual a atividade homossexual seria equivalente à expressão sexual do amor conjugal ou, pelo menos, igualmente aceitável, incide diretamente sobre a concepção que a sociedade tem da natureza e dos direitos da família, pondo-os seriamente em perigo.

sábado, 14 de maio de 2011

AMOR À IGREJA

Para amar co sinceridade a Igreja Católica primeiramente é necessário amar a Cristo. Só um grande amor pessoal a Cristo Jesus, o esposo da Igreja pura, imaculada e santa nps faz amar a Igreja na terra que por seus filhos pecadores  muitos destes traidores da mesma Igreja, se apresenta para nós como imperfeita, contraditória, dividdia, em crisescontantes. 

No inicio do Cristianismo também houve problemas. Os apóstolos não sabiam com resolver a questão dos gentios que aceitavam Cristo como Salvador, mas não queriam ser judeus. A primeira crise da Igreja foi a formação de dois grupos. Os judaizantes aqueles que defendiam que a lei havia sido superada pelo Cristo mediante sua morte na cruz, representados por São Paulo, apóstolo dos pagãos. Para resolver esta questão os apóstolos se reuniram em Jerusalém e determinaram que os gentios não precisavam abraçar a lei cerimonial judaica. Mas as determinações dos apóstolos não eliminou o grupo oposto. Estes ainda evitavam os gentios convertidos. O que levou o próprio Pedro a tentar agradar ambos os grupos e por isso ser advertido por São Paulo. E o mesmo apóstolo Paulo escreve uma carta aos Gálatas porque estes estavam inseguros quando a observância da lei; por certo porque judaizantes haviam dito a estes que era necessário cumprir toda a Lei de Moisés. Vemos que mesmo um Concilio realizado pelos apóstolos não extinguiu grupos que ainda persistiam em suas ideia. Ocorre isto em nosso dias. A Igreja dividida em inúmeras vertentes: Conservadores, Tradicionalistas, progressistas;  ambos os grupos se apresentam como verdadeiros membros da Igreja. Mas como apenas católico nesta situação? É na serenidade compreender que a Igreja formada por homens pecadores nunca será perfeita mediante a perfeição de todos os seus membros. Nunca haverá uma Igreja em todos sejam perfeitas, compreendam a doutrina da mesma forma e ajam do mesmo modo. E se um grupo de pessoas se apresentar como a Igreja perfeita de homens fieis e sem imperfeição fugi desta. Não é o campo do Senhor. Porque o campo de Deus foi semeado o joio junto com o trigo. A boa semente com a má semente. Se o inimigo não infiltrou-se nesta Igreja, passando até por apostolo fiel, com aparência de piedade, entedei que o campo no caso é dele. Porque se não o fosse este estaria agindo para causar divisão, confusão e erros no meio do terreno em que Deus semeou a boa semente. E o campo do Senhor é a Igreja em que convivi até o final dos tempos santos e pecadores, bons e maus, sinceros e falsos pastores. 

Competi a nós para perseverar na Igreja visível amar o Senhor da Igreja, de certa forma como ele ama; jamais poderemos amar a Igreja como Jesus a mama, pois ele tem para com a Igreja uma amor intenso e puro. Mas podemos ama-la próximo do amor que ele tem por ela. Sofrendo por seus membros imperfeitos e rezando por eles. E ver primeiramente a Igreja como corpo místico de Cristo. De tal forma que um não pode estar sem o outro. 

Quem ousa amar Cristo e repudiar a Igreja, não ama verdadeiramente a Cristo. E de certa forma que se fazer juiz da Igreja. Nunca esqueçamos que somos filhos desta Igreja e que de certa forma, por causa de nós também, a Igreja é vista como imperfeita e pecadora para aqueles que a entendem apenas como uma entidade civil; uma instituição. Sim, nossas omissões, nosso conta testemunho, nossa falta de conhecimento, nossas intolerâncias e acima de tudo nossa denuncia contra os irmãos na fé, nossas divisões contribuem e muito para que a Igreja seja menos amada e compreendida. Somo membros deste corpo que é a Igreja. Que sejamos membros vivos e atuantes, mas voltados para nossa perfeição pessoal e mais preocupados em nos fazer melhores do que atentos apenas as falhas dos outros, sem que isto nos impeça de havendo necessidade chamar atenção de um irmão que erra na fé, assim como fez São Paulo em relação à São Pedro. Mas isto para o bem do irmão e da Igreja e não para difamar, agredir e aumentar mais a divisão. E professemos sempre como paz: Creio na Igreja Católica.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

CATOLICOS. COMO RECEBER PESSOAS DE OUTRAS SEITAS.

