terça-feira, 30 de agosto de 2011

RELIGIÃO QUE INCOMODA

Religião que tem como objetivo deixar que eu fique centrado,equilibrado, em paz, alinhar os chacras, esvaziar a mente, que consiste em rituais e costumes, esta é fácil de praticar e a religião da modernidade. O grande números de livros sobre assuntos como Yoga, aromoterapia, Reiki, meditação, xamanismo, círculos sagrados e muitos outros ritos e crendices, comprovam Há inclusive entre católicos e protestantes,esta religião do querer o fazer e não  o viver;  para católicos vestir-se de branco todo dia 13 de cada mes, rezar o terço da misericórdia e ou para os protestantes ver shows de fé, com propaganda de milagres estupendo,  é fácil de seguir. Mas religião que se intromete na forma de viver, que determina o  que é certo e aponta o que é errado, esta incomoda. É considerada moralista, intransigente; Mas  é  esta religião dos profetas. Dos que denunciam o erro e anunciam a vontade de Deus.

'Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão." Mc 6,18

Eis o motivo que fez São João Batista perder a cabeça literalmente. Se houvesse ficado apenas batizando nas margens do Jordão e não fosse incomodar Herodes, por causa do seu adultério,  certamente teria morrido de velhice. Mas o profeta, em nome de Deus não silencia perante o erro. Ele sabe que sua missão é anunciar a vontade de Deus aos que estão no erro. E por isto incomodam. São um empecilho aos planos dos que persistem em praticar o mal.

Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão." Mc 6,18

Herodes admirava João. sabia que ele era justo e santo. Mas não tinha a disposição de aceitar a verdade sobre o que estava fazendo. Vivendo em adultério com a própria cunhada. A Igreja é admirada, incentivada, quando defende os direitos humanos, os pobres, a reforma agrária. Mas é chamada de medieval, quando denuncia o divórcio,o aborto,  o adultério, a permissividade sexual, como todas as suas variações. Porque isto incomoda. Inclusive aos católicos piedosos, que não deixam de rezar seus terços todos os dias, de fazer e pagar promessas e romarias.

"Não te é permitido viver com a mulher do teu irmão." Mc 6,18

São João denunciou um erro pessoal de um rei. Não temeu confrontar um tirano e mostrar o que não estava certo. Não te permitido viver com a mulher do teu irmão. Se meteu na vida particular de Herodes. Também acusam a Igreja de se intrometer na vida das pessoas quando esta diz: Não te é permitido abortar; Não te é permitido adulterar; não te é  permitido explorar o trabalho de teus empregados; Não te é permitido deixares passar fome ao teu próximo; não te permitido viver com o mesmo sexo, como se fosse um casal e nem manter relação com o mesmo sexo. Nestas horas, muitos desejam que Igreja perca a cabeça.  Incomoda! Se ficasse restrita as suas novenas e romarias, as devoções aos seus santos, deixariam a vida de muitos, ditos católicos em paz. Mas a Igreja tem a missão profética de João Batista e muito mais, a missão de Jesus, que veio ao mundo mostrar que suas obras são más. O martírio de são Batista mostra qual a verdade maior da Religião verdadeira. Denunciar mal, persistir no bem. Não ocultar a verdade, e isto por caridade. Porque mostrar o erro a quem vive no erro, é também um ato de caridade. Que o Santo profeta, precursor do Cristo, nos ajude a também a profetizar contra o erro e principalmente a extirpa-lo de nossa vidas. Que nossa Religião seja a do Cristo. Aquela que exige conversão,  mudança de mentalidade. Que não se limite a atos exteriores de piedade. Mas que seja adoração Deus, em espírito e verdade.



sábado, 27 de agosto de 2011

CATÓLICOS A JOANA D´ARC

Santa Joana d´Arc nunca leu uma só palavra das Sagradas Escrituras. Na verdade nunca leu nenhum livro porque era analfabeta. Sempre ouvia missa só em latim , língua que não entendia. Nunca esteve num convento ou pertenceu a uma ordem terceira, embora haja algumas sugestões de que tenha sido terceira franciscana. Mas  não  o foi,  já que a família franciscana não registrou tal pertença como registrou a de São Luis Rei, como terceiro franciscano, que viveu no seculo XIII. Mas Santa Joana, professa o catolicismo na sua pureza simples. No essencial: Os dois sustentáculos do seu catolicismo eram a Eucaristia, com a comunhão frequente, numa época em que essa pratica era rara, e o sacramento da penitencia  que frequentava,segundo alguns, até com certo exagero. Alem do profundo desejo de OUVIR MISSA e não de fazer alguma coisa importante na missa. Foi o seu maior sofrimento, o de ficar privada de ouvir missa durante sua prisão e o de receber a Eucaristia. Acreditava que A Igreja não podia errar ou enganasse, como ela mesma declarou, e que  esta tinha o direito de punir os que a ela faltassem. Mas iluminada pelo Espirito Santo, afirmou que em relação as suas revelações particulares, devia prestar contas só a Deus. Indica isto insubordinação? Pelo contrario! Livrava a Igreja, através de seus representantes, destes  tomarem  partido politico. De pender para um lado e renegar outro. Na verdade, os bispos franceses que a julgavam, estes sim, estavam comprometendo a Igreja, ao tomar partido. Deveriam eles ser os primeiros a fazer de tudo para que houvesse a paz entre ingleses e franceses, povos cristãos,  apelando para o espirito cristão. Deveriam eles estar unidos e ter colocado a sua missão de pastores acima de suas pretensões partidárias. Por amor à Igreja e fidelidade à sua missão dada por Deus, Santa Joana teve que parecer herege e apostata. Ela sem o saber, estava deixando claro para o seus juízes, que sua missão, embora dada por Deus, era exclusivamente secular e leiga. Tinha relevância apenas politica e em nada contaminava a fé. Deus estava estabelecendo a justiça e não mostrando interesse pessoais quer por ingleses ou franceses. Perguntada se Deus estava ao lado dos ingleses, quando estes estava tendo vitorias na França, ela inspirada, deu uma resposta de origem  blíbica, presente muitas vezes na historia do povo de Israel, pois o mesmo se via  punido quando deixava de adorar o seu unico Senhor. "Acredito que os franceses, estavam sendo vencidos, devido aos seus pecados..." Eis o catolicismo vivido no essencial. Amor acima de tudo a Cristo e por isso mesmo amor à Igreja, já que sem a Igreja não teríamos o  Cristo e sem o  Cristo não temos a Igreja. "Parece-me que tudo é um  só. Nosso Senhor e nossa Igreja. E o que os SEPARA  é ruim." Toda vez que a Igreja, em seus membros , separa-se do amor e obediência ao seu Senhor, estes cometem terríveis pecados e ficam como membros mortos da Igreja santa. Pode ser até um papa,porque  este pode também, separar-se do amor de Cristo, por interesses materiais, por desejo de poder. Mas Igreja sobrevive, porque é sutentada pelo Espirito Santo e o Senhor dela é o  rei dos Reis e Senhor dos Senhores e prometeu que as portas do inferno (incluam nestas os maus pastores) jamais triunfarão sobre ela. Por este motivo, todos os que ficam aflitos com os erros dos pastores da Igreja e desejam reforma-la, purifica-la, como o fizeram Lutero, Calvino e outros, mostraram que não confiavam em Cristo. Cristo adormecido na barca de Pedro, mas Cristo presente. Temeram está numa Igreja falsa e terminaram criando suas falsas igrejas, porque pensaram que Cristo a havia abondando deixado a  barca de Pedro a deriva; Mas o Senhor sempre acorda e manda que os ventos e as tempestades parem. Viva Cristo Rei. Viva Joana nossa irmã e Filha da Santa Igreja Católica, apostólica e romana.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