Quero compartilhar com vocês a forma como recebi as Testemunhas de Jeová que hoje (12.05) chegaram à minha casa. Acredito que inspirada- mente dei a resposta correta e o mais cortes possível. Quando duas senhoras disseram que estavam transmitindo uma mensagem bíblica eu perguntei logo. "A que comunidade cristã vocês pertencem?" Não perguntei igreja, porque só há uma igreja. Jesus mesmo disse  MINHA IGREJA E NÃO MINHAS IGREJAS. Quando estas disseram: "Somos Testemunhas de Jeová" eu disse: Eu sou Católico, querem conhecer a verdadeira Igreja Católica para se tornarem católicas tão fervorosas como Eu?" Uma delas disse: "Que bom que você conhecer porque a Bíblia..." Percebendo que iam começar coma aquelas batidas citações bíblica que sempre repetem eu cortei logo dizendo: "Se quiserem conhecer a verdadeira Igreja católica, não aquela apenas das romarias, das imagens, mas a verdadeira, que poucos conhecem, eu estou para para ensinar. Não discuto religião, eu ensino. Só posso posso conversar com vocês se quiseram aprender. Então eles se despediram e disseram que foi uma satisfação e eu também fiquei feliz porque Deus me fez ser católico e mais do isso, consciente da minha fé, em meio a tantos que não a conhecem e que ficam em dúvidas sobre a mesma. Ser católico e perseverar na Igreja é um dom de Deus, porque são tantos contra testemunhos, as deturpações da doutrina, as correntes teológicas, as distorções doutrinárias realizadas por seu filhos, que só mesmo o Espírito Santo, para nos fazer ver que a Igreja é Cristo vivo, o seu corpo místico e que está acima de seus membros pecadores e filhos, embora muitos estejam enxertados na arvore, podem ser galhos secos e  sem frutos, mas pertencem a Igreja. E eu mesmo, não sou perfeito e a Igreja não é perfeita por minha causa, mas apesar de mim, que sou tão inconstante e muitas vezes quero eu mesmo tornar a Igreja de Deus perfeita, quando eu memso não o sou. Eu vos  dou graças Senhor  Deus porque me fizeste católico e porque só por meio de vós e do Espírito Santo tenho perseverado na Igreja Católica, a barca de Pedro, na qual o Cristo quis repousar e mesmo que ele algumas vezes, pareça que está dormindo Ele está sempre pronto para acordar e acalmar as tempestades e trazer paz e a segurança à Igreja apesar dos pecados e as traições de muitos de seu filhos. Fazei-me fiel à vossa Igreja, Senhor em todos os dias da minha vida.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

A DESCENDENCIA DAVIDICA DO MESSIAS E A CONCEPÇÃO VIRGINAL DE CRISTO.