É POSSÍVEL UM GOVERNANTE CATÓLICO EM NOSSA ÉPOCA?




A Igreja apresenta em seu calendário, do próprio dos santos, no dia 25 de agosto, a memória de São Luís Rei. Modelo de governante católico, numa época em que o Estado era cristão. Será possível em nossa época um governante verdadeiramente católico? Com exceção do Papa, que é considerado também chefe de Estado, pelos países laicos, não. Numa época de pluralismo religioso e relativismo político, é impossível um Chefe de Estado ou de governo católico na pratica. Um Soberano católico jamais assinaria uma lei permitindo aborto, como o fez o Rei da Espanha, mesmo ainda afirmando ser católico. Nunca sancionaria uma lei que transformasse em casamento a união de pessoas do mesmo sexo. Não permitira o divórcio e a exploração de cristãos por outros cristãos. Na época de São Luís IX, era impossível e inaceitável, que um soberano reinasse com apoio de hereges e de muçulmanos. O rei era Católico e devia obediência à Igreja. Um Rei herege  perdia toda a sua autoridade sobre os súditos. Tanto era a influencia da Igreja, que Henrique IV, da França teve que fingir ser católico para permanecer como rei. É dele a frase "Paris, vale bem uma missa." sinal de que os costumes estavam começando a mudar. Os Estados estavam apostatando do cristianismo e  da influencia do catolicismo e muitos reis eram católicos apenas de nome. Não tinham a menor confiança e o fervor religioso de uma São Luís IX. Com a revolução Francesa completou-se definitivamente a separação entre Igreja e Estado. Este admite cidadãos católicos. Mas torna impossível a um católico governar. Quem pretende assumir um cargo de governo de uma nação, e permanecer católico saberá que terá de freqüentar cultos de outras religiões, comparecer as missas por mera formalidade social e sancionar leis que contrariam a doutrina católica, como controle artificial da natalidade, promoção do homossexualismo, apologia ao sexo sem compromisso, pelos programas de distribuição de preservativos, incentivo ao divorcio e indiferença para com  o adultério entre outras ações pecaminosas. Um Rei católico ou presidente católico, jamais poderia admitir estas leis, porem, também na mesmo hora perderia o poder, pois em nome da democracia  e do pluralismo religioso, seria considerando intolerante e fanático. Sua fé só seria permitida nas  paredes de seu quarto e  nas igrejas, quando houvesse tempo e conveniência para ir; aliás isto eles fazem muito bem. São os primeiros a receber o papa, porque ele é Chefe de estado, e neste caso igual a eles, e a tratar com ele como se fossem seus aliados de verdade; ao mesmo tempo em que o traem com apoio a leis anti- cristãs.
A alternativa para um católico que deseje assumir um cargo de poder é renunciar ao poder do cargo. É ser fiel a Cristo na sociedade pela perseverança em obedece-lo. E se for necessário praticar a desobediência civil se o  estado laico, em nome da pluralidade cultural,  exigir que este pratique atos não cristãos. É cumprir com o alerta dado por Deus no Apocalipse. "Sai do meio dela povo meio, para que não tomeis parte em seus castigos." Ap 18,4. É como disse são Tiago, conservar-se longe da corrupção do mundo.Tg 1,27 Não há mais meios ou possibilidade das nações se tornarem verdadeiramente católicas. O mundo precisa de verdadeiros amigos da realeza de Cristo, e São Luís o foi, porque a sua época o permitia e mesmo que não o permitisse ele o teria sido porque o amava como seu único rei. Em São Luís cumpriu-se o que se escreve de Jesus no Apocalipse. "Reis dos reis e Senhor dos Senhores.". Mas hoje por amor à realeza de Cristo, não se pode mais ter aliança com os governos do mundo. Embora estejamos no mundo não pertencemos a ele. As autoridade eclesiásticas devem também se manter longe da contaminação do o mundo. Aconselhar e fortalecer os catolicismo. Denunciar as leis contrarias a fé cristã assim com  aqui no Brasil, eles, os bispos , são muito empenhados em bradar por reforma agrária, por direitos indígenas e dos negros, por direitos da mulher, mas silenciam perante a decadência moral de muitos católicos, que se deixam conduzir pelos vícios, pela depravação sexual, pela destruição da familia e ainda mais, pela desobediência à Igreja, ao se fazerem de  surdos as orientações do magistério do Santo padre. Alteram ao bel prazer a liturgia a transformaram em uma festa ou ponto de culminância de um projeto. Não é mais esta um ato de culto para Deus, mas um evento para engrandecimento do homem. Infelizmente estamos vivendo no tempo da apostasia de muitos católicos. Que a intercessão de São Luís Rei, faça com que em nossa época, sejamos fiéis, mesmo no  mundo, ao nosso grande Rei e Senhor, Jesus Cristo.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

A FIDELIDADE

Ser fiel é nunca trair a confiança do amigo, do ser amado. É perseverar mesmo em meio as perseguições mantendo-se firme em relação a quem se prestou a promessa de fidelidade. A fidelidade explica bem melhor o sentido da palavra fé que se encontra nas cartas do apóstolo São Paulo do que a palavra confiança. Por que a confiança pode ficar limitada ao nível mental. A uma disposição interna e na hora do perigo ou da provação esta pode fraquejar ou mesmo não se manifestar. Já a fidelidade indica ação pratica. E a determinação mental e a decisão da vontade de não trair em nenhuma circunstância o ente amado. A fidelidade é pratica. Se exerce no dia dia a dia pelo cumprimento dos deveres mais simples do cotidiano. No que se refere à nossa relação com Deus, a fidelidade consiste em cumprir os seus mandamentos. Assim. como mesmo afirmou Jesus, seremos seus amigos ao fazermos o que ele nos manda.
Em todo o processo de condenação Santa joana d´Arc defendeu sua fidelidade à missão que lhe fora confiada por Deus. "creio agir corretamente servindo ao meu soberano Senhor, isto é, a Deus." Quando de sua captura diz-se que um dos guerreiros gritaram: "Renda-se. Entregue-se a nós." E ela respondeu. "Nunca. Já fiz o juramento de me entregar a outro e não a vocês." Ela foi capturada pela força mas embora prisioneira seu espírito permaneceu livre para defender a sua missão e nos dar o testemunho de fidelidade à vontade de Deus. Neste mundo de mudanças bruscas, de tanta inconstância, queira Deus, Nosso Senhor, pela memória eterna da Santa Virgem Joana, que mesmo sendo frágil e tendo medo, foi fiel ao seu Senhor, nos manter fieis à sua soberana vontade; fieis à Santa Igreja, mesmo que nesta mesma Igreja, tenhamos que conviver com tantos irmãos infiéis. Rezemos também por eles.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AS FALSAS DEVOÇÕES À VIRGEM MARIA

Hoje, 22 de agosto, celebramos Maria como Rainha dos Anjos e Santos. Desde os  primeiros tempos do cristianismo, o culto religioso de reverência à Virgem mãe do Cristo,aumentou e difundiu-se em todo mundo cristão. Fundamentado nas Sagradas Escrituras, nos Evangelhos de Mateus e Lucas, principalmente, quanto mais se compreendia que o Cristo não era  apenas um profeta, um enviado de Deus, um mestre, mas o próprio Deus em natureza humana, mas se entendeu a dignidade da mulher que o havia gerado. O próprio João Batista, o maior profeta dentre todos os nascidos de mulheres, afirmou que não era digno de desatar as sandálias dos pés de Jesus. Quão grande não seria então a dignidade de quem o gerou e o alimentou com o amor de mãe. Se Cristo em sua vida pública, desconsidera este aspecto maternal em relação à sua pessoa. ,não é porque não seja verdade, que a mãe dele é bem aventurada por have-lo dado à luz. Mas é para evitar que as pessoas de sua época o vissem como os olhos meramente humanos e se limitassem a considerar  privilégios humanos vindos por laços de parentesco, como mais importantes do que os vínculos da fé; alem de limitar a se exaltar a mãe dele por ações comuns a todas as mães. Estes desconheciam o mistério da encarnação e a verdadeira origem dele. Eles viam a Jesus como um grande homem, um profeta, mas não como Filho de Deus. E Jesus corrige o louvor ao nível humano elevando-o ao nível da fé. "Bem aventurados,  isto sim, os que ouvem a palavra de Deus e a guardam." Lc. 11,27. Porem,  depois que se revelou que a Palavra se fizera carne, revelou-se que Maria não só ouvira Palavra, mas que também  a havia guardado literalmente em seu seio, ao conceber esta Palavra eterna, que estava no seio do Pai. Jo 1, 18
O Culto à Virgem teve opositores desde os  princípios do cristianismo. O medo de conceder para a  mãe o lugar devido ao filho era um dos alegados motivos. Por certo, que sendo este culto útil à santidade e em conformidade com a vontade Deus, pois este mesmo inspirou a Virgem, a profetizar: "Eis que me proclamarão bem aventurada todas as gerações." Lc 1, 45,  o demônio sempre quis falsifica-lo e torna-lo impuro, e até mesmo prejudicial as almas, criando certas devoções ou desviando muitas  de seu original e verdadeiro sentido. Este aspecto é reconhecido até  por um grande Santo. São Luis Maria de Montfort, ao citar as falsas devoções a santa virgem Maria.(  O Amor da Sabedoria Eterna p.190, item 216  ) Só se falsifica o que possui um grande valor e não moedas falsas. A devoção verdadeira para com a virgem nos aproxima de Jesus. Nos torna mais voltados para ele e nos faz adora-lo com mais fervor, porque a alegria de uma mãe, é o amor que dedicamos ao filho dela. Mas as falsas, se manifestam apenas nos pedidos materiais, nos apegos a certas praticas e a imagens milagrosas. Não se pede a perseverança no bem, o ódio ao pecado e o amor ao próximo. 
Como exemplo, temos o patente desvirtuamento da mensagem de Maria na cidade de Fátima em Portugal. A Virgem nos manda rezar pelos pecadores, porque há muitos que se perdem por não haver quem rezem por eles e o que fazem no geral, é conduzir imagens  ou  pequenos oratórios para as casas representando a aparição, recitando mecanicamente o terço; a Virgem nos manda ter devoção para com ela ao dizer "Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu imaculado coração" isto é, devoção  a ela mesma,  à sua pessoa e não a uma aparição particular, ou a uma invocação ou título. O coração indica a pessoa inteira. Suas disposições internas. A de Maria sempre foi a de servir a Deus. Devoção a  uma imagem que represente a sua aparição. Nossa Senhora nunca pediu, ao que saiba, que fizessem imagens dela conforme suas aparições. Nos deixou uma apenas. A chamada de Guadalupe, mas como sinal de que realmente fora ela que Aparecera ao índio Juan Diego, no México. Porem, o que se ver, são as pessoas vestidas de brancos todo o dia 13 de maio, para pagar promessas nas missas celebradas as 12 horas, que ficam cheias de "católicos" que só vão a estas missas, e não vão aos domingos. Missa uma vez por mês.  E finalmente o mais importante, a Virgem disse: 'Não ofendam mais a Nosso Senhor que já está muito ofendido" Porem, a falsa devoção, fica restrita a rezar tantos terços como corrente de palavras mágicas, a  coroar certo números de imagens e nem lembram que a ofensa a Deus é o amor ao pecado que nos destrói. Renunciar ao pecado é o que nos pede Maria, Mas isto é esquecido ou de menor importância, porque ações ou  devoções mais fáceis, do que mudar a vida, ocupam o primeiro lugar. As falsas devoções não conduzem a uma mudança de vida. Não levam os devotos a renunciar um estado de pecado e nem a se empenhar na pratica das virtudes. Toda devoção que não nos faça mais conforme à imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo, que nos torne mais semelhante ao coração de Maria, que guardava todas as palavras dele, refletindo em sue coração,(Lc 2,51) é uma falsa devoção, que põe em risco o nosso caminho para Cristo. 
Que a mais santa dentre todos os redimidos, nos faça ter para com ela, a verdadeira devoção, que consiste em   ama-la como a mãe de Jesus e nossa mãe, na pratica, ao fazer o que ela mesma ordenou: "Façam tudo o que ele, meu filho, vos mandar.

domingo, 21 de agosto de 2011

SALVE MARIA,SALVE RAINHA DO ANJOS E SANTOS!