Jesus,  concebido por uma virgem e não por  um homem, descendente de Davi, era um problema para a profecia, que afirmava que  o Messias prometido, seria da descendência de Davi. Mesmo que Maria fosse desta  descendência, para os judeus, as mulheres não a transmitiam; esta se dava apenas pelo pai. Por isso as duas genealogias de Jesus, em Mateus e Lucas, mesmo mencionado Maria e outras mulheres, indicam Jesus como descendente de Davi apenas por José. Este é o motivo porque não faz parte do anuncio publico sobre Jesus,  a sua concepção por uma virgem. Só Mateus o faz e citando a profecia de Isaías 7,14; porém segundo a versão grega da Bíblia, que entendeu o termo hebraico que significa  “jovem”  como Virgem, em grego. Porém, se estas narrativas foram inseridas nos Evangelhos de Mateus e Lucas, explicam-se se já havia  uma tradição familiar e com fundamento histórico; caso não existisse  não teria sido incluído no Evangelho, pois colocaria  em risco a descendência  davidica de Cristo. E para  os judeus cristãos, era fundamental provar a descendência de Jesus de Davi e reforça-la, afirmando que os possíveis filhos de José, de um casamento anterior, eram seus irmãos, para que Jesus tivesse também esta descendência e não fosse acusado de ser filho de uma mulher infiel,  já que José não era seu pai biológico; lembrem-se de que até a ressurreição de Jesus,  José era tido por  verdadeiro pai de Jesus. Por isso a concepção virginal de Maria não aparece no anúncio publico sobre de Jesus, conforme Atos 2,30; 13,22-25; 2Tm 2,8; mas a sua descendência de Davi é fortemente afirmada. - Jesus é chamado de “Filho de Davi” (Mt.1:1; 9:27; 12:23; 15:22; 20:30,31; 21:9,15; Mc.10:47,48; Mc.12:35; Lc.18:38,39; 20:41; Rm 1.32 Tm. 2.8; At 2.30. )
            Outra questão que negaria a descendência davídica a Jesus, seria o fato de Maria ter outros filhos com José; o primogênito de José e seus irmãos ,  seriam  o verdadeiros  filhos  de Davi, e não Jesus, pois como já afirmado,  as mulheres não transmitiam a descendência. Os judeus desconheciam e nunca aceitariam uma paternidade adotiva ou meramente jurídica. Havia  a lei do leviriato, em que os filhos de um irmão morto sem filhos, casava com a cunhada e o primeiro filho deste era tido como filho do morto. Dt 25 5-10; cf. Mc 12, 18-19. Porém nada tem a ver com uma adoção jurídica nos termos modernos.  E entre  descendentes de Davi de sangue, e um outro  adotado, sem dúvida,  irão preferir o que veio pelo sangue. Além disto, suscitar dúvidas sobre a reputação de Maria e Jesus, já que este  seria tido como filho de pai desconhecido por seus inimigos.
            Em nenhuma passagem há referencia aos irmãos de Jesus como primos ou parentes próximos, embora o grego tenha tanto uma palavra como outra. Isto dificulta a identificação destes como parentes, ou seja, primos e tios; porque caso fossem parentes próximos  e não tido como irmãos (supostamente,  só por parte de Pai) haveria o uso desse termo como Paulo o fez em Cl  4,10 “Marcos, PRIMO  de Barnabé” e o mesmo Paulo em Gálatas 1, 19 diz “Tiago, IRMÃO de Jesus.” Por que não usou a palavra primo como   o fez em referência a Marcos e Barnabé? Isto só se explica se durante toda a vida publica de Jesus, Tiago e os outros irmãos, fossem considerados como irmãos de  sangue de Jesus por parte de José;  o próprio Jesus,  era tido por todos, inclusive seus apóstolos,  ( Jo 1,45) como o Filho de José.
            No entanto, em todo o Novo Testamento, Maria nunca é citada como a mãe dos irmãos de Jesus. Pelo contrário, as citações dão a entender que ela ficou viúva jovem com um único  filho, já que  o próprio Jesus a entregou ao discípulo amado (Jo 19, 27)  e não aos  seus irmãos, que estavam com ela  em oração,  conforme Atos 1,14. Concluindo, creio ser mais consistente, identificar estes irmãos,  como os  filhos de um casamento anterior de José, do que entende-los apenas como  parentes ou primos. Lembro também que a virgindade de José não é dogma e nem verdade de fé, embora tenha sido ensinada e defendida por muitos na Igreja. Mas não se impõe a nenhum católico, como a virgindade perene de Maria,  ou o fato desta ser a mãe,  unicamente de Jesus e de nenhum outro.       

domingo, 8 de maio de 2011

CONSIDERAÇÕES SOBRE OS PROJECTOS DE RECONHECIMENTO LEGAL DAS UNIÕES ENTRE PESSOAS HOMOSSEXUAIS - Parte II(continua)