No Brasil a Assunção de Nossa Senhora aos céus, em Corpo e alma é celebrada no domingo seguinte ao dia 15 de agosto, data oficial deste mistério da nossa fé.
A Virgem Maria foi honrada pelo o seu filho, o Deus conosco, com o seu arrebatamento aos céus, sem que seu corpo sofresse a corrupção no túmulo, se desfazendo em pó. Maria, em pessoa, que  é uma unidade inseparável de corpo e alma, está no céu, contemplando a glória do Filho à direita do Pai, assim como contemplou em corpo e alma, a agonia do filho na cruz. Desta forma Jesus cumpriu como nenhum outro filho no mundo o preceito da lei mosaica que manda honrar  pai  e  mãe. Pois no caso dele, só tinha mãe biológica na Terra. O Pai de Cristo segundo a natureza humana é Deus Pai ASSIM COMO O SEMPRE FOI, NA ETERNIDADE, ANTES DELE FAZER-SE O FILHO DO HOMEM (HUMANO), POR MEIO DA MULHER.

sábado, 20 de agosto de 2011

JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE

Está acontecendo na Espanha, a Jornada Mundial da Juventude Católica, em Madrid, com a Presença do Santo Padre Bento XVI. Elevemos a Deus Pai, as nossas preces, para que os jovens presentes a este evento, possam retornar aos seus países,fortalecidos na fidelidade à doutrina Católica, e o façamos em união com os santos jovens, que na glória do Reino Celeste, possam interceder para que a Semelhança de Santa Joana d´Arc, São Luiz Gonzaga, Santa Maria Goreti, São Domingos Sávio e muitos outros santos jovens, que chegaram à plenitude da idade de Cristo nesta terra, ainda no frescor da juventude, e desta forma possam no mundo, manifestar verdadeira amizade, pela obediência,  à Realeza Social de Nosso Senhor jesus Cristo.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

CARACTERISTICAS DO BOM CRISTÃO

O Bom cristão não se confunde com o humanista ou filantropo. Estes centram a sua ação no valor da pessoa humana simplesmente pela pessoa. O homem em si, é a medida de de todas as coisas como escreveu  o filosofo Protágaras de Abdera, o sofista. Não! O bom cristão fundamenta o seu amor ao outro ser humano por amor a Deus e por reconhecer neste a imagem e semelhança de Deus. E quando este ser humano é tal qual ele um outro cristão ele ama pela fé que ambos compartilham porque ver neste a imagem de de Cristo que nos amou e se deu por amor para nossa salvação. Salvação que é muito mais do que libertar-se da miséria, da pobreza, de governos ditadores. Salvação da condenação eterna. Salvação da morte. Direito à glória celestial. Em vista desta esperança o bom cristão renuncia aos prazeres do mundo; tem consciência de que os bens materiais deste mundo passam, que poderá perde-los e irá perde-los pela morte. E neste desapego dos bens materiais o bom cristão compartilha -os com os irmãos na fé. Porque para o bom e autentico cristão não é admissível que um irmão na fé viva na miséria e na exploração. Que haja necessitados entre eles. Mas o faz por amor e no amor a cristo. E não por ódio aos ricos. O faz por desprezo a riqueza. Ver nos bens apenas um fim para ajudar os mais necessitados e não um fim em si mesmo. O bom cristão não é aquele que cumpre estritamente apenas com  certas devoções tais como os cinco primeiros sábados, terços e mais terços, novenas e romarias, escapulários, e outros atividades piedosas mas esquece a justiça e a misericórdia enquanto é indiferente ao próximo que mendiga e passa fome perto dele. Não é aquele que ver mais  os pecados dos outros do que  os seus próprios pecados.  Limita sua vida cristã a pratica  externas, mas internamente é soberbo,intolerante, sem compaixão para com pobres e pecadores. Porem, também o bom cristão não é aquele que em nome da paz e do amor mistura cristo com Hinduísmo, budismo e o faz igual aos outros lideres religiosos da humanidade. Aquele que se envergonha do Senhor e não o confessa como o único salvador de todos, para não criar divisões, problemas com outras religiões. O Bom cristão anuncia por palavras e obras que Cristo é o seu Senhor, o seu Rei e o seu Deus em qualquer lugar e perante qualquer pessoa. É aquele que confia em seu Senhor e ama e porque o ama o obedece. Tanto na disposição em minorar e eliminar as injustiças sociais, como em renunciar ao obedecendo a ele em tudo o  que diz respeito à sua vida social. O bom cristão faz do seu lema o mesmo de Santa Joana d´Arc: "Deus, o primeiro  a ser servido." Por que no amor aos pobres, à pureza e à verdade, e na renuncia ao pecado, é que servimos a Cristo, servimos a Deus, nosso Soberano e absoluto Senhor.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

MARIA FOI ELEVADA AOS CÉUS! ALEGRAM-SE OS ANJOS. ALELUIA!



            Desde os primeiros séculos do cristianismo, o povo cristão celebrou  sempre esta festa  da dormição ou assunção da Virgem Maria;  como se sabe, ela celebra a glorificação, também no corpo, dessa criatura que Deus escolheu como Mãe do Cristo  e a quem Jesus na Cruz deu como Mãe para toda a humanidade. Assunção evoca um mistério que diz respeito a cada um de nós, porque, como o Concílio Vaticano II afirma Maria  "brilha na terra... Um sinal de esperança segura e de consolação para o Povo de Deus peregrino" (Lumen Gentium, n. 68 ). No entanto, tomado pelos acontecimentos de cada dia, às vezes pode se esquecer dessa realidade confortadora espiritual que constitui uma importante verdade de fé, assim como pode não ser assegurado que este sinal luminoso de esperança é cada vez mais claramente percebido por todos nós e por nossa sociedade contemporânea?

            Algumas pessoas hoje vivem como se nunca tivessem de morrer ou como se, com a morte, tudo terminasse outros, que sustentam que o homem é o único autor do seu próprio destino, se comportam como se Deus não existisse, e às vezes eles até chegam ao ponto de negar que há esperança para ele em outro mundo. No entanto, os avanços da tecnologia e da grande ciência que melhoraram consideravelmente a condição da humanidade deixaram sem solução o mais profundo anseio da alma humana. Abertura apenas para o mistério de Deus, que é Amor, pode saciar a sede de verdade e felicidade em nossos corações; apenas a perspectiva da eternidade pode dar autêntico valor aos acontecimentos históricos e, sobretudo ao mistério da fragilidade humana, do sofrimento e da morte. Contemplando Maria na glória celeste, entendemos que a terra não é a pátria definitiva para nós também, e que, se vivemos com o nosso olhar fixo em bens eternos, vamos um dia participar dessa mesma  glória. Conseqüentemente, não devemos perder a nossa serenidade e paz, mesmo em meio a milhares de dificuldades diárias. O sinal luminoso de Nossa Senhora arrebatada ao céu resplandece ainda mais brilhante quando as sombras tristes de sofrimento e violência parecem pairar no horizonte. Podemos estar certos disso: do alto, Maria acompanha os nossos passos, com preocupação, gentil, dissipa as trevas nos momentos de escuridão e angústia, tranqüiliza-nos com a sua mão materna. Suportados pela consciência disto, vamos continuar com confiança no nosso caminho de compromisso cristão lá onde a Providência pode nos levar. Vamos avançar em nossas vidas sob a orientação de Maria.·.

            Perguntaram a mim se os católicos "acreditam no arrebatamento." E a resposta é sim, mas crêem que também como doutrina revelada por Deus e obrigatória, que Maria foi arrebatada Antes da volta gloriosa de Cristo. Já que se deve admitir que pelo menos dois outros seres humanos foram  assumidos, em corpo e alma ao céu:
    
       Elias
       "E sucedeu que, quando o Senhor estava para tomar Elias ao céu num redemoinho ... E foram cinqüenta homens dos filhos dos profetas, e pararam defronte para ver de longe: e assim ambos pararam junto ao Jordão .... E aconteceu que, indo eles andando e falando, eis que, apareceu um carro de fogo, com cavalos de fogo, e separaram os dois pedaços, e Elias subiu ao céu num redemoinho .... O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel, e seus cavaleiros. E não o viu mais ... " 2 Reis 2:1-12

Enoch

"Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte; e não foi achado, porque Deus o trasladara; pois antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus."
Hebreus 11:5
 Parece que o corpo de Moisés pode foi traduzido para o céu depois de sua morte.
 “Mas quando o arcanjo Miguel, discutindo com o Diabo, disputava a respeito do corpo de Moisés, ele não se atreveria a pronunciar um julgamento injúria contra ele, mas disse:" O Senhor te repreenda. '" Judas  01:09

            Assim, qualquer cristão bíblico deve admitir que é uma questão de revelação divina que Deus assumiu Enoch e Elias. Agora os católicos acreditam que é uma questão de revelação divina que Deus também levou o corpo e a alma de Maria ao céu. Além disso, Cristo estava obrigado a cumprir a lei com perfeição. E um mandamento da lei era  "Honrarás teu pai e mãe", e, portanto, honrou sua mãe , não permitindo que o seu corpo fosse corrompido e se tornasse pasto dos vermes.. Cristo não poderia  ver Enoch e Elias levados para o  Céu e então permitir que sua própria mãe a apodrecesses. A mulher que deu à luz cuidou dele, e ficou por ele durante a sua paixão e morte na cruz. A árvore bendita que gerou o bendito fruto de seu ventre. Ele mesmo, Jesus. Os católicos encontram uma simboliogia da  assunção de Maria  no Salmo 132:7-8
: "Vamos entrar em seus tabernáculos: vamos adorar escabelo de seus pés . Levanta-te, ó Senhor, em teu repouso, tu e a Arca da tua força.". Maria é a Arca da Nova Aliança (ver Apocalipse 11:19-12:01). O Senhor subiu ao céu e também trouxe sua arca, como o rei David assumiu residência em Jerusalém e levando a arca para o mesmo lugar. Observe que os católicos não falam da "Ascensão de Maria". Cristo ascendeu por seu próprio poder. Mas Maria foi assunta ou arrebatada, como o serão os vivos que estiverem na terra no dia da volta de Cristo. Estes não terão tempo para que os seus corpos se decomponham. “...Nós, os vivos, os que tivermos ficado, seremos arrebatados e reunidos aos ressuscitados, sobre as nuvens, ao encontro do Senhor.” 1Ts 4, 17.  Maria foi elevada ao céu pelo poder de Cristo. É dogma de fé, ou seja, é obrigado a todo católico crer e confessar que a Virgem Maria não teve o seu corpo decomposto ou desfeito em pó  e que está na glória junto a  Cristo em Corpo e alma.
Texto traduzido pela internet e adaptado pelo Prof. Francisco Castro encontrado no site. www.jehannedarc.org   

sábado, 13 de agosto de 2011

DEUS É PAI ETERNO

"E, porque sois filhos, Deus enviou aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai." Gl 4,6

Deus é entendido como Pai na Teologia cristã. Nenhuma outra religião compreendeu a divindade de forma tão íntima e familiar como o cristianismo. Se houve um pai dos deuses para os gregos, este não era da mesma forma o pai dos mortais. Zeus era o deus dos deuses e pai apenas destes; quantos aos mortais estes eram simples brinquedos ou bonecos para ele. Só no cristianismo, por meio de Cristo, a criatura se aproxima da divindade com o espírito de Filho. Mas Deus não se tornou pai ao criar os homens. Deus é Pai Eterno. Por que eterno? Porque sempre foi pai. E pai de quem? Do universo? De certo que não, porque o universo não é eterno e está no tempo. Surgiu com o tempo se manifesta no tempo. Deus é Pai eterno porque tem um Filho que nunca faltou a ele. Na eternidade Deus sempre é Pai e quem é pai o é porque gera um  filho. E o filho de Deus é o seu Logos, a sua auto-revelação. Se nos fosse permitido perguntar porque Deus existe, ou se fosse possível reduzir Deus a um ente entre os existentes, poderíamos justificar sua existência afirmando: Deus existe para ser o Pai. Para gerar o Filho. Pois só gerando um ser no qual ele mesmo inteiramente se ver, se compreende e se torna claro que Deus de nada necessita ou nada lhe faz falta. Ele basta a si mesmo porque contempla em  um "outro"  as suas próprias perfeições e esta se manifestam no Logos, Verbo, Palavra; o Deus unigênito, como traduz alguns manuscritos do Evangelho de João no capitulo 1,18