4. Não existe nenhum fundamento para equiparar ou estabelecer analogias, mesmo remotas, entre as uniões homossexuais e o plano de Deus sobre o matrimónio e a família. O matrimónio é santo, ao passo que as relações homossexuais estão em contraste com a lei moral natural. Os actos homossexuais, de facto, «  fecham o acto sexual ao dom da vida. Não são fruto de uma verdadeira complementaridade afectiva e sexual. Não se podem, de maneira nenhuma, aprovar  ».(4) Na Sagrada Escritura, as relações homossexuais «  são condenadas como graves depravações... (cf. Rm 1, 24-27; 1 Cor 6, 10; 1 Tm 1, 10). Desse juízo da Escritura não se pode concluir que todos os que sofrem de semelhante anomalia sejam pessoalmente responsáveis por ela, mas nele se afirma que os actos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados  ».(5) Idêntico juízo moral se encontra em muitos escritores eclesiásticos dos primeiros séculos,(6) e foi unanimemente aceite pela Tradição católica. Também segundo o ensinamento da Igreja, os homens e as mulheres com tendências homossexuais «  devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza. Deve evitar-se, para com eles, qualquer atitude de injusta discriminação  ».(7) Essas pessoas, por outro lado, são chamadas, como os demais cristãos, a viver a castidade.(8) A inclinação homossexual é, todavia, «  objectivamente desordenada  »,(9) e as práticas homossexuais «  são pecados gravemente contrários à castidade  ».(10)
II. ATITUDES PERANTE O PROBLEMA DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS
5. Em relação ao fenómeno das uniões homossexuais, existentes de facto, as autoridades civis assumem diversas atitudes: por vezes, limitam-se a tolerar o fenómeno; outras vezes, promovem o reconhecimento legal dessas uniões, com o pretexto de evitar, relativamente a certos direitos, a discriminação de quem convive com uma pessoa do mesmo sexo; nalguns casos, chegam mesmo a favorecer a equivalência legal das uniões homossexuais com o matrimónio propriamente dito, sem excluir o reconhecimento da capacidade jurídica de vir a adoptar filhos. Onde o Estado assume uma política de tolerância de facto, sem implicar a existência de uma lei que explicitamente conceda um reconhecimento legal de tais formas de vida, há que discernir bem os diversos aspectos do problema. É imperativo da consciência moral dar, em todas as ocasiões, testemunho da verdade moral integral, contra a qual se opõem tanto a aprovação das relações homossexuais como a injusta discriminação para com as pessoas homossexuais. São úteis, portanto, intervenções discretas e prudentes, cujo conteúdo poderia ser, por exemplo, o seguinte: desmascarar o uso instrumental ou ideológico que se possa fazer de dita tolerância; afirmar com clareza o carácter imoral desse tipo de união; advertir o Estado para a necessidade de conter o fenómeno dentro de limites que não ponham em perigo o tecido da moral pública e que, sobretudo, não exponham as jovens gerações a uma visão errada da sexualidade e do matrimónio, que os privaria das defesas necessárias e, ao mesmo tempo, contribuiria para difundir o próprio fenómeno. Àqueles que, em nome dessa tolerância, entendessem chegar à legitimação de específicos direitos para as pessoas homossexuais conviventes, há que lembrar que a tolerância do mal é muito diferente da aprovação ou legalização do mal. Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objecção de consciência.

III. ARGUMENTAÇÕES RACIONAIS CONTRA O RECONHECIMENTO LEGAL  DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS
6. A compreensão das razões que inspiram o dever de se opor desta forma às instâncias que visem legalizar as uniões homossexuais exige algumas considerações éticas específicas, que são de diversa ordem.
De ordem relativa à recta razão
A função da lei civil é certamente mais limitada que a da lei moral.(11) A lei civil, todavia, não pode entrar em contradição com a recta razão sob pena de perder a força de obrigar a consciência.(12) Qualquer lei feita pelos homens tem razão de lei na medida que estiver em conformidade com a lei moral natural, reconhecida pela recta razão, e sobretudo na medida que respeitar os direitos inalienáveis de toda a pessoa.(13) As legislações que favorecem as uniões homossexuais são contrárias à recta razão, porque dão à união entre duas pessoas do mesmo sexo garantias jurídicas análogas às da instituição matrimonial. Considerando os valores em causa, o Estado não pode legalizar tais uniões sem faltar ao seu dever de promover e tutelar uma instituição essencial ao bem comum, como é o matrimónio. Poderá perguntar-se como pode ser contrária ao bem comum uma lei que não impõe nenhum comportamento particular, mas apenas se limita a legalizar uma realidade de facto, que aparentemente parece não comportar injustiça para com ninguém. A tal propósito convém reflectir, antes de mais, na diferença que existe entre o comportamento homossexual como fenómeno privado, e o mesmo comportamento como relação social legalmente prevista e aprovada, a ponto de se tornar numa das instituições do ordenamento jurídico. O segundo fenómeno, não só é mais grave, mas assume uma relevância ainda mais vasta e profunda, e acabaria por introduzir alterações na inteira organização social, que se tornariam contrárias ao bem comum. As leis civis são princípios que estruturam a vida do homem no seio da sociedade, para o bem ou para o mal. «  Desempenham uma função muito importante, e por vezes determinante, na promoção de uma mentalidade e de um costume  ».(14) As formas de vida e os modelos que nela se exprimem não só configuram externamente a vida social, mas ao mesmo tempo tendem a modificar, nas novas gerações, a compreensão e avaliação dos comportamentos. A legalização das uniões homossexuais acabaria, portanto, por ofuscar a percepção de alguns valores morais fundamentais e desvalorizar a instituição matrimonial.