Este amor fecundo pelo qual a Dvindade subsiste e se basta, transborda em ação pelo Espírito Santo. É como se o Espírito fosse o reflexo externo desta eterna relação de geração do Filho e da contemplação do Logos em Deus. Por isso atribui-se ao Espírito Santo a criação da vida e santificação das pessoas. É no Espírito que a paternidade unica de Deus em relação ao filho, se doa para nós. O Espírito exterioriza o mistério da divindade que faz com que esta seja criadora sem que necessite criar. Sem que acrescente algo a si mesma ao criar e sem que uma coisa  que foi criada ao deixar de existir lhe faça e menor falta. A plenitude da criação é elevação da criatura à intimidade com o criador. Aproximando-se de Deus, o Pai nos tornarmos cada vez mais imagem do Logos eterno, do Filho unigênito. Nos beneficiamos desta Luz que não diminuiu e nem aumenta. Que é  sempre a mesma e na mesma intensidade. Que de nada sente falta e mesmo assim se doa sem nada perder. E que ao doar-se transforma aqueles  que nada são por si mesmos. Deus é Pai. Se a linguagem humana fez da palavra pai uma expressão que indica dependência, submissão ,autoridade, nada nesta implica que Deus seja pai no sentido humano que esta palavra indica. A Paternidade de Deus é de outro nível.  Faz parte na própria natureza de  Deus. É para ser Pai que Deus é Deus. E é por ser Filho que Deus é Pai. E é por Ser Amor de Pai e Filho que Deus é Espírito Santo. Espírito vivificador, criador, santificador e que sustenta a vida,  a matéria e a consciência.
Ver Deus como Pia em alguns pode alimentar o entendimento de que Deus é como aquele que deve atender os desejos e que pede recompensas...Transferir para Deus as necessidades humanas de um filho. Há sim, o perigo de tornar Deus pai com um pai humano. Humanizando a divindade. Fazê-la segundo a nossa imagem e semelhança. Por isso ainda criança ouvimos de nossos pais: "Não faça isso que o papai do céu castiga." "O papai do céu ver o que você esta fazendo." E a imagem paterna que temos, quando não é positiva muitas vezes  afasta de Deus. Deus como pai no sentido humano do termo,  pode ser questionado em relação ao mal que há no mundo. Porque um pai onipotente deixa sofrer tanto os seus filhos? Porque deixou que o próprio filho feito homem pagasse pelos pecados dos  outros? Compreensão limitada e deturpada da paternidade divina. Deus é pai no sentido de doação absoluta. Incondicional. Dar-se inteiramente a si mesmo no amor que não o conduz ao egocentrismo, mas à geração de si como imagem de suas perfeições. Deus é Pai no Filho e pelo Filho que é imagem do seu Ser. Por isso mesmo, enquanto homem na terra, o homem Jesus, encarnação do Logos, pode dizer a Felipe: "Quem ver a mim ver o Pai." Porque no Filho se reflete a plenitude da divindade que não é para si mas para o dar-se. Para um outro que não é estranho à sua natureza. E nesta paternidade eterna Deus se torna pelo  Espírito Criador e no Espírito Santo Pai também de toda a criação. Mas muito além disso, pai dos seres racionais, os homens. Pois os eleva  da condição de simples criaturas à condição de participantes de sua natureza divina  pelo Espírito do Filho, que  nos faz dizer Abba! Papai. Assim como o dizia o Cristo o Filho unigênito. Deus Pai, Senhor do mundo, que a paternidade humana seja reflexo da vossa eterna paternidade em todos os pais da terra. 

"Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não há mudança nem sombra de variação." Tg 1,17

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Mulheres sacerdotes? Por que não?

No que se refere a ordenação de mulheres é preciso entender que Jesus Cristo ao escolher homens para ficarem com ele, os escolheu porque estes representam a paternidade espiritual sobre os fieis, como muito bem explicou o padre Paulo Ricardo em seu blog. Ora, uma mulher não pode ser chamada de pai. Não competi à mulher exercer a paternidade espiritual na Igreja já que o Cristo encarnou sob o sexo masculino e é como esposo da Igreja que é mostrado. A mulher se ordenada assumiram uma simbologia sem nenhum significado teológico e ainda mais perderia o que é próprio dela na comunidade Igreja. O dom da maternidade, do doar-se, de acolher próprio da psicologia feminina. Não entendo porque numa sociedade que defende tanto a diversidade e o papel próprio de cada um, vejam como discriminação à mulher ter um papel diferente dentro da Igreja em nada inferior ao homem enquanto membro da Igreja, já que ambos foram redimidos por Cristo e são filhos de Deus pelo mesmo batismo. Igualar todos, conceder a todos todos os mesmos ministérios é o mesmo que defender um corpo humano onde todos os membros fossem a cabeça. Onde ficariam os outros membros? E por não serem a cabeça são estes menos necessários? Que sacerdote ou papa, não se arrolharia ao pés da virgem Maria ao vê-la em pessoa? E ela não foi padre. Na verdade nem sabemos se acompanhou as mulheres que seguiam Cristo. O evangelho não a indica no grupo das mulheres que ajudavam (Lc 8, 1-3) e vejam bem: JESUS NÃO CHAMOU NENHUMA PRA O GRUPO DOS DOZE. Mas a Virgem, em dignidade e santidade supera todos os apóstolos e padres e papas que já houve ou haverão. E era um mulher. Se não o fosse não teria gerado o autor da vida o filho de Deus. Cada mulher é filha da Virgem Maria. Deve espelhar-se nela. Na sua doação. O sacerdócio é um ministério não é um poder, um privilegio. É uma tarefa confiada por Jesus ao sexo masculino porque representa a paternidade espiritual dos pastores sobre o rebanho. Assim como um homem não poderá nunca ser mãe, um mulher nunca poderá ser pai, já que nasceu para ser mãe. E esta diversidade é a verdadeira riqueza da Igreja e a que mostra a maior dignidade da mulher. Não é igualando tudo e todos que se irá valorizá o indivíduo. Na diferença é que se percebe a necessidade e importância de cada um.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

AMEMOS A IGREJA APESAR DAS PESSOAS DA IGREJA.

Em uma de suas resposta aos padres que a julgavam Santa Joana d´Arc disse: "O pessoal da Igreja não é a Igreja." resposta aparentemente petulante e presunçosa. 


No entanto indica uma misteriosa verdade. Se entendermos por pessoa da Igreja apenas os padres e bispos isoladamente, estes, embora membros da Igreja, não são a Igreja. Da mesma forma que só uma cabeça do corpo humano, que é a parte mais necessária a todo corpo, não é este corpo. O corpo pode sobreviver sem um braço e outro membro, porem nunca sem a cabeça. Mas a cabeça por si não forma um corpo. A Igreja é o corpo de Cristo e na Igreja ele é a cabeça; embora não faça parte dela como membro, já que a Igreja é a Assembléia dos que foram redimidos pela fé em Cristo e ele não foi redimido e sim o Redentor. Mas por sua união à natureza humana ele é de certo forma, membro da Igreja como seu Rei e Senhor absoluto e governante do corpo. Sem ele não poderá haver Igreja. Mas também não haverá sem os redimidos, sem os que crêem em seu nome. Neste sentido um só membro da Igreja não representa toda a Igreja e os atos de um filho da Igreja não são atos da Igreja, mesmo que este sejam de  um papa. Santa Joana d´Arc pode continuar amando a Igreja e querendo os sacramentos dados pelos padres que eram seus inimigos e algozes, porque sabia que a Igreja era bem mais do aquele grupo de padres que a julgavam se dizendo representar a Igreja. 


Que nestes tempos de crise e confusão doutrinal, de péssimo testemunho de pastores católicos, também amemos a Igreja vendo-a acima daqueles que dela fazem parte e rezemos com Santa Joana d´Arc, por eles, para que não ponham por suas obras, muitas ovelhas a perder.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Quem São e o que fizeram os martires cristãos?

O Catecismo da Igreja Católica define como mártir aquele que é perseguido por ódio à fé cristã e que não renega a sua fé em Cristo, mesmo a custa própria vida. Há também os mártires cívicos ou por uma causa. Mas estes não são mártires no sentido cristão. Não podemos considerar a Irmã Dorothy, Chico Mendes e outros, que morrerem defendendo uma causas políticas e socais, como mártires cristãos. Eles não foram mortos por ódio à fé cristã. Mas por conflitos de interesses em causas sociais que defendiam. Tiradentes é tido como o mártir da Independência,mas este martírio por amor à pátria, é completamente diverso do martírio cristão. Assim como os mártires  que as CBS reverenciam e os apresentam como se fossem mártires segundo a doutrina e ensino da Igreja.
A grande Santa Joana d´Arc, que sofreu um terrível martírio reconhecido até por sua Vozes, não foi canonizada como mártir. Santa Catarina lhe disse "...não temas o teu martírio. Virás ao fim para o reino do paraíso." mas ela não foi canonizada como mártir. E por que? Porque o seu martírio não foi por ódio à fé cristã. Na verdade foi em nome de um falso zelo pela fé cristã. Ela morreu como mártir de sua missão cívica, social, secular, que realizou sim ,por amor à vontade de Deus, mas os seus juízes não a condenaram à morte pro ela ser cristã; na verdade, ao contrário, estes vinham nela uma herege, uma falsa cristã. Embora saibamos que os mesmos estavam motivados por um ódio pessoal e razões políticas. Santa Joana d´Arc foi canonizada como Virgem tal como Santa Teresinha, Santa Catarina de Sena e outras religiosas. O original em Santa Joana d´Arc é que ela não era um consagrada num convento, uma monja e nem pertenciam a uma ordem terceira. Sua consagração virginal se deu no mundo e de forma particular.
Os mártires celebrados e apresentados pelas CBS e pela Teologia da libertação, não o são no sentido cristão da palavra. Se por um lado podem ser admirados pelo compromisso assumido ou pela causa em que acreditavam, jamais podem ser celebrados em liturgias (principalmente na Santa missa) da Igreja como  se fossem iguais aos mártires da fé cristã.

sábado, 6 de agosto de 2011

Bem-aventurados os simples!

Eu o encontrei quando estava a espera de ser atendido pelo medico oftalmologista. Espera longa. O Senhor Raimundo, 78 anos  sentou-se ao meu lado e quando iniciamos a conversa ele mostrou a grande sabedoria dos simples, dos humildes homens de fé; os que foram elogiados por Jesus. Relembro algumas palavras dele,  que me marcaram.

"Fui casado duas vezes. Tive 22 filhos. Mas nunca fui junto ou quis mulher de outro homem."

"Tenho um filho, o mais novo, que está junto com uma mulher de outro. Não acho isso certo. Mas ele diz: Pai os tempos mudaram. Eu digo. Mudaram pra quem não tem MORAL. Pra quem tem MORAL o TEMPO sempre é o mesmo."

"Meu Pai sempre dizia: Meu filho, cada um faz a sua cama. Mas seja ela bem feita ou mal feita é você mesmo quem vai deitar nela."

"Eu sempre rezo pra Jesus. Jesus é para todo mundo mas nem TODOS SÃO PARA JESUS. Ele não tinha merecimento de morte mas morreu por  todos."

"Homem de cabelo grande, de brinco e de tatuagem não deixo na ficar na minha casa. Sei diferenciar quem é gente do bem e gente ruim." Aí eu perguntei , como? E Ele me contou esta história:
"Fui comprar uma carne e o dono foi cortar de um outro pedaço. Aí, eu disse: Desse aí não quero. E por que? Perguntou o dono. Porque esta carne é de ontem. Ah, e você sabe como? Eu conheço carne ..."

"Um inimigo meu tirou a cera de um terreno que eu tinha. Dizia que não era minha terra. Peguei o revolver enchi de bala e fui pra matar ele no roçado. (e logo me veio a boca dizer a ele, que Jesus mandou amar e perdoar os inimigos, mas não deu tempo, pois ele continuou) Mas PEDI A JESUS PRA TIRAR ELE DA MINHA FRENTE. GRAÇAS A JESUS, NOS DIAS EM QUE EU FUI AO ROÇADO,  ELE NUNCA APARECEU." (Eis aí o verdadeiro homem de coragem amaciado ou influenciado pelo evangelho de Cristo,  sem violência à sua natureza de luta, de bravura. Matar por querer nunca!  Pra se defender sim, sendo preciso; mas Jesus, tira o meu inimigo da minha frente, para que eu não me veja obrigado a mata-lo. Pedido sincero de um filho, que acredito, Jesus atendeu com um sorriso. Pacifismo sincero e não o falso pacifismo do Rcok Roll, faça amor, não faça a guerra.

"Adoro plantação. Vivi da terra, sempre que vi um terreno tive vontade plantar ..." (Não teve vontade  de invadir e tomar, mas de produzir. Lembrei do meu avô, que viveu na terra dos outros; viveu da agricultura e criou com muitas dificuldades 18 filhos. Entre eles minha mãe.  Hoje tem a terra em que morou e fez produzir, graças ao uso campeão. Justa reforma agrária, para quem viveu da terra e produziu nela. Terra não usurpada , nem dada, e nem tomada;  terra  merecida.

Que Deus abençoe o seu Raimundo. O mantenha firme na fé que recebeu de seus pais. E lhe conceda longos dias ainda na terra, para que possamos louvar o Cristo pela sabedoria dada aos humildes, os pobres de coração. Pobres, porque sabem que tudo e todos, estão nas mãos de Deus Nosso Senhor.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SANTA JOANA D´ARC

A JÓIA DA CRISTANDADE!

-Por que viveu na pratica à sujeição ao reinado social de Jesus Cristo;

-Porque colocou toda a sua vida à serviço de Deus;

-Porque  sabia e acreditava que Cristo é o soberano e Senhor de todas as nações, mesmo que elas o obedeçam  ou não;

-Porque foi firme e perseverou em defender a sua missão com o sacrifício da própria vida.

-Porque era a única que ainda mantinha e acreditava nos autênticos valores da Cristandade: Heroísmo, fidelidade, piedade e justiça. Valores hoje, distorcidos e esquecidos.

-Porque tinha para com a Igreja um amor que não dependia da santidade e ou da aceitação dos padres, e homens da Igreja, já que via a Igreja como uma só com Cristo, e Cristo jamais a trairia ou deixaria de ama-la.

-Porque foi como a última flor da Idade Média, que morreu como um lírio, deixando para nós da idade destemperada que vivemos, um suave perfume de pureza e santidade.

SANTA VIRGEM JOANA D ´ARC, ROGAI POR NÓS PERANTE O VOSSO  E NOSSO  REI;  O  AMADO ESPOSO DE NOSSAS ALMAS, CRISTO JESUS!

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

AS FESTAS LITURGICAS DO MÊS DE AGOSTO

Além das festas dos santos, temos no mês de agosto duas memórias litúrgicas de grande importância: Uma se refere a Nosso Senhor Jesus Cristo e a outra a Bem-aventurada e Bendita Virgem Mãe Maria, a mãe do Senhor. A primeira tem fundamento explicito na Sagrada Escritura e está narrada em todos os Evangelhos (Mt 17,1-13; Mc 9, 2-8; Lc 9, 28-36).A transfiguração do Senhor celebrada em 06 de agosto. A segundo não é referida nos santos Evangelhos mas também não está em contradição alguma com estes. A assunção da Virgem Maria, celebrada em 15 de agosto.
Para mostrar a glória de sua divindade, oculta sob a sua natureza real e humana, Nosso Senhor transfigurou-se perante Pedro, Tiago e João; e isto antes, de haver recebido pela ressurreição o corpo glorioso. Como estava próximo de sua morte Cristo quis mostrar para seus apóstolos mais íntimos, que na verdade era bem  mais do que um profeta e do que a Lei. Por isto aparecem conversando com ele o Moisés, representando a Lei antiga e Elias, representando todos os profetas, e comentam sobre o maior acontecimento  não só para a historia do povo de Israel, como também para o mundo: A sua próxima morte em Jerusalém. 
Tendo recebido o corpo e alma humana no ventre da bendita Virgem Maria é  neste corpo, formado do sangue de Maria, em que resplandece a glória da divindade. E desta forma chegamos a segunda festa do mês: A Assunção da Bendita Virgem. Por que o Senhor levou para si, como pessoa, e não apenas a alma de sua santa mãe, para a glória eterna? Primeiramente porque tinha o poder para faze-lo. Sendo Filho de Deus e ao mesmo tempo Filho do homem. E era filho do homem por meio de Maria, de quem recebeu a natureza humana. E assim como o Senhor antes de sua morte, manifestou sua glória aos apóstolos, mais que justo que mostrasse à sua glória tal como a mostrou a Pedro,  Tiago e João à sua mãe; isto, em pessoa, pois estes ainda estavam no corpo quando viram a glória de Cristo; também  àquela que o contemplou aflita na cruz. Ela o viu crucificado em corpo e alma. Esteve junto a cruz e viu toda a aniquilação do próprio Filho Jesus. Sem dúvida justo e digno, seria que o Senhor a honrasse, como Filho que a amava mais que tudo na terra, abaixo do Pai, lhe mostrasse  a sua glória junto ao Pai, em corpo e alma. E assim o  Senhor cumpriu com perfeição o 4º mandamento que ordena honrar pai e mãe. E o outro motivo é que o Senhor não poderia negar à sua mãe aquilo que irá conceder a outros. Pela  primeira carta de São Paulo aos Tessalonicenses,  sabemos que os vivos por ocasião da vinda de Cristo, não irão experimentar a corrupção da carne, porque tão logo morrerem  serão ressuscitados. E irão ao encontro do Senhor nos céus.(1 Ts 4, 17; Hb 11,5) Como poderia o Senhor Jesus consentir que o corpo puríssimo que o gerou, o ventre bendito, se corrompesse na terra , fosse consumido por vermes, quando tal não acontecerá com os que forem arrebatados por ocasião da vinda do Cristo, no final dos tempos? Por certo que jamais consentiria nesta injustiça. Por isso, cremos que Jesus, sobre quem repousava a glória de Deus, mesmo antes da morte em seu corpo humano, glorificou o  corpo de sua amada mãe evitando que este se corrompesse e a levando em pessoa-corpo e alma- para contemplar a glória daquele a quem ela gerou segundo a carne, pois não há  maior alegria e felicidade para uma  mãe do que ver o triunfo de seu filho e gozar de sua companhia. A assunção da Virgem é dogma, com fundamento na Escritura e na tradição apostólica, e nenhum católico poderá recusar a crer nesta  e permanecer católico; que ao final de sua vida na terra, a Mãe do Senhor foi logo arrebatada  aos céus, para que como o melhor dos filhos  ele render a ela a honra que um bom filho deve. Glória a Jesus perfeito cumpridor da lei e resplandecente de glória. Na alegria, com a Virgem Maria, glorifiquemos àquele, em resplandeceu no monte e  manifestou  a luz da glória divina e tendo todo poder elevou aos céus, em corpo e alma, a gloriosa Virgem Maria, mãe do Senhor e também nossa mãe.